LIVRO DE REGRAS Parte 1 – Institucional

  1. A FECASURF
  2. ESCRITÓRIO E CONTATOS.
  3. FILIADAS

 

CAPÍTULO 1. A FECASURF

 Histórico

Federação Catarinense de Surf – FECASURF Fundada em 1980, como Associação Catarinense de Surf, e a partir de 1987, transformada em Federação, a FECASURF vem promovendo desde então com considerável organização e credibilidade o Circuito Catarinense de Surf Profissional e Amador, tendo como principal objetivo planejar, administrar e fomentar o esporte em Santa Catarina. A FECASURF é o órgão máximo do esporte em nosso Estado, sendo, portanto a entidade que gerencia e determina os critérios de homologação e organização de todas as competições profissionais e amadoras, definindo os padrões técnicos das competições. A Federação Catarinense de Surf é filiada à Confederação Brasileira de Surf – CBS, e a Associação Brasileira de Surf Profissional – ABRASP, como membro do Conselho Executivo. No cenário competitivo nacional, a FECASURF é quatro vezes campeã brasileira por equipes do Circuito Brasileiro promovido pela CBS – Confederação Brasileira de Surf.

HOJE

A FECASURF tem no momento 36 associações filiadas, e outras mais em processo de filiação, que são sediadas em vários municípios do litoral catarinense, sendo que estas entidades são responsáveis pelos circuitos locais, eventos que tem a função de desenvolver, com o apoio da Federação, o surf nas comunidades, incentivando desta forma o surgimento de novos talentos.

NOVA DIRETORIA 2016/2019

O novo presidente é Reiginaldo Gomes Ferreira, nome bastante conhecido no surf de Santa Catarina, um dos fundadores desta Federação, foi presidente da ASIS – Associação de Surf dos Ingleses e Santinho primeira associação local de SC, durante vários anos, tendo co-realizado junto a FECASURF inúmeros campeonatos locais, estaduais, nacionais e mundiais, é também proprietário da Spider Surf Shop, o que lhe confere experiência administrativa nas áreas comercial e esportiva. O lema de sua administração na Fecasurf é “Quando as dificuldades são as mesmas, a união é a melhor solução”.

O vice-presidente é Jordão Bailo Junior, que vem da área técnica do surf, ele foi o primeiro juiz de surf brasileiro a julgar o Circuito Mundial da ASP, hoje WSL, e também Head Judge e Course Presenter da ISA, foi ainda técnico da Equipe Catarinense de Surfe, na conquista do primeiro título de campeã brasileira de surf por equipes, pela FECASURF em 2001. Como competidor foi duas vezes Campeão Master Catarinense e criador do Surfing Games e o formato Fast Heat.

Para 2017, os diretores regionais são Katz Sullyvan, pela Região Sul; Raphael Becker, pela Região Leste; Juliani Possamai.

Atendendo as necessidades de partes específicas do estado, foram nomeadas novas sub-regiões de administração, a primeira é a Região Centro Norte, e para sua administração junto a Juliani Possamai, foi chamado Erivelton Jose Cristóvão, que reúne vasto conhecimento regional. Para atuar junto a Katz Sullyvan foi chamado Nelson Mitke ¨Magoo¨, para atuar na nova Região Centro Sul. A missão dos Diretores Regionais é atender as associações de cada região, visando descentralizar e facilitar as tomadas de decisão em assuntos como, calendário, homologações locais e uma infinidade de demandas que só podem ser atendidas localmente.

Para comandar a Diretoria de Surf Feminino foi convidada a surfista Tina Vilela, que tem a missão de cumprir junto a Fecasurf a ambiciosa meta de tornar o surf feminino catarinense em uma potência nacional.

Em 2017, atendendo as reivindicações anotadas nas Assembleias e Reuniões Mensais da Fecasurf e Filiadas, serão criadas as Diretorias Técnicas Regionais, de forma a realizar um trabalho mais próximo de formação e qualificação dos juízes em todo o litoral catarinense.

O Diretor Técnico Geral é José Olegário Bacca ¨Didi¨. O Diretor Técnico Regional Sul será Carybean Heleodoro. Da união das experiências desses profissionais, a Fecasurf espera atender a demanda por profissionais de alto gabarito em todas as regiões de Santa Catarina. Reuniões trabalho e avaliação junto a Fecasurf vão acontecer trimestralmente a partir desse ano.

Também é parte do planejamento, a criação uma base de dados, contando com o nome e qualificação de todos os juízes atuantes no estado. O ascenso e descenso na qualificação dos árbitros, será instituída em decorrência desse trabalho, tudo isso será feito de acordo com a demanda observada pelas Diretorias Técnica e Executiva.

Nesse ano a área de comunicação será toda refeita, e o Site Fecasurf vai ganhar cara nova, com uma interface mais intuitiva e com mais informações.

Novas categorias foram introduzidas nos rankings catarinenses no ano passado, como a categoria Petiz, o Feminino Junior, Gran Máster, Kahuna, Gran Kahuna e Surf Adaptado. Nesse ano vamos acrescentar as categorias Feminino Infantil e Feminino Iniciantes.

Esperamos também que novos grupos de promotores e associações abracem os eventos e circuitos da lista de eventos sancionados Fecasurf, que ainda não tenham datas e promotores.

Boas ondas!

Reiginaldo Gomes Ferreira – Presidente

Jordão Bailo Junior – Vice-presidente

 

CAPÍTULO 2. ESCRITÓRIO E CONTATOS.

SEDE FECASURF

Rua Comandante José Ricardo Nunes, 79 – sala 16 – Capoeiras – Florianópolis CEP 88070-220.

Telefone e Fax: (48) 3025-1880

WhatsApp: (48)

Home Page: www.fecasurf.com.br

E-mail: fecasurf@fecasurf.com.br

 

CAPÍTULO 3. AFILIADAS

Associação (AIS) – Assoc. Itapoaense de Surf
Presidente
Endereço
E-mail
Telefone
Whatsapp

 

Associação (AFS) – Assoc. Francisquense de Surf
Presidente
Endereço
E-mail
Telefone
Whatsapp

 

Associação (ASB) – Assoc. de Surf de Barra do Sul
Presidente
Endereço
E-mail
Telefone
Whatsapp

 

Associação (ASCN) – Assoc. de Surf do Canto dos Náufragos
Presidente
Endereço
E-mail
Telefone
Whatsapp

 

Associação (ASB) – Associação de Surf de Brusque
Presidente
Endereço
E-mail
Telefone
Whatsapp

 

Associação (ASPG) – Associação de Surf e Amigos da Praia Grande (Penha)
Presidente
Endereço
E-mail
Telefone
Whatsapp

 

 

Associação (AERAN) – Associação de surf de Navegantes
Presidente
Endereço
E-mail
Telefone
Whatsapp

 

Associação (ASPI) – Assoc. de Surf Praias de Itajaí
Presidente
Endereço
E-mail
Telefone
Whatsapp

 

Associação (ASBC) – Assoc. de Surf de Balneário Camboriú
Presidente
Endereço
E-mail
Telefone
Whatsapp

 

Associação (ASAI) – Assoc. de Surf Amador de Itapema
Presidente
Endereço
E-mail
Telefone
Whatsapp

 

Associação (ABS) – Assoc. Bombinhas de Surf
Presidente
Endereço
E-mail
Telefone
Whatsapp

 

Associação (ASP) – Assoc. de Surf de Palmas
Presidente
Endereço
E-mail
Telefone
Whatsapp

 

 

Associação (ASPB) – Assoc. de Surf da Praia Brava
Presidente
Endereço
E-mail
Telefone
Whatsapp

 

Associação (ASIS) – Assoc. de Surf Ingleses Santinho
Presidente
Endereço
E-mail
Telefone
Whatsapp

 

Associação (ASAPM) – Assoc. de Surf e Amigos da Praia do Moçambique
Presidente
Endereço
E-mail
Telefone
Whatsapp

 

Associação (ASBL) Associação de Surf da Barra da Lagoa
Presidente
Endereço
E-mail
Telefone
Whatsapp

 

Associação (ASPM) – Assoc. de Surf da Praia Mole
Presidente
Endereço
E-mail
Telefone
Whatsapp

 

Associação (ASJ) – Assoc. de Surf da Joaquina
Presidente
Endereço
E-mail
Telefone
Whatsapp

 

 

 

Associação (ASC) – Assoc. de Surf do Campeche
Presidente
Endereço
E-mail
Telefone
Whatsapp

 

Associação (ASAPA) – Associação dos Surfistas e amigos da Praia das Areias
Presidente
Endereço
E-mail
Telefone
Whatsapp

 

Associação (ASMP) – Associação de Surf do Morro das Pedras
Presidente
Endereço
E-mail
Telefone
Whatsapp

 

Associação (ASM) – Assoc. de Surf do Matadeiro
Presidente
Endereço
E-mail
Telefone
Whatsapp

 

Associação (ANSLL) – Associação Lagoinha do Leste
Presidente
Endereço
E-mail
Telefone
Whatsapp

 

Associação (ASESUL) – Associação de Surf do Extremo Sul da Ilha de Santa Catarina
Presidente
Endereço
E-mail
Telefone
Whatsapp

 

 

 

 

Associação (ASPG) – Assoc. de Surf e Preservação da Guarda
Presidente
Endereço
E-mail
Telefone
Whatsapp

 

Associação (ASG) – Assoc. de Surf de Garopaba
Presidente
Endereço
E-mail
Telefone
Whatsapp

 

Associação (ASF) – Associação de Surf da Ferrugem
Presidente
Endereço
E-mail
Telefone
Whatsapp

 

Associação (ASPR) – Assoc. de Surfistas da Praia do Rosa
Presidente
Endereço
E-mail
Telefone
Whatsapp

 

Associação (ASPL) – Associação de Surf da Praia do Luz
Presidente
Endereço
E-mail
Telefone
Whatsapp

 

Associação (ASI) – Assoc. de Surf de Imbituba
Presidente
Endereço
E-mail
Telefone
Whatsapp

  

Associação (ASPI) – Associação de Surf da Praia de Itapirubá
Presidente
Endereço
E-mail
Telefone
Whatsapp

 

Associação (ASL) – Assoc. de Surf de Laguna
Presidente
Endereço
E-mail
Telefone
Whatsapp

 

Associação (ASPB) – Associação de Surf da Ponta da Barra
Presidente
Endereço
E-mail
Telefone
Whatsapp

 

Associação (ASG) – Associação de Surf da Galheta
Presidente
Endereço
E-mail
Telefone
Whatsapp

 

Associação (ASFSM) – Assoc. dos Surfista do Farol de Santa Marta
Presidente
Endereço
E-mail
Telefone
Whatsapp

 

Associação (ASDJ) – Assoc. de Surf de Jaguaruna
Presidente
Endereço
E-mail
Telefone
Whatsapp

  

Associação (ASBR) – Associação de Surf de Balneário Rincão
Presidente
Endereço
E-mail
Telefone
Whatsapp

 

Associação (AESCAS) Assoc. do Extremo Sul Catarinense de Surf
Presidente
Endereço
E-mail
Telefone
Whatsapp

 

Associação (AGS) – Associação Gaivota de Surf
Presidente
Endereço
E-mail
Telefone
Whatsapp

 

Associação (ASPT) – Associação dos Surfistas de Passo de Torres
Presidente
Endereço
E-mail
Telefone
Whatsapp

 

Associação (ACSU) – Assoc. Catarinense de Surf Universitário
Presidente
Endereço
E-mail
Telefone
Whatsapp

 

Associação (ASL) – Assoc. Catarinense de Longboard
Presidente
Endereço
E-mail
Telefone
Whatsapp

 

 

LIVRO DE REGRAS Parte 2 – CIRCUITOS, EVENTOS E HOMOLOGAÇÕES

 

  1. CIRCUITOS E EVENTOS ESTADUAIS SANCIONADOS FECASURF
  2. REGRAS PARA REALIZAÇÃO DE ETAPAS E CIRCUITOS CATARINENSES DE SURF
  3. FORMATOS
  4. HOMOLOGAÇÃO DE EVENTOS 2017
  5. PRIORIDADES NA FORMATAÇÃO DOS CALENDÁRIOS FECASURF 2017
  6. DURAÇÃO DOS EVENTOS
  7. REGRAS PARA A REALIZAÇÃO DOS EVENTOS E CIRCUITOS CATARINENSES DE SURF
  8. PONTUAÇÃO

 

CAPÍTULO 4. CIRCUITOS E EVENTOS ESTADUAIS SANCIONADOS FECASURF

 Os eventos sancionados podem ser realizados apenas por Associações Filiadas e em dia com as obrigações previstas no Estatuto da Fecasurf, e/ou promotores desde que junto a Associações Filiadas nas mesmas condições das anteriores.

 

Art. 1º – CIRCUITO SANTA CATARINA QUALIFYING SERIES JUNIOR FECASURF 2017

  1. ETAPAS SC-QS JUNIOR 1000 – Todos os Eventos SC-QS JR 1000 terão obrigatoriamente as categorias: Petiz, Infantil, Iniciantes, Mirim, Junior, Feminino Infantil, Feminino Iniciantes e Feminino Junior, podendo adicionar as categorias Open, Open Feminino, Master ou Surf local e Surf Adaptado, desde que observando o Cronograma Oficial do Circuito FECAURF QSC 2017.

 

  1. ETAPAS SC-QS JUNIOR 3000 – Todos os Eventos SCQS JR 3000 terão obrigatoriamente as categorias: Petiz, Infantil, Iniciantes, Mirim, Junior, Feminino Infantil, Feminino Iniciantes e Feminino Junior, podendo adicionar as categorias Open, Open Feminino, Master ou Surf local e Surf Adaptado, desde que observando o Cronograma Oficial do Circuito FECASURF QSC 2017.

 

  • ETAPAS SC-QS JUNIOR 6000 – Todos os Eventos SCQS JR 6000 terão obrigatoriamente as categorias: Petiz, Infantil, Iniciantes, Mirim, Junior, Feminino Infantil, Feminino Iniciantes e Feminino Junior, podendo adicionar as categorias Open, Open Feminino, Master ou Surf local e Surf Adaptado, desde que observando o Cronograma Oficial do Circuito FECAURF QSC 2017.

 

Art. 2º – CIRCUITO SANTA CATARINA TOUR JUNIOR FECASURF 2017 ETAPAS SC TOUR JUNIOR FECASURF 2017 – Todos os Eventos SC TOUR JUNIOR FECASURF 2017 terão as categorias: Petiz, Infantil, Iniciantes, Mirim e Junior. A pontuação será de 10.000 pts.

Art. 3º – CIRCUITO SANTA CATARINA QUALIFYING FEMININO FECASURF 2017 – ETAPAS SC-QS FEMININO – Todos os Eventos SC-QS JUNIOR FECASURF 1000, 3000 e 6000 marcarão pontos para as categorias: Feminino Iniciantes e Feminino Junior. E aonde for realizada, para a categoria Open Feminino tambémCampeonatos onde forem realizadas apenas as categorias de Surf Feminino serão homologados como SC-QS FEMININO FECASURF 2017 – 1000, 3000 ou 6000, observando as mesmas exigências de estrutura, premiação e equipe técnica dos SC-QS JUNIOR.

Art. 4º – CAMPEONATO SANTA CATARINA TOUR FEMININO FECASURF 2017O campeonato SC TOUR FEMININO FECASURF 2017 terá obrigatoriamente as categorias: Infantil, Iniciantes, Junior e Open, podendo ser adicionadas outras categorias de Surf Feminino. A pontuação será de 10.000 pts.

Art. 5º – SANTA CATARINA PRO TOUR FECASURF 2017 ETAPAS SC PRO TOUR 2017 – As regras do Circuito, inscrições, seeding e Cronogramas, seguem o Livro de Regras ABRASP 2017. O seeding do Circuito Catarinense de 2016 será seguido para a composição das vagas e baterias de 2017, onde for aplicado.

Art. 6º – SANTA CATARINA SURFING GAMES 2017 ETAPAS INTERASSOCIAÇÕES – Categorias: Infantil, Iniciantes, Mirim, Junior, Open, feminino, Master e Longboard. Estes eventos serão realizados por promotor aprovado pela Fecasurf, desde que junto a Associações Filiadas em dia com as obrigações previstas no Estatuto da Fecasurf.

Art. 7º – CIRCUITO DE SURF MASTER E OPEN – Categorias; Master, Gran Master, Kahuna, Gran Kahuna e Open. Estes eventos poderão ser realizados por promotor (es) aprovado(s) pela Fecasurf*, desde que junto a Associações Filiadas em dia com as obrigações previstas no Estatuto da Fecasurf.

Art. 8º – CIRCUITO DE LONGBOARD – (Categorias a definir) Estes eventos poderão ser realizados por promotor(es) aprovado(s) pela Fecasurf*, desde que junto a Associações Filiadas em dia com as obrigações previstas no Estatuto da Fecasurf.

Art. 9º – CIRCUITO SURF ADAPTADO – (Categorias a definir) Estes eventos poderão ser realizados por promotor(es) aprovado(s) pela Fecasurf*, desde que junto a Associações Filiadas em dia com as obrigações previstas no Estatuto da Fecasurf.

Art. 10º – ETAPAS SURF UNIVERSITÁRIO (Categorias a definir) Estes eventos poderão ser realizados por promotor(es) aprovados(s) pela Fecasurf*, desde que junto a Associações Filiadas em dia com as obrigações previstas no Estatuto da Fecasurf.

Art. 11º – EVENTOS ESPECIAIS DE SURF DE BASE – Categorias: infantil, Iniciantes, Mirim, masculino e/ou feminino. Quando os eventos destinados a essas categorias forem abertos a surfistas catarinenses de outras regiões e/ou atletas de outros estados, deixam de ser surf treinos e se tornam Eventos Especiais de Surf de Base, que devem obedecer às regras de homologação de eventos especiais. Estes eventos podem ser realizados por Associações Filiadas em dia com as obrigações previstas no Estatuto da Fecasurf, e/ou Promotores desde que junto a Associações Filiadas nas mesmas condições das anteriores.

Art. 12º – Em 2017 as categorias OPEN, MÁSTERS, LONGBOARD, SURF ADAPTADO e SURDOS também poderão ter seus Circuitos Tour ou uma etapa Final (Championship Tour).

Art. 13º – Como varias etapas do SC-QS Junior FECASURF 2017 estão programadas incluindo as categorias Master, Open, Surf Adaptado ou Surdos. Estas etapas vão pontuar (junto aos eventos especiais dessas categorias) como Qualifyings, de forma a selecionar os surfistas dessas categorias para os eventos Tour das mesmas.

OBS. Os Formatos não descritos serão divulgados posteriormente e serão incluídos como adendo, neste Livro de Regras.

 

CAPÍTULO 5. REGRAS PARA REALIZAÇÃO DE PROVAS E CIRCUITOS CATARINENSES DE SURF

Os Circuitos Catarinenses de SurfFECASURF 2017 estarão sob a responsabilidade da FECASURF em parceria com as associações filiadas e/ou promotores.

As etapas poderão ser promovidas por promotores, e/ou associações, com homologação e supervisão técnica da Fecasurf.

 

Art. 2º  – SANTA CATARINA QUALIFYING SERIES 2017

 

Pontuação, inscrições e estrutura.

a1) – SC-QS 1000

Inscrições – R$ 70,00

Premiação mínima – Kits para os 04 primeiros de cada categoria

Estrutura – Tendas, barracas ou estruturas fixas de pequeno porte.

a2) – SC-QS 3000

Inscrições – R$ 80,00

Premiação mínima – Blocos, Óculos ou equivalente (ou Mix) + Kits para os 04 primeiros de cada categoria.

Estrutura – Palanque ou Tendas, barracas ou estruturas fixas de médio porte com área isolada.

a3) – SC-QS 6000

Inscrições – R$ 100,00 e R$ 80, nas categorias Petiz e Feminino Infantil

Premiação mínima – Pranchas, Wetsuits ou equivalente (ou Mix) + Kits para os 04 primeiros de cada categoria.

Estrutura – Palanque ou outra estrutura de grande porte com área isolada + área para atletas.

 

CAPÍTULO 15. EQUIPE TÉCNICA:

Eventos de 1000 pts.  (UM REAJUSTE ESTÁ PREVISTO PARA INICIAR AINDA NO SEGUNDO SEMESTRE)

Cargo             Quantidade    Valores p/ dia (R$) Total
Head Judge (01 Regional) 02 500,00 (250,00 X 2) R$ 1.000,00
Juízes Estaduais 02 400,00 (200,00 X 2) R$ 800,00
Juízes Regionais 02 360,00 (180,00 X 2) R$ 600,00
Juízes Locais 02 Valor Local
Locutor Oficial 01 200,00 R$ 200,00
Locutor Auxiliar 01 Valor Local
Spotter 02 Valor Local
Beach Marshall 01 Valor Local
Secretário de inscrições 01 50,00
Tour Manager 01 200,00 p/dia 400,00

Obs. Deverá ser paga ajuda de custo no valor de uma passagem de ônibus intermunicipal aos Árbitros e Staff de outros municípios e jantar na sexta e sábado em evento de dois dias.

 

Eventos de 3000 pts.

Head Judge (01 Regional) 02 500,00 (250,00X 2) R$ 1.000,00
Juízes Estaduais 02 400,00 (200,00 X 2) R$ 800,00
Juízes Regionais 02 300,00 (150,00 X 2) R$ 600,00
Juízes Locais/Regionais 02 Valor Local
Locutor Oficial 01 200,00 R$ 200,00
Locutor Auxiliar 01 Valor Local
Spotter 02 Valor Local
Beach Marshall 01 Valor Local
Secretário de inscrições 01 50,00
Tour Manager 01 200,00 p/dia 400,00

Obs. Deverá ser paga ajuda de custo no valor de uma passagem de ônibus intermunicipal aos Árbitros e Staff de outros municípios e jantar na sexta e sábado em evento de dois dias.

 

Eventos de 6000 pts.

Head Judge (01 Regional) 02 500,00 (250,00X 2) R$ 1.000,00
Juízes Estaduais 04 800,00 (200,00 X 4) R$ 1.600,00
Juízes Locais/Regionais 02 300,00 (150,00 X 2) R$ 600,00
Locutor Oficial 01 200,00 R$ 400,00
Locutor Oficial 2 01 200,00 R$ 400,00
Spotter 02 Valor Local
Beach Marshall 01 Valor Local
Secretário de inscrições 01 50,00
Tour Manager 01 200,00 p/dia 400,00

Obs. Deverá ser paga ajuda de custo no valor de uma passagem de ônibus intermunicipal aos Árbitros e Staff de outros municípios e jantar na sexta e sábado em evento de dois dias.

 

 

CAPÍTULO 16. EXIGENCIAS TÉCNICAS SC-QS 2017.

 Art. 26º – Eventos SC-QS Junior, Feminino, Master, Longboard, Estudantil, Universitários e Especiais.

 

  1. Sistema de computação obrigatório.
  2. Estrutura de praia: De acordo com o nível.
  3. Equipe local mínima (OBRIGATÓRIO): 01 Locutor auxiliar (quando aplicável), 01 Beach Marshall, 02 Spotters, 02 Seguranças de área, 01 Secretário (os valores serão negociados entre a associação local e seu staff).
  4. Obrigatoriedade do logotipo da FECASURF no pôster do evento na mesma proporção da Associação local e nas lycras de competição.
  5. Obrigatoriedade do logotipo da FECASURF no palanque e pódio do evento.
  6. Obrigatoriedade do logotipo da FECASURF e da Associação Local na camiseta do evento (quando aplicável).
  7. Mínimo obrigatório, 04 jogos de Lycras nas cores (06 CORES): Vermelha, Branca, Amarelo Cítrico, Preta, Azul e Verde.

  

CAPÍTULO 6. FORMATOS:

Art. 3º – O limite máximo de atletas vai depender do número de horas disponíveis para a realização da prova. O Diretor de Prova poderá interromper o processo de inscrições sempre que o número de horas máximo seja atingido e se considerar que o cronograma da competição poderá ser comprometido:

Art. 4º – CATEGORIAS E NÚMEROS SUGERIDOS PARA INSCRIÇÕES SC-QS JUNIOR FECASURF 2017

Opção 01

CATEGORIA VAGAS
Petiz 16
Infantil 16
Iniciantes 24
Mirim 24
Junior 32
Fem Infantil 16
Fem Iniciantes 08
Fem Junior 08
  144

Opção 02

CATEGORIA VAGAS
Petiz 16
Infantil 16
Iniciantes 16
Mirim 16
Junior 16
Fem Infantil 08
Fem Iniciantes 08
Fem Junior 08
Open 24
Master 16
Fem Open 08
  152

Opção 02

Ex de opção alternativa: As categorias em amarelo são obrigatórias. As em verde, são tradicionais em muitas Associações. 

 

CAPÍTULO 7. HOMOLOGAÇÃO DE EVENTOS 2017

 

  1. O pedido de datas e homologação de eventos deve ser feito através do “Sistema passo a passo” para a realização de eventos homologados, que será enviado ao Promotor/Associação por E-mail.
  2. A oficialização do(s) evento(s) pedido(s) será feita na Sede da Fecasurf, onde o Promotor/Associação e o Tour Manager da Fecasurf farão a leitura do Livro de Check-In de Eventos e assinarão o Contrato de Realização. Apenas após a assinatura do contrato é que o evento poderá ser divulgado como oficial.

 

  1. B) A taxa de homologação terá os seguintes valores:
  • Eventos ProfissionaisFecasurf: R$ 2.000,00 (mil reais).
  • Eventos SC-QS 1000 e 3000Fecasurf: R$ 10,00 de cada inscrição. (Eventos que contam com a colaboração das Prefeituras Municipais ou Secretarias de Governo, podem pagar a homologação no valor baseado nos números médios de inscrições em eventos da associação)
  • Eventos SC-QS 6000Fecasurf: R$ 15,00 de cada inscrição (R$ 10,00 nas categorias Petiz e Feminino Infantil). (Eventos que contam com a colaboração das Prefeituras Municipais ou Secretarias de Governo, podem pagar a homologação no valor baseado nos números médios de inscrições em eventos da associação)
  • Eventos de Longboard Abertos – R$ 10,00 de cada inscrição, dos quais R$ 5,00 a ser destinado a ACL.
  • Eventos Locais Fechados – Sem taxa de Homologação. Máximo de 01 categoria aberta
  • Eventos Locais Abertos – R$ 100,00 p/dia (cem reais p/dia).
  • Eventos Especiais Abertos Amadores – R$ 500,00 (quinhentos reais p/dia)
  • Eventos Especiais Nacionais Amadores – 30% das inscrições
  • Eventos Especiais sem inscrições – R$ 3.000,00
  • Eventos Nacionais Profissionais – ABRASP – R$ 3.000,00
  • SUPERSURF – R$ 4.000,00 (quatro mil reais)
  • SUPERTOUR – 20% das inscrições
  • EVENTOS INTERNACIONAIS – A taxa irá variar em função do status do evento c/ base em 5% dos recursos. * Adendo 01 – quando as verbas passarem pela contas da Fecasurf serão retidos 5% do total e 2,5% quando não isso não acontecer.

A). Nos eventos em que a FECASURF conseguir aporte financeiro, a taxa de Federação terá um aumento relativo ao aporte.

  1. B) A inclusão de categorias que especiais será permitida apenas nos eventos de três dias de duração e deverá ter a prévia autorização da FECASURF.
  2. C) A inclusão de categorias dentro dos eventos de dois dias do Circuito Catarinense de Surf Amador, poderá acontecer somente em casos especiais, com projeto descritivo devidamente apresentado. Se a Fecasurf entender que a mudança ou adição, acrescenta valor ao evento ou ao circuito, a mesma poderá ser aprovada em caráter experimental.
  3. D) serão repassados para as associações locais, que sediarem os eventos, um mínimo de 10% do valor arrecadado com as inscrições, onde recomenda-se que haja participação efetiva (Exemplos: cota de patrocínio, fornecimento de estrutura física, estadias, alimentação ou suporte de pessoal) da mesma, para realização do evento, de acordo com o relatório (súmula) oficial do evento]. Essa será uma negociação deverá ser realizada entre promotor e associação.

 

CAPÍTULO 8. PRIORIDADES NA FORMATAÇÃO DOS CALENDÁRIOS FECASURF PARA 2017

Não poderá haver conflitos de datas de eventos de Circuitos Oficiais FECASURF aonde houver as mesmas categorias ou participantes, exceção feita nos eventos SC-QS Junior/Feminino/Master/Longboard 1000 em regiões distintas.

Art. 9º – PRIORIDADES

  1. Evento Mundial/Internacional
  2. Evento Nacional Profissional
  3. Evento Nacional Amador
  4. Evento Profissional Catarinense
  5. Evento Amador Circuito Catarinense SC Tour
  6. Evento Amador Circuito Catarinense QSC 6000
  7. Evento Amador Circuito Catarinense QSC 3000
  8. Evento Amador Circuito catarinense QSC 1000
  9. Evento Especial
  10. Evento Amador Local
  11. Surf Treinos (eventos locais comprovadamente sem premiação)

IMPORTANTE – Essas regras entrarão em vigor a partir de 1º de fevereiro de 2017. Antes dessa data, por questões de urgência e fechamento anterior à confecção dessa tabela, as datas serão negociadas caso a caso pela diretoria da Fecasurf, de maneira a atender da melhor forma possível os pretendentes com campeonatos já fechados e anunciados. Entendemos que poderá haver alguns conflitos de datas, que deverão ser discutidos entre as partes em reunião agendada com o Tour Manager Fecasurf.

 

CAPÍTULO 9. DURAÇÃO DE EVENTOS (Eventos amadores estaduais)

A duração máxima será de 02 dias, com exceção para feriados e férias escolares quando os eventos poderão ter duração máxima de até 03 dias.

  1. Em eventos de 02 dias, os limites máximos de inscrições serão de acordo com o Status do evento e as categorias realizadas.
  2. O Tour Manager deverá interromper o processo de inscrições, quando os números ultrapassarem os formatos definidos.
  3. Se por justa causa, algum atleta for impedido de chegar à área de competição em tempo para sua bateria, ele poderá ser reposicionado se houver vaga para isso, desde que haja um comunicado ao Tour Manager ou ao Diretor de Provas em tempo hábil para tal e todos os atletas da categoria em questão sejam comunicados.
  4. Baterias com dois ou menos atletas, serão finalizadas com 05 (cinco) minutos de duração, ou canceladas, porém se for comunicado ao Tour Manager ou ao Head Judge da impossibilidade do(s) atleta (s) inscritos e/ou classificado (s) em se apresentar para competir, de modo que apenas dois ou menos atletas estejam na área do evento, tornando desnecessária a entrada na água.
  5. O tempo máximo de bateria em todos os eventos amadores deve ser de 15 minutos – com um máximo de 10 ondas surfadas – Serão computadas as 02 melhores ondas para efeito de classificação. (As regras gerais seguintes são iguais as do surf profissional).
  6. Nos eventos Fast Heat o tempo será de 10 min – máximo de 03 ondas surfadas – 02 melhores computadas.

 

Art. 10º – Recomenda-se que as baterias dos eventos tenham 04 (quatro) atletas, exceção será feita em casos determinantes para não atrapalhar o cronograma do evento, e nesse caso poderão ser constituída de 05 ou 06 atletas (sempre classificando 50% ou mais dos atletas para a próxima fase), sendo que o não preenchimento do total de vagas em uma categoria não implica na obrigação da organização em aumentar o número de atletas Alternates, podendo a categoria incompleta ser disputada com um número de atletas menor do que o previsto neste Regulamento. Em Circuitos onde sejam programadas baterias com 05 ou 06 atletas, recomenda-se que estas baterias aconteçam preferencialmente na primeira fase, lembrando que a exceção descrita anteriormente continua válida, permitindo que em categorias de início ao surf, finais de 06 atletas possam acontecer.

 

CAPÍTULO 10 – REGRAS PARA A REALIZAÇÃO DOS EVENTOS E CIRCUITOS CATARINENSES DE SURF

Art. 11º- Datas dos eventos:

  • As datas dos eventos, uma vez oficializadas, só poderão ser alteradas pelo Tour Manager junto ao Presidente da FECASURF. Todos os campeonatos deverão atender aos requisitos básicos de aprovação que compreendem o cumprimento do Livro de Regras e o pagamento da Taxa de Matrícula até 20 dias antes do evento, ou quando da confirmação do mesmo no calendário da entidade.
  • Durante os Circuitos Oficiais da FECASURF 2017, o intervalo entre os eventos sancionados deverá obedecer a um critério que não impeça a participação dos surfistas nos circuitos das suas associações de praia oficiais, como forma de fortalecer e de estimular o trabalho destas Associações filiadas à FECASURF.
  • Não será permitida a realização de 02 (dois) eventos com as mesmas categorias, na mesma data, no período de realização dos Circuitos Oficiais FECASURF. Caso a data já esteja preenchida por um evento e outros interessados desejem realizar eventos nesta mesma data, então a FECASURF não homologará os eventos em questão. Os atletas filiados à FECASURF estarão impedidos de participar dos mesmos, sob pena de suspensão automática em um evento (próximo) que faça parte do Circuitos oficiais da FECASURF. Em caso de reincidência, o mesmo atleta será suspenso pelo restante do(s) Circuito(s) oficial(s) que participe.

Art. 12º- Em nenhuma circunstância poderá um patrocinador de evento forçar os competidores a usar calções, roupas de borracha ou os produtos de sua fabricação como condição para a sua entrada na água. (Exceção feita às lycras de competição)

Art. 13º- O cronograma (ordem de baterias) de cada evento só poderá sofrer alterações com no mínimo 40 minutos de antecedência ou em casos extremos.

Art. 14º- Em todos os eventos válidos pelos Circuitos QS e TOUR FECASURF, a escalação do quadro técnico será de responsabilidade da FECASURF, através de seus Diretores Gerais e Regionais.

Art. 15º- Em todos os eventos válidos pelos Circuitos QS e TOUR FECASURF, os organizadores deverão contratar 02 (Dois Locutores) locutores com experiência técnica, através de uma listagem previamente fornecida pela FECASURF. Caso algum patrocinador queira contratar um terceiro locutor para fazer exclusivamente a parte comercial, não haverá nenhuma restrição, desde que os locutores técnicos já estejam definidos.

Art. 16º- Durante os eventos válidos pelos Circuitos QS e TOUR FECASURF, quaisquer mudanças de critério (número de ondas computadas, tempo de bateria, critério de julgamento, etc.), deverão ser previamente informadas aos surfistas através do Beach Marshall e da locução. O Beach Marshall deverá receber sempre o “briefing” atualizado do Head Judge, para poder passar as informações corretas aos atletas.

Art. 17º- Em todos os eventos válidos pelos Circuitos QS e TOUR FECASURF, os promotores devem repassar à entidade máxima local filiada 10% (dez por cento) do total arrecadado com as inscrições, desde que a mesma participe de forma efetiva a facilitar a produção do evento (estrutura física, hospedagem de equipe técnica e alimentação são itens a ser considerados), sendo de exclusiva responsabilidade da associação local o destino do dinheiro recolhido.

Art. 18º – No caso de suspensão do evento, transferência ou cancelamento em função da baixa qualidade das ondas, esta decisão deverá ser tomada pelo Tour Manager junto ao Representante do Evento, os Head Judges, e por um Representante dos Surfistas e/ou membro do Conselho Executivo;

Art. 19º – No caso de suspensão do evento, transferência ou cancelamento em função da baixa qualidade das ondas, esta decisão deverá ser tomada pelo Tour Manager junto ao Representante do Evento, os Head Judges, e por um Representante dos Surfistas e/ou membro do Conselho Executivo;

Art. 20º- Todas as etapas que somarem pontos para os Circuitos Catarinenses (Profissional, Amador e de Associações), eventos especiais (Onde houver participação de atletas ranqueados ou federados) deverão ser supervisionadas pelo Tour Manager indicado pela entidade, que ficará responsável pela formação das baterias, ranking, repasse das Taxas de Filiação e para garantir que todas as normas do Livro de Regras da FECASURF estejam sendo cumpridas, além de ter a presença do corpo de juízes oficial da FECASURF escalado pelo Diretor Técnico da entidade, que também deverá se fazer presente em todas as competições.

Art. 22º- A partir de 31 de setembro de 2017, somente serão homologados pela FECASURF eventos das associações que estiverem 100% regularizadas, com Estatuto registrado e cartão do CNPJ ativo junto à Receita Federal. As associações que não estiverem rigorosamente dentro da lei não poderão promover eventos de surf com a participação dos filiados da FECASURF.

Art. 25º- Serão realizadas 10 reuniões da FECASURF com as Associações filiadas durante o ano, de fevereiro a novembro.

 

CAPÍTULO 17. CIRCUITOS INTERNOS 

Art. 11º – Quando só competem atletas locais, a homologação tem custo zero, porém é obrigatória.

OBS. Para 2017 será permitida a inclusão de uma categoria aberta.

 

CAPÍTULO 18. CIRCUITOS INTERNOS DE ASSOCIAÇÕES

Art. 12º – Eventos de associação abertos à participação de atletas de outras associações em todas as categorias.

Homologação R$ 100,00 por dia de evento.

  • O pedido de datas e homologação de eventos deve se feito através do “Sistema passo a passo para a realização de eventos homologados”. Link Sistema Passo a passo, para abrir e preencher, clique aqui.
  • A FECASURF analisará as especificações do evento e fará os ajustes, quando estes se fizerem necessários, inclusive com relação a datas.

OBS. OS ATLETAS, ÁRBITROS, STAFF E PROMOTORES QUE PARTICIPAREM DE EVENTOS QUE SEJAM REALIZADOS SEM A DEVIDA HOMOLOGAÇÃO DA FECASURF, SERÃO AFASTADOS DOS QUADROS DA FEDERAÇÃO CATARINENSE DE SURF POR UM ANO, SEM PODEREM COMPETIR OU REALIZAR SUAS FUNÇÕES JUNTO A ENTIDADE. PORTANTO, É IMPERATIVO QUE OS ATLETAS, ARBITROS E STAFF; CERTIFIQUE-SE JUNTO A FECASURF QUANTO A HOMOLOGAÇÃO DOS EVENTOS LOCAIS INTERNOS OU ABERTOS, QUE PARTICIPAREM. AS ASSOCIAÇÕES FILIADAS ENVOLVIDAS NA REALIZAÇÃO DE TAIS EVENTOS RECEBERÃO MULTA DE R$ 500,00, DOBRANDO NA REINCIDÊNCIA.

Art. 13º- Para receberem a homologação da FECASURF e com isso constar no calendário oficial da entidade e terem permissão para contar com os atletas de outras associações que sejam filiados à FECASURF, as Associações e/ou Promotores dos eventos em questão deverão pagar uma Taxa de Matrícula (descrita no Art. 12º). Este valor deverá ser pago à Liga FECASURF com até 20 dias de antecedência ao início do referido evento.

Art. 14º- Os eventos que são válidos pelos Circuitos Internos deverão contar com a supervisão técnica da FECASURF e contar com representantes do seu quadro técnico nos seus eventos para que o evento seja homologado pela FECASURF, (de acordo com a tabela descrita no Art. ).

Art. 15º- As etapas homologadas não contarão pontos para os rankings oficiais FECASURF, contarão apenas para o ranking da associação.

 

  1. Quadro técnico em eventos locais abertos:
Equipe Técnica Valores
01 Head Judge (escalado Fecasurf) R$ 250,00 p/dia
01 Head Judge Local Valores negociáveis com a associação local
01 Juiz Estadual (escalado Fecasurf) R$ 200,00 p/dia
04 Juízes locais (escalado Associação) Valores negociáveis com a associação local
Recomenda-se 04 juízes julgando e 02 juízes revezando (quadro com 06 juízes).

 

 

CAPÍTULO 18. EVENTOS ESPECIAIS ESTADUAIS

Eventos de associação de grande porte, abertos à participação de atletas de outras associações em todas as categorias.

  1. A) O pedido de datas e homologação de eventos deve se feito através do “Sistema passo a passo para a realização de eventos homologados”
  2. B) A FECASURF analisará o projeto e fará os ajustes, quando estes se fizerem necessários, inclusive com relação a datas.
  3. C) A Taxa de Homologação será de R$ 500,00 por dia de evento.
  4. D) O promotor/ associação fará o acerto da TAXA devida em até 07 dias após o término do evento.
Cargo             Quantidade    Valores p/ dia (R$) Total
Head Judge (01 Regional) 02 500,00 (250,00X 2) R$ 1.000,00
Juízes Estaduais 04 800,00 (200,00 X 2) R$ 1.600,00
Juízes Locais/Regionais 02 300,00 (150,00 X 2) R$ 600,00
Locutor Oficial 01 200,00 R$ 400,00
Locutor Local 01 Valor Local
Spotter 02 Valor Local
Beach Marshall 01 Valor Local
Secretário de inscrições 01 R$ 150,00
Tour Manager 01 200,00 p/dia R$ 500,00

OBS. Obrigatório o pagamento de ajudas de custo.

 

CAPÍTULO 18. EVENTOS ESPECIAIS NACIONAIS AMADORES

Eventos Nacionais de grande porte, abertos à participação de atletas de outros estados em todas as categorias.

  1. A) O pedido de datas e homologação de eventos deve se feito através do “Sistema passo a passo para a realização de eventos homologados”
  2. B) A FECASURF analisará o projeto e fará os ajustes, quando estes se fizerem necessários, inclusive com relação a datas.
  3. C) A Taxa de Homologação será de R$ 1.500,00 por dia de evento.
  4. D) O promotor/ associação fará o acerto da TAXA devida em até 07 dias após o término do evento.
Cargo             Quantidade    Valores p/ dia (R$) Total
Head Judge (01 Regional) 02 600,00 (300,00X 2) R$ 1.200,00
Juízes Estaduais 04 500,00 (250,00 X 2) R$ 2.000,00
Juízes Locais/Regionais 02 400,00 (200,00 X 2) R$ 800,00
Locutor Oficial 01 250,00 R$ 500,00
Locutor Local 01 Valor Local
Spotter 02 Valor Local
Beach Marshall 01 Valor Local
Secretário de inscrições 01 R$ 150,00
Tour Manager 01 300,00 p/dia R$ 600,00

 

OBS. Obrigatório o pagamento de ajudas de custo.

 

CAPÍTULO 19. EXIGENCIAS TÉCNICAS PARA EVENTOS ESPECIAIS.

  1. Sistema de computação obrigatório.
  2. Estrutura de praia: Palanque ou Estrutura equivalente.
  3. Equipe local mínima (OBRIGATÓRIO): 01 Locutor auxiliar, 01 Beach Marshall, 02 Spotters, 02 Seguranças, 01 Secretário (valores negociados com a associação local).
  4. Obrigatoriedade do logotipo da FECASURF no pôster do evento na mesma proporção da Associação local e nas lycras de competição.
  5. Obrigatoriedade do logotipo da FECASURF no palanque e podium do evento.
  6. Obrigatoriedade do logotipo da FECASURF e da Associação local na camiseta do evento.
  7. Equipe Técnica: A ser definida pelo Tour Manager FECASURF, Diretor Técnico Geral FECASURF, Diretor Técnico Regional FECASURF e Promotor.
  8. Obrigatório (04) jogos de Lycras nas (06) cores: Vermelha, Branca, Amarelo Cítrico, Preta, Azul e Verde.

 

CAPÍTULO 20. SURF TREINO

Muitas Associações tem erroneamente realizado eventos com o nome de Surf Treino, quando na realidade não o são.

Eventos SURF TREINO: Evento de pequeno porte realizado, ou aprovado (obrigatório) pela associação local, abertos à participação de atletas de outras associações, desde que cumpra a sua finalidade de treino, isto é, SEM PREMIAÇÃO, estes eventos não necessitam de homologação junto a Fecasurf.

QUALQUER PREMIAÇÃO DIVULGADA E OFERECIDA POR UM EVENTO, O TIRA DA CONDIÇÃO DE SURF TREINO, DEVENDO SER HOMOLOGADO DE ACORDO COM RELAÇÃO ANTERIORMENTE DESCRITA.

  1. A) O pedido de datas e homologação de eventos deve se feito através do “Sistema passo a passo para a realização de eventos homologados”
  2. B) A FECASURF analisará o projeto e fará os ajustes, quando estes se fizerem necessários, inclusive com relação a datas.

 

CAPÍTULO 21. SANTA CATARINA PROFISSIONAL TOUR 2017

Regras de aprovação

Art. 11º – Responsabilidades. O Circuito Catarinense de Surf Profissional 2017 – SANTA CATARINA PRO TOUR 2017 ficará sob a responsabilidade da FECASURF, com parceria ou não de Promotores e Associações, com a devida participação das associações locais.

Art. 12º – Duração do Evento 02 dias, podendo ter no máximo 04 dias.

Art. 13º – Filiação O valor da Taxa de Filiação no Circuito PROFISSIONAL do ano 2016 será de R$180,00 (cento e oitenta reais) por atleta, os pontos somente serão computados a partir do pagamento da mesma.

Art. 14º- Os eventos do Circuito Catarinense de Surf Profissional 2017 quanto aos seus Níveis e Premiações serão regidos pelo Livro de Regras da ABRASP.

Art. 15º- A taxa de filiação para o ano de 2016 nesta categoria será de R$ 180,00 (Cento e oitenta reais).

A – O valor da filiação para a categoria deverá ser pago até dois dias antes da realização da primeira etapa homologada pela FECASURF para que o surfista pontue no ranking, receba o seu seeding e mantenha os pontos da temporada 2016. Após esse prazo o atleta somente somará os pontos obtidos a partir da data de pagamento, ou seja, não receberá pontos das etapas que não estava filiado.

Art. 16º- O valor da Taxa de Inscrição varia de acordo com o nível do evento conforme tabela da ABRASP:

Art. 17º- Atletas amadores não terão direito á pré-classificação nos eventos que compõe o Santa Catarina Pro Tour 2017, a não ser, exclusivamente, quando não haja mais atletas profissionais para serem reclassificados. Um atleta profissional, mesmo que não tenha ponto nenhum e/ou não faça parte de nenhum ranking, entrará sempre na frente dos amadores. Ex-profissionais e que competem nas demais categorias também não terão direito à pré-classificação.

Art. 18º- Os atletas amadores terão direito de receberem 100% de sua premiação nos eventos que fazem parte da Santa Catarina Pro Tour Fecasurf 2017, de acordo com a colocação que obtiverem nos referidos eventos.

  • Será, entretanto exigido que os atletas que receberem essas premiações prestem contas para a FECASURF, comprovando a utilização de no mínimo 50% da devida premiação em sua carreira competitiva. Passagens, inscrições, hospedagens, alimentação, compra de equipamentos, etc. com as respectivas notas devem ser enviados para a entidade, num período de até 06 meses.

Art. 19º- Os atletas profissionais menores de 18 anos estão autorizados a participar do Circuito Oficial da Confederação Brasileira de Surf (CBS), exclusivamente representando o estado do Santa Catarina e para isto, o mesmo deverá solicitar uma autorização formal a FECASURF.

Art. 20º- Soma dos resultados para efeito de ranking final do Santa Catarina Pro Tour 2017.

A – Para efeito de ranking profissional, caso o Circuito tenha 06 (seis) etapas, então serão somadas as 04 (quatro) melhores pontuações. Caso tenha até 05 (cinco) etapas, então serão somadas as 04 (quatro) melhores pontuações, independente no nível do evento. Caso tenha até 04 (quatro) etapas, então serão somadas apenas as 03 (três) melhores pontuações, independente no nível do evento. Caso tenha até 03 (três) etapas, então serão somadas as 02 (duas) melhores pontuações, independente no nível do evento. No caso de haver apenas 01 ou 02 etapas, a(s) pontuação(s) deste(s) eventos definira os campeões, independentemente do nível do evento homologados pela entidade.

B – Caso haja empate no ranking final, o desempate ocorre da mesma forma do que em uma bateria, ou seja: Se a princípio estão sendo contados as cinco melhores pontuações, passa-se a somar os quatro melhores; em caso de novo empate, serão somados as três melhores, depois as duas melhores e por fim a melhor pontuação, independente do nível dos eventos; persistindo o empate passa-se as demais pontuações (se houver) que não foram computados, até que seja desempatado. Caso não existam condições para o desempate, o atleta com a melhor colocação nos ranking do ano anterior será declarado vencedor.

C – Os atletas que participarem de qualquer evento como “wild cards” ou “alternates” ou “amadores”, terão seus pontos computados no ranking, porém apenas como “Participante”.

Art. 21º- O atleta que for declarado Campeão do Santa Catarina Pro Tour Fecasurf 2017 será indicado pela Fecasurf para representar o estado, onde isso for aplicável, Ex: divisão de Elite do Circuito Brasileiro de Surf Profissional, ou eventos internacionais realizados no Estado de Santa Catarina . Caso o mesmo já esteja classificado para o referido circuito ou evento através de outras maneiras, o atleta seguinte no ranking final profissional 2017 será chamado, e assim sucessivamente.

  1. – O atleta declarado CAMPEÃO PROFISSIONAL CATARINENSE 2017 deverá estar quite com suas obrigações com a ABRASP para que o mesmo seja indicado á vaga de divisão de ELITE.

Art. 22º- Os atletas que estiverem registrados por qualquer Associação de Praia no Estado de Santa Catarina não podem representar, em hipótese alguma, qualquer outra associação em outro estado brasileiro, em qualquer circuito que seja, sob pena de serem automaticamente suspensos pelo restante do Circuito de Equipes (Surfing Games) do ano vigente, imediatamente após a comprovação do fato.

 

CAPÍTULO 11. PONTUAÇÃO:

A pontuação adotada obedecerá ao seguinte quadro, sendo que classificados abaixo da 64a posição receberão todos 1 ponto para efeito de participação em ranking.

Eventos de 1000 pts.        

                                            

 Eventos de 3000 pts.    

                                            

Eventos de 6000 pts.      

 

CAPÍTULO 10. RANKING

 

 

Art. 5º- Rankings finais dos Circuitos.

A partir de 2017, os rankings oficiais da FECASURF passam a ser determinados por um número pré-fixado de melhores pontuações a ser contadas no fim dos mesmos, seguindo o modelo usado atualmente pela WSL.

 

  • SC-QS JUNIOR FECASURF 2017 e SC-QS FEMININO FECASURF 2017- Para efeito de ranking de qualificação (Qualifying) para as finais chamadas de TOUR ou CHAMPIONSHIP, serão considerados os seguintes números: Caso sejam realizadas 09 (nove) ou mais etapas, serão somadas as 05 (cinco) melhores pontuações de cada atleta, independentemente do nível dos eventos. Caso o Circuito venha a ter até 08 (oito) etapas, serão computadas as 04 (quatro) melhores pontuações de cada atleta, independentemente do nível dos eventos. Caso o Circuito tenha até 06 (seis) etapas, então serão somadas as 03 (três) melhores pontuações. Caso tenha até 03 (três) etapas, então serão somadas apenas as 02 (duas) melhores pontuações, independente no nível do evento. No caso de haver apenas 01 ou 02 eventos, obviamente a pontuação deste (s) definira os campeões.

 

  • II- Caso haja empate no ranking final, o desempate ocorre da mesma forma do que em uma bateria, ou seja: se em princípio somam-se as cinco melhores pontuações, passa-se a somar as quatro melhores; em caso de novo empate, serão somadas as três melhores, duas melhores pontuações; continuando o empate será somada somente a melhor pontuação; persistindo o empate, passa-se às demais pontuações que não foram computadas dos outros eventos do circuito, até que não haja mais empate. Caso não existam condições para o desempate, o atleta com a melhor colocação no ranking da categoria, no Circuito Catarinense do ano anterior, será declarado vencedor.
  • SC-TOUR JUNIOR FECASURF 2017, SC- TOUR FEMININO FECASURF 2017 e CHAMPIONSHIP – Para efeito de ranking e obtenção dos Campeões Catarinenses , serão considerados os seguintes números: Serão realizadas 03 (três) etapas, onde serão somadas as 03 (três) melhores pontuações de cada atleta. Caso o Circuito venha a ter até 04 (quatro) etapas, serão computadas as 03 (três) melhores pontuações de cada atleta. No caso do título ser decidido em apenas 01 (uma) etapa, obviamente as colocações de cada atleta definirão o Ranking Final.

 

 

LIVRO DE REGRAS Parte 4 – PESSOAL, FUNÇÕES e ÉTICA PROFISSIONAL

 

  1. EQUIPE TÉCNICA
  2. ÉTICA PROFISSIONAL

 

Art. 21º- Serão considerados membros do staff técnico, todos os profissionais contratados para executar as funções específicas que irão determinar o andamento da competição.

São eles, Promotores, Membros da Federação e Associação realizadora envolvidos, Diretores de Prova, Árbitros e seus ajudantes, Locutores, Assessores de Imprensa, Seguranças de Área e de Água, Beach Marshalls, Operadores de Computação, de Transmissão, de Vídeo, de Sonorização e outras posições que interfiram no andamento das competições.

Art. 22º- Os membros do staff técnico e da diretoria da FECASURF que demonstrarem falta de conduta profissional ou ética durante os eventos chancelados pela FECASURF serão punidos de acordo com a regulamentação da entidade:

  1. 1ª ocorrência – 02 (dois) meses de suspensão;
  2. 2ª ocorrência – 06 (seis) meses de suspensão;
  3. 3ª ocorrência – eliminação definitiva do quadro técnico e/ou diretivo da

 

FECASURF. Parágrafo único: Os fatos devem ser narrados nos relatórios do Diretor de Prova assim como nos relatórios dos Heads Judges.

Art. 23º- Serão realizadas 04 reuniões de Diretoria Técnica da FECASURF durante o ano, para discutir aspectos técnicos e avaliação dos Circuitos, optando sempre para os meses de março, junho, setembro e dezembro.

 

 

LIVRO DE REGRAS Parte 5 – REGRAS E REGULAMENTOS

 

  1. REGRAS DE COMPETIÇÃO
  2. INTERFERÊNCIA
  3. REGULAMENTO DISCIPLINAR

 

 

CAPÍTULO 22 – REGRAS DE COMPETIÇÃO

 

Art. 24º- Julgamento: Paragrafo Único:

“O surfista deverá desenvolver a sua performance nas baterias, dentro dos conceitos chaves do Critério de Julgamento para maximizar o seu potencial de pontos”.

Os juízes analisam os seguintes conceitos chaves quando avaliam e pontuam as ondas surfadas em uma bateria:

– Compromisso e grau de dificuldade das manobras

– Manobras inovadoras e progressivas

– Combinação das principais manobras

– Variedade de manobras

– Velocidade, pressão e fluidez.

É importante frisar que a ênfase em determinados conceitos deste critério depende muito do local e das condições apresentadas, bem como das mudanças nas condições do mar durante o dia.

Escala utilizada:

0,1-1,9 = Ruim

2,0-3,9 = Fraco

4,0-5,9 = Regular

6,0-7,9 = Bom

8,0-10,0 = Excelente

Art. 25º- O formato das baterias do Profissional será de até 04 surfistas, (no Amador de até 06 surfistas). 50% ou mais, dos competidores avançam para a fase seguinte. Nas repescagens ou em situações extremas poderão ser classificados de 1 a 3 atletas por bateria.

Art. 26º- O tempo de bateria e regras de competição:

  • Categoria Profissional (SANTA CATARINA PRO TOUR 2017) – O tempo mínimo de bateria das primeiras fases das triagens será de 20 minutos, podendo sofrer alterações de acordo com as condições do mar, tanto para menos quanto para mais. O tempo poderá variar entre 20 e 30 minutos. Deve-se fazer um esforço para que as semifinais sejam de 25 minutos e a final de 30 minutos;
  • Categorias Amadoras (Circuitos Catarinenses Qualifying e Tour) – O tempo de bateria em todas as categorias de surf amador será de 15 minutos (10 minutos nos eventos com o formato Fast heat). Em casos extremos esse tempo poderá ser alterado conforme decisão do Tour Manager, Diretor de Prova e Head Judge.
  • As baterias deverão ter seu tempo marcado através de um cronômetro eletrônico e nunca por um relógio analógico.
  • A duração oficial das baterias deve ser determinada pelo Head Judge e pelo Tour Manager, presentes ao evento, observando sempre o Livro de Regras da FECASURF.
  • Todas as baterias deverão começar em frente da área do palanque ou no “outside”, ou os surfistas poderão iniciá-la na praia, mediante orientação do locutor e/ou do Beach Marshall, quando for o caso.
  • Deverá ser usada uma buzina para iniciar e terminar as baterias. Um toque para iniciar e dois toques para terminar.
  • Deverá usar-se um sistema de placas de tempo com dimensão mínima de 1 metro quadrado. Verde para começar a bateria e amarela para indicar os seus cinco minutos finais. Vale lembrar que as placas de tempo são um sistema de auxílio visual aos atletas e que nenhum protesto será aceito por impossibilidade de visualização ou troca de cores.
  • VIII- O locutor deverá fazer uma contagem regressiva aos cinco segundos do final da bateria. Ao atingir “zero” a mesma encerrar-se-á imediatamente, a placa amarela será abaixada e não deverá aparecer nenhuma placa. O final da bateria ocorrerá no primeiro sinal da sirene. O Mesmo ocorrerá ao inicio de uma bateria com o primeiro toque da buzina, onde o atleta deverá estar claramente com os dois pés sobre a prancha e com suas mãos tendo neste mesmo momento “deixado as bordas da prancha” para ter sua onda validada. Exceção a esta regra, ocorrerá em situações onde as mãos nas bordas caracterizem claramente um “Grab –rail” na intenção de se entubar, onde então, mesmo sem suas mãos terem “deixado as bordas da prancha” o atleta poderá ter sua onda validada.
  • O surfista poderá descer uma onda na área de competição antes do início de sua bateria, não sendo computada esta onda;
  • No caso de um surfista pegar uma onda após o início da bateria seguinte ou anterior à sua, desde que não atrapalhe outro competidor ou aos juízes, ou poderá receber multa no valor de uma inscrição, da categoria em disputa, por cada onda surfada. Não será computada interferência nesse caso;

 

Art. 27º- Todos os surfistas deverão liberar a área de competição antes do inicio da primeira bateria do dia, assim que solicitados pela locução. Caso seja identificado o infrator, haverá uma multa no valor de uma inscrição e em caso de reincidência o Head Judge da competição poderá solicitar a suspensão do atleta por até três eventos seguintes.

Art. 28º- Ao final da bateria, o surfista deverá estar claramente com a posse da onda, fazendo um movimento para levantar-se e com as mãos já tendo deixado as bordas de prancha, para que a onda seja contada;

Art. 29º- Sob nenhuma circunstância haverá prorrogação de tempo, uma vez iniciada a bateria. Se a mesma for interrompida por qualquer razão, esta deverá iniciar-se no tempo exato em que foi interrompida até o final pré-estabelecido. Exceção será possível se a bateria ao ser interrompida, estiver sem vantagem para nenhum dos competidores, e pela condição do mar, tornar-se impossível manter-se a mesma escala de notas; outra situação, é quando passar 10 minutos de bateria e nenhum competidor tiver surfado ainda, sem haver vantagem alguma para alguém. Neste caso, poderá haver um reinício da bateria, recomeçando uma nova contagem de tempo.

Paragrafo Único: A Decisão sobre o recomeço de uma bateria (restart) é de competência do Head Judge em conjunto com os juízes. Será tomada se durante os 10 primeiros minutos de uma bateria, nenhuma onda apresentar a possibilidade de ser surfada.

Art. 30º- O Diretor de Prova e o Tour Manager são as únicas pessoas que poderão dar informações oficiais sobre horários e formação das baterias. Se por acaso alguém, que não eles, passar informações erradas que causem a perda de uma bateria a algum atleta, não será responsabilidade do evento e nem da FECASURF, ficando o atleta sem condições de protestar.

Art. 31º- O Check-in nas Categoria Profissional, deverá ser efetuado até 05 minutos antes do início da bateria. Caso o mesmo não seja efetuado por dois ou três atletas e a bateria for autorizada a entrar na água será concretizado o W.O. e a bateria nem entrará na água e o(s) atleta(s) presente(s) (1 ou 2) automaticamente classificado(s) para a próxima fase.

Art. 32º- O Check-in nas Categorias Amadoras deverá ser efetuado até 05 minutos antes do início da bateria conforme cronograma e locução. Caso o mesmo seja efetuado somente por dois atletas, os mesmos disputarão a primeira colocação em 5 minutos de disputa, no caso de ausência confirmada dos atletas restantes, não haverá necessidade de caírem na água com prioridade de colocação para o atleta de seeding mais alto. Caso somente um atleta faça o check-in, então ele estará automaticamente classificado para a próxima fase. O atleta que chegar atrasado poderá entrar no mar com a bateria em andamento, dentro do tempo programado para a mesma, desde que sua vaga não tenha sido repassada para um alternate durante o tempo de check-in. Caso o atleta atrasado seja o terceiro em uma bateria com apenas dois atletas, que foi reduzida para 5 minutos, a bateria voltará automaticamente a ter o seu tempo normal, desde que o surfista em questão vista a lycra dentro dos cinco primeiros minutos da bateria.

Art. 33º- Caso um atleta perca por W.O em eventos amadores ou profissionais e tenha um motivo justificável, o mesmo poderá retornar ao evento pagando outra inscrição. Isto só poderá acontecer exclusivamente durante a 1a fase. Um atleta que já tenha competido e perdido a sua bateria na 1a fase não poderá usufruir deste direito em hipótese alguma. O atleta em WO não terá o valor de sua inscrição devolvido em hipótese alguma.

Art. 34º- Um atleta pré-classificado que perder a sua bateria, não poderá jamais entrar na lista de alternates.

Art. 35º- No caso em que as condições do mar não apresentem o tamanho mínimo exigido de 30 cm, o campeonato poderá ser realizado em um outro lugar que ofereça condições, ou transferido para outro horário ou para outro dia. No caso do campeonato ser oficialmente cancelado após o início do Evento Principal os pontos e os prêmios disponíveis deverão ser divididos entre os atletas que estiverem classificados para o respectivo round. Na categoria amadora a premiação ficará acumulada para a próxima etapa.

Art. 36º- Nos eventos dos Circuitos Catarinenses (Profissional e Amador 2017), os resultados polêmicos, exclusivamente referentes a interferências poderão voltar atrás, desde que seja comprovado o erro através de um vídeo que o atleta deverá apresentar ao Head Judge com até, no máximo, 30 minutos após o término de sua bateria, através de uma reclamação por escrito. A decisão final será do Head Judge em conjunto com o representante da FECASURF presente ao evento, mais os juízes que julgaram a bateria.

Art. 37º- Revisões de ondas pelo sistema de vídeo só serão permitidas em caso de ondas supostamente perdidas e não avaliadas, que tenham sido surfadas dentro da área de competição e do tempo oficial da bateria. Nestas circunstâncias, o resultado ficará “sob juízo”, indefinido e será informado oficialmente, somente após decisão oficial do Head Judge da bateria em questão, mais o Diretor Técnico da FECASURF, os juízes e o representante da FECASURF no evento, no caso o Tour Manager, ao final da respectiva fase.

Art. 38º- Revisão de ondas através de um vídeo apresentado pelo atleta para contestação de nota, só será aceita mediante protesto escrito encaminhado a direção técnica pelo próprio atleta envolvido ou técnico devidamente filiado à FECASURF.

Essa revisão não permite a mudança da nota e só será realizada como esclarecimento e ao final do dia, conforme a disponibilidade de tempo.

Apenas terão acesso a essa revisão membros do Conselho da FECASURF, os atletas envolvidos e o técnico dos mesmos, devidamente filiados à FECASURF.

Art. 39º- Se qualquer evento desejar usar Dois palanques (Double Banks) seja pela condição das ondas ou tempo útil para a conclusão da prova, deverá ter a aprovação da FECASURF em conjunto com o realizador do evento mais o representante dos Atletas, para então fazê-lo. Eles devem ter uma área neutra (Buffer Zone), de no mínimo 50 metros de intervalo, entre cada uma das áreas técnicas de cada estrutura montada.

  • Se as condições mostram que os palanques duplos necessitam ser utilizados durante um evento, o Diretor Técnico da FECASURF, o Diretor de Prova e um Representante dos Surfistas devem ser consultados.
  • Se as condições mostram que os palanques duplos precisam ser utilizados, um quadro mínimo de 3 juízes (com todas as contagens de pontos dos juízes direcionados a média final) será utilizado.
  • O sistema de computação será prioritariamente usado no palanque principal, e caso seja possível, um sistema auxiliar de computação, também será utilizado no segundo palanque. Todos os resultados serão anunciados pelo palanque Principal.

 

Art. 40º- Na Categoria Profissional, o número Máximo de ondas será definido pelos head judges e o Diretor de Prova.

O número máximo de ondas permitido para cada atleta deverá ter uma relação direta com o número de ondas do somatório.

O competidor deverá ser informado quando completar sua 8a onda no caso de 10, na sua 13a no caso de 15 e na sua 18a no caso de 20. Se for surfada mais de 10, 15 ou 20 ondas, respectivamente no tempo limite da bateria o atleta será penalizado com uma multa de R$ 100,00 por onda surfada além do limite estabelecido.

Além disso, aquele que permanecer na água após a sua 10a, 15a ou 20a onda, será penalizado com uma interferência nos casos em que:

  1. l) – Desça qualquer onda extra que atrapalhe outro competidor;
  2. ll) – Interfira em qualquer competidor remando ou colocando-se no outside.

Art. 41º- Nas Categorias Amadoras o número máximo de ondas permitidas (base de 10 ondas) por bateria assim como quantas serão consideradas para efeito de classificação (base de duas ondas) fica a critério do Diretor Técnico e do Head Judge em função das condições do mar.

Art. 42º- O competidor deverá ser informado quando faltarem 02 (duas) ondas, quando faltar 01(uma) onda e quando completar o número máximo de ondas para a bateria em questão. Se surfar mais de 10 (dez) ondas no tempo limite da bateria será penalizado com uma advertência oral e em seguida caso persista na água com uma interferência. Além disso, quem permanecer na água após sua última onda será penalizado com uma interferência se:

  • Desça qualquer onda extra que atrapalhe outro competidor;
  • II- Interfira em qualquer competidor remando ou colocando-se no outside

 

Art. 43º- Soma de notas nas baterias dos Circuitos Catarinenses de Surf.

No caso de quatro ou cinco juízes julgando uma bateria, a maior e a menor nota dada pelos juízes a cada onda são eliminadas, somando-se as 02 ou 03 notas intermediárias e dividindo-se por 02 ou 03, para obter-se a média final (nota final). Ao final da bateria, as 02 melhores notas de cada surfista serão destacadas e somadas. O surfista que obtiver o maior número de pontos será o vencedor.

Art. 44º- Nas baterias dos Campeonatos Catarinenses, deverão ser somadas as 02 melhores pontuações. Para questão de desempate:

  • Quando são somadas as duas melhores notas, o desempate se dará através da melhor nota. Caso a bateria ainda siga empatada, desempatar-se-á na terceira, quarta, quinta, até a décima ou décima segunda nota, de acordo com o número de ondas que for pré-estabelecido pelo Head Judge antes do round começar.
  • Persistindo o empate numa bateria, o seeding deverá ser usado para o desempate Somente baterias sem nenhuma condição de desempate irão à água novamente, mediante a autorização do Diretor de Prova, head Judge e Tour Manager.

 

Art. 45º- Toda e qualquer reclamação referente a julgamento somente será atendida pelos head judges ao término do round (fase) e depois de receber um protesto por escrito do atleta em questão.

 

CAPÍTULO 23. INTERFERÊNCIA: Regra Básica

O surfista que estiver na parte interna da onda tem o direito incondicional de surfa-la por toda sua extensão. A interferência será caracterizada se durante o seu trajeto a maioria dos juízes entenderem que outro competidor lesou efetivamente o potencial de pontos que o surfista que tinha a posse da onda poderia obter.

Art. 46º- Qualquer competidor que se levantar à frente do surfista que estiver com a posse, tem a chance de sair da onda sem estar cometendo interferência a não ser que: ele lese o potencial de pontos a ser atingido pelo surfista mais próximo do pico da onda, incluindo no caso: pressão excessiva na remada, ou mesmo quebrar uma sessão da onda, desde que lese efetivamente o potencial de pontos.

Art. 47º- No caso de ter cometido duas interferências em uma mesma bateria, o surfista infrator deverá sair da água imediatamente após ser informado que cometeu a sua segunda interferência, ou receberá uma multa de uma inscrição, para eventos amadores e R$ 500,00 (quinhentos reais) para eventos profissionais.

Art. 48º- DIREITO DE PASSAGEM EM BATERIAS DE 4 SURFISTAS E QUANDO NÃO HOUVER PRIORIDADE EM BATERIAS DE 2 SURFISTAS: A posse da onda ou direito de passagem nestas condições vai variar de acordo com os tipos de mar a serem citados a seguir, de acordo com o local onde estiver ocorrendo à competição. É responsabilidade dos juízes e do head judge determinar quem tem a posse ou direito de passagem, baseado na formação da onda, se o maior potencial for para esquerda ou para a direita, independente de quem ficou em pé primeiro. Na maioria das situações, esta condição é que indicará a posse da onda, com exceção para a regra de múltiplos picos (beach break). Se na entrada da onda não for possível determinar o seu lado predominante, o direito de passagem será do surfista que primeiro fizer uma virada definida para a direção que escolher. (executando uma cavada clara e definida para a esquerda ou para a direita). De acordo com as condições do Mar e particularidades da praia onde estiver sendo realizada a competição, esta definição sofrerá variações como explicadas a seguir:

Art. 49º- POINT BREAK (definição) Point break – São praias que possuem como principal característica seu fundo fixo de pedra. Em dias de swell grande e alinhado, apresenta suas melhores condições para o surf, uma vez que as ondas quebram acompanhando o desenho do fundo, geralmente com uma grande extensão. Outras características desse tipo de fundo de mar é a de formar ondas com uma só direção – “Direitas ou Esquerdas” – e que não fecham abruptamente, possibilitando ao surfista realizar diversos tipos de manobras. Alguns exemplos: Praia do Silveira em Garopaba/SC, Pico de matinhos/PR, fora do Brasil: Kirra na Australia, Jeffrey’s Bay na Africa do Sul,etc. Vale salientar que algumas praias Brasileiras podem ter características de Point Break em decorrência da direção da ondulação e formação das ondas, porém não são classificadas como tal, pois oferecem ocasionalmente duas opções de direção (esquerda e direita), descaracterizando assim a nomenclatura de “point break”. (Ex: Molhes de Laguna/SC, Canto esquerdo da Joaquina/SC,etc) Quando existir apenas uma direção disponível e qualquer onda quebrar, o surfista na parte interna terá sempre o direito incondicional de surfa-la por toda sua extensão.

Art. 50º- UM PICO (Fundo de areia, pedra ou coral) Nesta situação, algumas praias Brasileiras ocasionalmente oferecem ondas em formato piramidal (com um centro mais alto e lados que diminuem gradativamente).

Se houver um pico único e bem definido com ambas as faces, esquerda e direita disponíveis (tipo triangular), não sendo possível definir claramente o lado de maior potencial, neste caso então, o surfista terá a posse desta onda, desde que esteja claramente na parte mais central deste pico (topo da pirâmide) podendo então escolher qualquer lado. Caso dois surfistas estejam claramente neste mesmo ponto (topo da pirâmide) e no “take off” (momento em que o surfista interrompe a remada e levanta-se da prancha tendo claramente as duas mãos fora das bordas) onde nem à direita, nem à esquerda puderem ser consideradas como ideal, então, a preferência irá para o surfista que primeiro fizer uma virada definida na direção escolhida (executando uma cavada clara para a esquerda ou para a direita).

Nesta mesma situação, caso não haja uma distância suficiente para este “take off” seguido de uma virada definida na direção escolhida (executando uma cavada clara para a esquerda ou para a direita), e nenhum surfista tenha claramente definido sua posse prioritária para esta onda, poderá então ser definida uma DUPLA INTERFERÊNCIA. Um segundo surfista poderá surfar na direção oposta. Ele somente poderá cruzar o caminho do primeiro surfista para ganhar o lado oposto do pico sem cometer uma interferência, desde que na opinião da maioria dos juízes ele o faça sem prejudicar efetivamente o potencial de pontos do primeiro surfista que tinha entrado na onda e adquirido a posse prioritária desta onda.

Art. 51º- MÚLTIPLOS PICOS AO ACASO (Beach break) Beach Break: São praias com fundo de areia que recebem geralmente ondulações de várias direções ocasionando ondas que se movem ao longo de sua extensão e proporcionam direitas e esquerdas, picos ocasionais e picos separados que eventualmente se encontram em um ponto comum. Sofrem a influencia das marés e das correntes de retorno. Esta condição predomina na maioria das praias da costa Brasileira.

Nestas condições, a posse poderá variar de acordo com a natureza individual de cada onda:

I – Com um pico (formato piramidal) vale a regra para UM PICO. Caso dois surfistas estejam claramente neste mesmo ponto (topo da pirâmide), vale a regra para UM PICO.

II – Com dois picos, existirão casos em que uma ondulação terá dois picos separados – definidos – que se encontrem eventualmente. Embora dois surfistas tenham a posse de seus respectivos picos aquele que ficar em pé primeiro, será considerado como tendo a posse e o segundo deverá dar passagem, saindo da onda ou não, desde que ele não atrapalhe o surfista que subiu primeiro em sua prancha.

III – Se dois surfistas ficarem em pé ao mesmo tempo em picos separados que se encontrarem eventualmente, então: – se ambos derem passagem, indo reto ou saindo da onda, de forma que um não atrapalhe o outro, não haverá qualquer tipo de interferência. – se colidirem ou atrapalharem-se, os juízes darão a interferência ao surfista que tiver sido o agressor. – se nenhum der passagem, aliviando a trajetória ou saindo da onda e ambos assumirem a responsabilidade da colisão será anotado uma interferência dupla.

Art. 52º- O cruzamento de trajetória é tolerável. Se levantarem ao mesmo tempo e houver colisão, a interferência será do agressor, neste caso poderá, ainda, haver a possibilidade de dupla interferência. O cruzamento de trajetória será apenas tolerado em situações onde:

I – Ambos os surfistas após cruzarem-se sigam em direção oposta, sem que um não lese o potencial do outro.

II – Caso um atleta levante-se primeiro (tirando as duas mãos das bordas) e definindo claramente uma direção (direita ou esquerda), desde que esteja ao centro de uma onda com duas direções possíveis e sem uma direção explicitamente predominante, o outro atleta poderá surfar em direção oposta àquela escolhida por seu oponente sem estar cometendo interferência, somente se no momento do cruzamento de trajetória a maioria dos juízes entenderem que o mesmo não lesou o potencial de pontuação do outro, que conquistou o direito de surfar a onda primeiro.

III – Caso ambos levantem-se ao mesmo tempo (tirando as mãos das bordas) e definam direções opostas sem que haja um lado explicitamente predominante (direita ou esquerda) e nesse percurso houver uma colisão será anotada interferência DUPLA. Caso um dê passagem e o outro provoque a colisão, a interferência será anotada para o surfista agressor.

Art. 53º- Direito de passagem em baterias homem x homem:

  • Nas baterias de dois competidores, o sistema de placa de prioridade irá determinar a posse da onda. O surfista com a primeira prioridade terá o direito incondicional de passagem para ambos os lados da onda que escolher. O surfista com a prioridade 01 não poderá ser pressionado excessivamente na remada quando estiver claramente se posicionando para escolher uma onda ou para efetivamente dropá-la.
  • O surfista com a prioridade 01 não poderá ter sua trajetória interferida pelo seu oponente seja para se posicionar melhor no outside, seja para efetivamente se posicionar melhor para descer uma onda, resguardando assim seu direito incondicional de passagem e escolha de onda. Nestas situações poderá ser anotada interferência de prioridade.
  • O segundo surfista poderá eventualmente pegar a mesma onda daquele que tenha a prioridade, desde que haja uma distância entre ambos e os juízes entenderem que sua entrada e permanência na onda não prejudicaram o potencial de pontos do atleta com a primeira prioridade. Nesta situação específica, os dois surfistas serão avaliados e pontuados normalmente.
  • Tão logo o surfista que tiver a prioridade fique em pé na onda escolhida, o segundo surfista deve parar de remar naquele ponto e dar passagem. Se o segundo surfista remar ou pegar a mesma onda do surfista com a prioridade e isso lesar o potencial de pontuação do mesmo, será então chamada interferência de prioridade.
  • O competidor que cometer a interferência perde automaticamente a prioridade.
  • Em baterias H X H em caso de interferência o atleta perderá 50% da pontuação de sua segunda melhor onda de somatório (no caso de somarem duas ondas) somente se no momento da interferência não houver prioridade alocada para nenhum dos dois competidores. Caso haja prioridade alocada e ocorra uma interferência de prioridade, a onda do infrator será anotada, porém, não será pontuada (0,0). A partir deste momento, o atleta infrator pontuará apenas com uma onda (caso sejam 02 no somatório), perdendo assim, 100% dos pontos em sua 2ª melhor onda pontuada. 39
  • Se em uma situação que o surfista que não tem a primeira prioridade vier surfando uma onda e o atleta que detém a primeira prioridade remar e entrar nesta mesma onda, para o mesmo lado; então, o surfista que vinha surfando antes, mas não tinha a prioridade adquirida, deverá sair imediatamente, sem lesar em hipótese alguma o potencial de pontos daquele que tem a prioridade, caso contrário cometerá interferência.
  • Se um surfista que não tem a primeira prioridade vier surfando uma onda e o atleta que detém a primeira prioridade remar e não conseguir entrar na onda, este perderá imediatamente a primeira prioridade. Poderá eventualmente recuperar a 1a prioridade caso consiga atingir primeiro a linha de outside ou a boia de prioridade.
  • Se o surfista, ao se dirigir para a linha de arrebentação, ficar no caminho de um adversário e uma colisão acontecer, a decisão será dos juizes, avaliando se a colisão foi proposital ou não.
  • A definição do critério do Direito de Passagem será de responsabilidade do Head Judge da LRS.

 

Art. 54º- Regras de prioridade:

  • O Juiz de Prioridade será a referência da prioridade, usando placas coloridas que correspondem às cores das camisetas usadas pelos surfistas da bateria, para a indicação da prioridade. O Sistema de Placas será o indicativo principal da regra de prioridade, sendo a locução o sistema auxiliar. Os dois atletas entram em condições de igualdade na água, prevalecendo – até que a primeira onda seja surfada na bateria – o critério normal de interferência. A partir do momento em que a primeira onda é surfada, o surfista oponente passará a ter automaticamente a primeira prioridade a não ser que um dos competidores surfe uma onda antes do início de bateria. Se isto acontecer, então seu oponente começará a bateria automaticamente com a primeira prioridade.
  • Ao inicio de baterias onde vigorem as regras de prioridade, e nenhum dos atletas possua a prioridade um (P1), caso ambos os surfistas surfem uma mesma onda para lados opostos e ao retornarem para o outside atinjam a linha 40 imaginária de prioridade ao mesmo tempo, a bateria poderá seguir sem prioridade, apesar de os dois atletas já terem surfado uma onda.
  • Deverá ser colocada, sempre que possível, uma bóia no outside para que seja definida a prioridade, caso contrário a linha de outside será a referência. Após ser definida a linha de outside, esta será mantida até o final da bateria. O surfista que não atingi-la, segundo determinação do juiz de prioridade, não obterá a prioridade. A definição dessa linha de outside imaginária será do juiz de prioridade, em conjunto com os juízes da bateria em questão e será definida pelo ponto de vista e ângulo de visão do centro técnico, sendo esta soberana.
  • A prioridade da onda é indicada pelo Juiz de Prioridade ou pelo Head Judge, levantando a placa que corresponde à cor da camiseta de competição do surfista. Se nenhum dos dois tiver a prioridade da onda, não será mostrada nenhuma placa e a regra de interferência é que determinará a posse da onda.
  • A interferência de prioridade poderá ser acionada unicamente pelo Juiz de Prioridade ou pelo Head Judge, apenas se a maioria (3 dos 5) juízes atuantes na bateria não virem o incidente. A penalidade será a perda de 100% dos pontos da 2a melhor onda de somatório e assim subsequentemente na ocorrência de uma segunda interferência.
  • Em todos os casos que houver problemas com o sistema visual de prioridade, o Head Judge terá a responsabilidade pela interpretação de cada caso.
  • Um surfista não pode perder a segunda prioridade remando. Se o surfista conseguir pegar uma onda e suas mãos deixarem as bordas da prancha à medida que tentar ficar de pé, aí então perderá a segunda prioridade.
  • Se um surfista com prioridade estiver posicionado mais no fundo que seu oponente (outside), remar para uma onda e perdê-la, o surfista que estiver mais no raso (inside) poderá então remar para a mesma onda e surfá-la.
  • Se o surfista que estiver mais no raso (inside) possuir a segunda prioridade e seu oponente – que possui a prioridade um – remar para a onda e perdê-la, o surfista do inside assume automaticamente a primeira prioridade. Se este também remar na mesma onda e não conseguir surfar a onda, ele também terá perdido a prioridade. Vale dizer que ambos os surfistas terão perdido a prioridade, embora apenas uma onda tenha passado e não haja tempo suficiente para mudança de placa de prioridade.
  • Se pararem de remar na mesma linha e ao mesmo tempo, a P1 vai para o atleta com a P2, pois o atleta com a P2 apenas a perderia surfando a onda (tirando as mãos da borda).
  • Caso o atleta com a P2 ultrapasse de forma clara o ponto onde o atleta P1 parou de remar, ele terá também perdido a prioridade que acabara de adquirir, retornando assim para o seu oponente.
  • A prioridade um (P1) também voltará para o surfista que a possuía anteriormente a situação de remada definida acima, desde que o juiz de prioridade, em conjunto com os juízes da bateria, definir que esse atleta continue na linha de outside imaginária e o seu oponente ainda não a tenha atingido..
  • Caso contrário, a bateria ficará sem prioridade até que um dos dois atletas atinja primeiro essa linha. Lembrando que a definição dessa linha de outside imaginária será do juiz de prioridade, em conjunto com os juízes da bateria em questão e será definida pelo ponto de vista e ângulo de visão do centro técnico, sendo esta soberana.
  • Quando não houver prioridade, a regra de interferência determinará a posse da onda. Ambos os surfistas poderão surfar em direções opostas, desde que um não interfira no outro.
  • Iniciada a bateria, a bóia deverá ser usada até o seu final, a não ser que correntes ou ondas a arrastem para uma situação impraticável. Neste caso, o juiz de prioridade apontará a prioridade baseado em quem atingir primeiro a linha do outside.
  • Se os dois surfistas atingirem ao mesmo tempo a linha do outside, a prioridade será do atleta que não tinha a prioridade um (P1)anteriormente.
  • Em momento algum a regra de prioridade poderá ser suspensa da competição homem a homem, seja ela alocada pela bóia de prioridade ou linha de outside.
  • No caso em que as condições de visibilidade e do mar não permitirem ao juiz de prioridade determinar quem remou em volta da boia de prioridade ou atingiu a linha imaginária de outside primeiro, então nenhuma prioridade será dada. Poderá então a bateria seguir “sem prioridade alocada” e uma vez que a primeira onda dali em diante for surfada o segundo surfista terá a prioridade um (P1) automática para qualquer onda que ele escolher.
  • No caso em que o head judge e os juízes da prova entenderem que o surfista que tem a prioridade Um (P1), remou na frente do outro surfista para deliberadamente impedi-lo de pegar uma onda, ele perderá a prioridade.
  • O surfista também perderá a prioridade se na opinião dos Juízes e do Juiz de prioridade, ele se colocar na onda remando ou não, porém se posicionando para bloquear ou evitar que o seu oponente pegue aquela onda, sem que se defina objetivamente o uso da prioridade para a escolha pessoal desta onda.
  • A Regra de Prioridade terá validade somente após um atleta ter surfado uma onda, seja no início da bateria (sinal sonoro) ou quando antes da mesma começar um dos atletas surfar uma onda. Salvo quando houver autorização prévia para que surfem antes do inicio oficial da bateria.
  • Ao término da bateria (zero da contagem regressiva) a regra de prioridade deixa de existir. Sendo assim, mesmo que um atleta que não tenha a prioridade na onda venha surfando uma onda e no percurso dessa onda, a bateria tenha terminado, vale dizer que apesar da bateria estar encerrada, o atleta tem o direito de surfar a onda até o final. E caso outro atleta entre nessa onda lesando o potencial de pontuação, mesmo que este atleta ofensor detivesse a prioridade 01 na bateria, estará cometendo interferência, pois após o término da bateria, a regra de prioridade deixa de vigorar e vale o direito de passagem para o atleta que vinha surfando anteriormente.
  • Quando não houver bóia de prioridade e a Prioridade for alocada pelo outside será de responsabilidade do Head Judge em conjunto com o Juiz de Prioridade definir esta linha imaginária, podendo, assim, a bateria ficar sem prioridade caso ambos os surfistas não atinjam esta linha.
  • Quando o atleta que possui a prioridade 01 remar e não conseguir entrar na onda, caso seu oponente ainda não tenha obtido a prioridade 02, a prioridade 01 retorna automaticamente para o atleta que já a possuía, desde que o mesmo tenha atingido novamente a linha determinada pelo juiz de prioridade, antes de seu oponente. Exceção a esta regra ocorrerá em situações onde o surfista que não possuía a P2 já tenha atingido a Linha de Outside definida pelo juiz de prioridade e onde não tenha havido tempo hábil para a locução anunciá-la. Nesta situação, apesar de ainda não ter sido anunciada a P2, em detrimento do atleta com a P1 ter remado e perdido seu status, a prioridade segue para seu oponente.
  • O Atleta que possuir a P1 tem o direito incondicional de remar para uma ondulação (onda) que escolher sem que seu adversário se posicione em sua trajetória impedindo-o de buscar o melhor posicionamento para surfar esta onda, caso isto ocorra, poderão os juízes determinar a aplicação de uma interferência de prioridade mesmo que nenhum dos dois surfem a onda.
  • A prioridade (P1), delega ao atleta que a detém, o direito incondicional para a escolha de uma onda. O direito incondicional de escolha de onda (P1) torna-se nulo, quando na opinião da maioria dos juízes o atleta usa este direito para impedir que o atleta com a P2 possa escolher ondas secundárias. Nestas situações, poderá o atleta com a P1 ser penalizado com a perda de seu status.
  • Em casos onde o Head Judge, em conjunto com os juízes da bateria e o juiz de prioridade, entenderem que houve uma possibilidade de falha no sistema de alocação de prioridade, e esta possibilidade de falha tenha trazido prejuízo para algum competidor, desde que aja um protesto formal escrito pela parte que se sente lesada, o resultado oficial da bateria ficará “sob judice”, e uma comissão extraordinária, composta pelo Diretor de Prova, o representante da Fecasurf ou Abrasp, onde aplicável, e um representante dos atletas, será convocada para deliberar em conjunto com o staff técnico.
  • Somente serão aceitos protestos em situações que tiverem sido registradas pelo sistema de vídeo do centro técnico e/ou outras gravações com ótima definição de imagem. Uma vez tomada a decisão pelo Staff Técnico, em conjunto com a comissão extraordinária, esse resultado será incontestável e irrevogável.

Art. 55º- Snaking:

  • O surfista que estiver com a posse da onda já estabelecida, terá o direito de surfa-la durante sua extensão, mesmo que um outro atleta suba atrás dele em qualquer situação. Os juízes não penalizarão o surfista que estiver com a posse, mesmo que ele esteja na frente do outro competidor.
  • Se um surfista não estiver atrapalhando o surfista que detém a posse, então os juízes poderão optar por não penalizar nenhum deles, marcando os pontos para ambos na mesma onda, dependendo do critério adotado.
  • Se, na opinião dos juízes, o segundo surfista interferiu no que tinha a posse da onda, fazendo com que o mesmo saia ou perca a onda, então a interferência pode ser aplicada no segundo surfista, mesmo que esteja atrás do primeiro.
  • As situações acima são aplicadas em baterias sem prioridade. Nas baterias de 02 surfistas com prioridade, vigora a regra de prioridade.

Art. 56º- Interferência de remada:

  • Em baterias de mais de dois surfistas ou quando não houver prioridade em baterias homem x homem, o surfista que estiver na parte interna da onda não poderá ser excessivamente pressionado por outro surfista. A interferência de remada poderá ser definida se:
  • O surfista ofensor fizer contato e forçar ao que está na parte interna da onda a mudar sua direção na remada para pegar a onda, causando a perda de sua trajetória.
  • O surfista ofensor quebrar uma seção de onda e esta seção causar, no entendimento da maioria dos juízes a perda do potencial de pontuação daquele que tem o direito de passagem.
  • O surfista ao retornar do inside em direção ao outside ficar deliberadamente no caminho de um adversário e lesar explicitamente o potencial de pontos do surfista que vier surfando ou uma colisão acontecer, devendo sempre o atleta que retorna do inside evitar uma rota de colisão.
  • Um surfista não poderá se colocar na trajetória do surfista que detém a posse da onda (mais ao centro do pico ou mais na parte interna de uma onda, onde o lado de maior potencial seja considerado aquele em que este atleta está) OBSTRUINDO sua remada e/ou forçando deliberadamente que este surfista altere sua trajetória pré- determinada.
  • Se na opinião da maioria dos juízes o potencial de pontuação foi lesado, poderá então ser computada interferência de remada.
  • Existem situações onde dois surfistas remam paralelos (lado a lado) em direção ao outside e/ou em busca de um melhor posicionamento no pico onde estejam as melhores ondas. Nestas situações poderá ser aplicada uma interferência de remada se:

(A)- “Interferência Dupla” – Se ambos os atletas apresentarem ação agressiva e antiesportiva, deixando de lado o objetivo específico de buscar um melhor posicionamento para obtenção da posse da onda;

(B) – Se houver explicitamente um agressor, este então (o agressor) poderá ser penalizado com interferência de remada.

 

Art. 57º- Penalidade de interferência: *Para baterias onde estiver sendo computada apenas uma onda (01 onda somente no somatório) para definir a ordem de classificação:

  1. Em situação onde não houver sistema que determine a prioridade, se a maioria dos juízes anotarem uma interferência, então a melhor onda do atleta infrator será descontada em 50% do seu valor.
  2. Caso o atleta cometa uma segunda interferência, deverá sair automaticamente da água após ter sido informado, terminando a bateria sem pontuar, perdendo assim 100 % do valor de sua melhor onda. Caso não saia da água imediatamente após ser informado de sua segunda interferência, receberá uma multa de R$ 500 nos eventos Profissionais e uma inscrição nos eventos Amadores.
  • Caso haja prioridade alocada e a maioria dos juízes anotar a interferência, então o atleta infrator perderá 70% do valor de sua melhor onda.
  1. Para baterias onde estiverem sendo computadas duas ou mais ondas (02 ondas ou mais no somatório) para definir a classificação:
  2. Em situações onde não houver sistema de prioridade, se a maioria dos juízes anotarem uma interferência, então a segunda melhor onda (terceira no caso de se somarem as três melhores) do surfista infrator será dividida por dois para efeito de somatória (50%). Caso este mesmo atleta cometa uma segunda interferência, será novamente penalizado com a perda de 50% agora sobre sua melhor onda (segunda no caso de se somarem as três melhores). Somando-se as 02 melhores ondas, caso cometa 02 interferências, pontuará com 50% das duas ondas, lembrando que as ondas em que cometeu interferência não serão pontuadas. O surfista que cometer duas ou mais interferências deverá sair da água imediatamente após ser informado, ou receberá uma multa entre R$ 500,00 em eventos Profissionais ou o valor de uma inscrição nos eventos Amadores.
  3. Exclusivamente em situações onde ocorrer uma interferência de remada, caso o infrator desça a onda impedindo (bloqueando) seu adversário de surfar esta onda, a penalidade será a perda de 100% dos pontos de sua melhor onda de somatório (no sistema de duas ondas no somatório), seguindo a mesma premissa para outras combinações na soma das ondas.
  • Caso haja prioridade alocada e a maioria dos juízes anotarem uma interferência, então esta onda será computada como zero. Além disso, será somada somente sua melhor nota dependendo se no caso estarem somando-se as duas melhores pontuações. Caso ele tenha somente uma onda, então não será somada nenhuma onda. No caso de estarem somando-se as 03 melhores ondas serão somadas então as duas melhores notas. Será utilizado um triângulo sobre a onda na qual o surfista cometeu interferência. Em caso de interferência de remada, o triângulo deverá ficar entre os dois quadros, entre a nota dada à última onda surfada e a seguinte. Deverá haver uma seta indicando em quem e em que onda o surfista cometeu a interferência.
  • O Head Judge poderá ser incluído para determinar uma interferência. Nesse caso, mesmo que apenas 2 juízes marquem a infração, ela será considerada. O surfista que sofrer a interferência terá a permissão de surfar mais uma onda, além das 10 (ou 12), dentro do tempo normal da bateria. A exceção é um caso de interferência dupla, onde nenhum dos dois recebe a onda adicional. Uma onda extra também será dada ao surfista que for interferido por fotógrafos, seguranças ou por um banhista qualquer.
  1. Caso o Head Judge, em conjunto com o Diretor de Prova, decidam por questão de segurança, que será permitida a presença de um “caddie” (ajudante) com uma prancha extra, este ajudante não poderá surfar nenhuma onda, devendo permanecer afastado de ambos os competidores durante toda a bateria. Caso atrapalhe o outro competidor, o atleta que ele estiver ajudando receberá uma interferência.

 

CAPÍTULO 24. DISCIPLINAS DO CIRCUITO

 Foram determinadas ações disciplinares para as diversas situações e outras que serão criadas à medida que surjam casos específicos.

  1. A) Todos os surfistas deverão liberar a área de competição antes do início da primeira bateria do dia, assim que solicitados para isso, ou haverá uma multa no valor de 01 inscrição e em caso de reincidência o competidor entrará na sua próxima bateria automaticamente com 01 interferência.
  2. B) Camisetas de competição – Todos os atletas devem comparecer pessoalmente ao Beach Marshall, para retirar a camiseta de competição e deverão vesti-la no local, só retirando na área do evento, ao retornar de sua bateria e entregando-a diretamente ao Beach Marshall. O atleta não deverá em hipótese alguma, retirar a camiseta do corpo no trajeto bateria-palanque ou poderá ser penalizado com uma interferência na sua próxima bateria, independente do evento em questão.
  3. C) Infrações e penalidades: Atos de indisciplina, agressões, desrespeito à comissão e qualquer outro caso que de acordo com a organização possa ser considerado atentatório à boa conduta esportiva poderá ser punido com os dispositivos constantes do Código Brasileiro de Justiça Desportiva.
  4. D) Os infratores e os atos que requeiram punição serão descritos em uma súmula feita pelo Diretor do Circuito baseado nos relatórios do staff técnico da prova (head judge, juízes, beach Marshall, spotters, seguranças, etc.).
  5. E) Serão considerados infratores: atletas, patrocinadores, técnicos, organizadores, membros do Staff, pessoas envolvidas diretamente nos eventos e imprensa.
  6. F) Os membros da FECASURF e Atletas competidores que forem multados por qualquer motivo só poderão participar dos eventos seguintes mediante o pagamento da multa estabelecida pela entidade e cumprimento da penalidade.
  7. G) As reclamações exacerbadas ou atos de indisciplina de pessoas ligadas diretamente a algum atleta (técnicos, patrocinadores, parentes, etc.) poderão acarretar em punição, conforme o caso, ao atleta envolvido.

 

CAPÍTULO 25 – REGULAMENTO DISCIPLINAR

 

Art. 58º- O presente Regulamento aplica-se às Associações Filiadas, atletas filiados, dirigentes, técnicos, membros do staff técnico, membros da diretoria da FECASURF em geral, a todas as pessoas que, encontrando-se inseridos na estrutura da FECASURF, desenvolvam atividade esportiva compreendida no seu objeto estatutário.

Parágrafo Único – dirigentes esportivos, técnicos, parentes, patrocinadores, etc, são considerados extensão do atleta, podendo ser o mesmo punido por ações dos primeiros.

Art. 59º- Considera-se infração disciplinar o fato intencional ou meramente culposo, praticado pelas pessoas referidas no artigo anterior, que viole os deveres de correção ou ética desportiva prevista e punida neste Regulamento Disciplinar e demais legislações aplicáveis.

Art. 60º- A infração disciplinar é punível por ação ou omissão.

Art. 61º- Não é permitida a interpretação extensiva ou a analogia para qualificar o fato como infração disciplinar, sendo sempre necessário que se verifiquem os fatos constitutivos da transgressão.

Art. 62º- O fato considera-se praticado no momento em que o agente atuou ou, no caso de omissão, deveria ter atuado independentemente do momento em que o resultado tenha sido produzido.

Art. 63º- Caberá à Diretoria da FECASURF, em primeira instância, aplicar as penalidades previstas neste Regulamento em casos de infrações disciplinares.

Art. 64º- Casos de transgressões ao presente Regulamento por parte dos atletas e das Associações Filiadas, os mesmos estarão sujeitos as sanções previstas no Estatuto da FECASURF e da CBS, Regulamento Disciplinar da CBS, na Lei 9.615/98 e no Código Brasileiro de Justiça Desportiva.

Art. 65º- Das decisões das Comissões Disciplinares caberá recurso ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva da CBS (Confederação Brasileira de Surf).

Art. 66º- As Comissões Disciplinares e o STJD da CBS são órgãos autônomos e independentes, com competência para processar e julgar as questões previstas neste Regulamento, sempre assegurados a ampla defesa e o contraditório.

Parágrafo único – Caberá ao CONSELHO DE ÉTICA* da FECASURF aplicar incontinenti as penalidades previstas neste Regulamento nos casos que julgar conveniente para o bom andamento da competição.

Art. 67º- O conselho de Ética da FECASURF será formado de acordo com  cada caso, pelo Presidente da Fecasurf; o Tour Manager FECASURF; o Diretor Técnico Profissional ou Amador (a cada caso); o Head Judge Principal do evento (onde aplicável); um Representante do Evento (onde aplicável) e um Representante dos Competidores (onde aplicável).

Art. 68º- Ás transgressões relativo à disciplina e às competições desportivas sujeita o infrator

  1. a) Advertência
  2. b) Perda de pontos
  3. c) Perda de premiação ( em prol da Entidade realizadora do evento)
  4. d) Exclusão do evento
  5. e) Exclusão do Circuito
  6. f) Suspensão pelo prazo de até 1 ou 2 anos
  7. g) Desfiliação
  8. h) Multa
  9. i) Perda da arrecadação do evento

 

Art. 69º- Estarão passíveis as sanções descritas neste Regulamento, as pessoas enunciadas no artigo 1º que transgredirem as seguintes normas disciplinares:

  1. a) Invasão de área de competição
  2. b) Gestos ofensivos e obscenos à Comissão Técnica, público e a outro atleta;
  3. c) Agressão verbal à Comissão Técnica, público e a outro atleta;
  4. d) Agressão física à Comissão Técnica, público e a outro atleta;
  5. e) Omissão, falsificação, adulteração ou negativa de fornecimento de documento ou informação exigida como condição para participação em competição;
  6. f) Incorreções de comportamento em geral, violadoras da ética e correção desportiva ou que lesem o bom nome público da FECASURF e do surf, na área de competição ou na localidade onde está ocorrendo o evento homologado pela entidade, antes de 24 horas e após 24 horas da realização do mesmo;
  7. g) Danificação ou destruição de instalações ou equipamentos esportivos com prejuízos econômicos para a FECASURF e para as empresas terceirizadas para a prestação de serviços para a entidade;
  8. h) Subtração de quaisquer objetos nas instalações ou equipamentos esportivos da FECASURF e de empresas terceirizadas para prestações de serviços para a entidade;
  9. i) Falsas declarações em processos disciplinares;
  10. j) Aceitar, dar ou prometer recompensa ou usar outros meios, visando falsificar resultados ou obter para si ou para outrem quaisquer vantagens ilícitas;
  11. k) Competirem em eventos não homologados pela FECASURF;
  12. l) Os casos omissos que atentem a boa conduta e a ética desportiva;

Art. 70º- As Associações de Praia ao apresentarem atletas (titulares e/ou alternates) estarão se responsabilizando pelos atos dos mesmos, sendo que as mesmas estão sujeitas as penas enumeradas nos itens acima.

Art. 71º- A abertura de processo disciplinar é obrigatória e seguirá os princípios da celeridade e simplicidade.

Art. 72º- O presente Regulamento está sob a égide da Lei 9.615/98 e do Código Brasileiro de Justiça Desportiva até disposição em contrário.

Art. 73º- De acordo com a Constituição Federal, artigo 217, parágrafo 1º, que rege toda a norma desportiva no Brasil, todo e qualquer atleta filiado à FECASURF que recorrer à Justiça Comum sobre decisão de julgamento do Conselho Executivo da FECASURF e/ou CBS, será automaticamente banido do esporte, sem direito à contestação.

Art. 74º- Todo e qualquer assunto referente à dopagem e sistema anti-doping será remetido á apreciação da CBS (Confederação Brasileira de Surf) para análise detalhada e para que a mesma tome as decisões cabíveis em caso de necessidade.

Art. 75º- Os atletas que participarem cederão de forma irrevogável e irretratável, gratuita e pelo prazo de 10 (dez) anos, todos e quaisquer direitos relativos às imagens obtidas exclusivamente durante a participação dos mesmos nos eventos. Os atletas autorizam a FECASURF a livremente utilizar, ceder e/ou licenciar a quaisquer terceiros tais imagens sem nenhuma necessidade de consulta ou autorização prévia e sem que qualquer valor seja devido aos atletas, seja a que tempo ou a que título for.

Art. 76º- No caso de suspensão do evento, transferência ou cancelamento em função da baixa qualidade das ondas, esta decisão deverá ser tomada em conjunto pelo Diretor Técnico da FECASURF, pelo Tour Manager da FECASURF, pelo Diretor de Provas, pelo Head Judge do evento e pelo representante dos surfistas.

Art. 77º- Os atletas, técnicos e dirigentes que participarem dos eventos homologados anuem tacitamente com os termos do presente Regulamento.

Art. 78º- Os casos omissos ao presente Regulamento serão dirimidos pela Diretoria da FECASURF através de RDI.

 

 

 

LIVRO DE REGRAS Parte 6 – EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS

 

  1. EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS PARA EVENTOS FECASURF
  2. DIRETORIA FECASURF QUADRIÊNIO 2016/2019.

 

CAPÍTULO 26. EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS RECOMENDADOS PARA OS EVENTOS FECASURF

De forma a realizar um evento de sucesso, os organizadores dos eventos sancionados FECASURF devem providenciar:

  1. Um palanque ou estrutura similar, com altura suficiente para permitir aos juízes uma visão ininterrupta de toda área de competição. A sala de juízes deve ter divisões entre os juízes e ser larga o suficiente para acomodar o locutor, head judge, os juízes, spotters e sistema de computação. Essa estrutura deve ser isolada da chuva, vento e sol.
  2. A eletricidade deve ser constante e sem oscilações, e se esse for um problema, um gerador deve ser instalado. Internet é um fator importante quando se pensa em um evento esportivo nos dias de hoje, portanto uma conexão, de preferência wireless ou 3G é muito importante.
  3. Mesas, cadeiras, pranchetas, canetas, grampeador, binóculos, buzinas, kit de primeiros socorros e uma copiadora e papel, são também indispensáveis para um evento. Uma sala para a direção técnica e reuniões também deve ser considerada, podendo ser na estrutura ou o mais próximo possível, devendo ser vedada ao público.
  4. A área do evento deverá ser restrita ao staff, com cercas ou fitas.
  5. Quadro de avisos é uma necessidade e pelo menos 02 devem estar disponíveis, para a área do Beach Marshall e na área de maior circulação dos atletas.
  6. A sala do Beach Marshall deve ser facilmente visível pelo locutor e Head Judge, ter uma mesa e cadeiras. Três sets de lycras de competição devem estar à disposição durante todo o evento, nas cores oficiais homologadas: Vermelho vivo, Branco, Amarelo cítrico e Preto. Lycras adicionais podem ser confeccionadas nas cores Azul e Verde, porém só serão usadas em baterias especiais de 05 ou 06 atletas.
  7. Um Timer (cronômetro) eletrônico deve estar à disposição para uso pelo Locutor do evento.
  8. Buzinas de ar eletrônicas ou a gás também devem estar à disposição do Locutor durante todo o evento.
  9. Um disco (Placa) de tempo de bateria (verde de um lado, e amarelo no outro), deve ser instalado próximo ao Locutor, e ser de fácil utilização. O tamanho mínimo do disco deve ser de 80 cm x 80 cm.
  10. Sistema de som com no mínimo 02 microfones que possam ser utilizados simultaneamente (sem fio de preferência). Os Autofalantes devem ser posicionados o mais próximo possível da área de competição (mar) e o mais afastado possível dos juízes, (palanque) + de 25 m pelo menos.
  11. Uma barraca para os competidores, com proteção do sol, chuva e vento a ser alocada próxima à área do Beach Marshall (opcional).
  12. Uma barraca separada para Mídia com snacks e sucos/água/refrigerante são uma maneira de atrair retorno nos veículos de imprensa locais (opcional).
  13. E, não se esqueça de alimentar seus juízes e oficiais regularmente! Mantenha bebida quente e gelada a disposição no palanque, e, se possível nas áreas VIP e de competidores.
  14. Se não houver banheiros a disposição de atletas, staff e público, banheiros químicos devem ser instalados.
  15. Nunca se esqueça de organizar as licenças municipais e ambientais necessárias na sua área. Bom evento!! E sucesso!!

 

CAPÍTULO 27. DIRETORIA FECASURF QUADRIÊNIO 2016/2019

 

Diretoria Executiva:

Presidente: Reiginaldo Gomes Ferreira

Vice-Presidente: Jordão Bailo Junior

Diretor Regional Norte: Juliani Possamay

Diretor Regional Leste: Raphael Becker

Diretor Regional Sul: Katz Sullyvan

Diretor Regional Centro Norte: Erivelton Jose Cristóvão ¨Neguitcho¨

Diretor Regional Centro Sul: Nelson Mitke ¨Magoo¨

Diretora de Surf Feminino: Cristina Vilela

 

Coordenação do Site Fecasurf: Jordão Bailo Junior

 

Diretoria Técnica:

Diretor de Arbitragem Surf Amador e Regional Norte:  José Olegário Bacca Didi

Diretor de Arbitragem Regional Sul:  Carybean Heleodoro

 

Conselho Fiscal:

Adriano Cardoso

Carlos Augusto da Luz

Ivan Junkes

 

Endereço:

  • Rua Comandante José Ricardo Nunes, 79 – sala 16 – Capoeiras – Florianópolis CEP 88070-220
  • Telefone e Fax: (48) 3025-1880
  • WhatsApp: (48)
  • Home Page: www.fecasurf.com.br
  • E-mail: fecasurf@fecasurf.com.br

 

Florianópolis, 19 de Janeiro de 2017.

 

 Reiginaldo Ferreira

Presidente da Federação Catarinense de Surf – FECASURF

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Campeões Catarinenses de Surf Profissional

 

1980 – Campeão: Roberto Lima
1981 – Campeão: Bita Pereira???
1982 – Campeão: David Husadel
1983 – Campeão: David Husadel
1984 – Campeão: David Husadel
1985 – Campeão: Waldemar “Bilo” Wetter
1986 – Campeão: Luiz Neguinho
1987 – Campeão: Ivan Junkes
1988 – Campeão: Icaro Cavalheiro
1989 – Campeão: Ivan Junkes
1990 – Campeão: Saulo Lyra
1991 – Campeão: não houve circuito
1992 – Campeão: Carlos Santos
1993 – Campeão: Fábio Carvalho
1994 – Campeão: Junior Maciel
1995 – Campeão: Guga Arruda
1996 – Campeão: James Santos
1997 – Campeão: Luli Pereira
1998 – Campeão: Teco Padaratz
1999 – Campeão: Guga Arruda
2000 – Campeão: James Santos
2001 – Campeão: Fábio Carvalho
2002 – Campeão: Neco Padaratz
2003 – Campeão: Raphael Becker
2004 – Campeão: Diego Rosa
2005 – Campeão: Jean da Silva
2006 – Campeão: Diego Rosa
2007 – Campeão: Marco Polo
2008 – Campeão: Marco Polo
2009 – Campeão: Tânio Barreto

2010 – Campeão: Tomas Hermes
2011 – Campeão: Tiago Bianchini
2012 – Campeão: Yuri Gonçalves
2013 – Campeão: Tomas Hermes
2014 – Campeão: Marco Giorgi
2015 – Campeão: André Moi

2016 – Campeão: Caetano Vargas