Surf com orgulho e responsabilidade

Galeria de Fotos


1 Etapa Circuito Catarinense Oceano de Surf Amador 2012


Fotos Ações Socias


Ações Sociais



livro de Regras 2011


Federação Catarinense de Surf – FECASURF
Livro de Regras 2011
 
 
Fundada em 1980, como Associação Catarinense de Surf e a partir de 1987, transformada em Federação, a FECASURF vem promovendo desde então com considerável organização e credibilidade o Circuito Catarinense de Surf Profissional e Amador, tendo como principal objetivo planejar, administrar e fomentar o esporte em Santa Catarina.
A FECASURF é o órgão máximo do esporte em nosso Estado, sendo, portanto a entidade que gerencia e determina os critérios de homologação e organização de todas as competições profissionais e amadoras, definindo os padrões técnicos das competições.
A Federação Catarinense de Surf é filiada à Confederação Brasileira de Surf – CBS, e também à Associação Brasileira de Surf Profissional – ABRASP, sendo nesta, membro do Conselho Executivo.
A FECASURF tem no momento 32 associações legalmente filiadas, e que são sediadas em vários municípios do litoral catarinense, sendo que estas entidades são responsáveis pelos circuitos locais, eventos que tem a função de desenvolver, com o apoio da Federação, o surf nas comunidades, incentivando desta forma o surgimento de novos talentos.
A atual gestão é comandada por Fred Leite (presidente) e Elder Leão (vice), eleitos por aclamação em dezembro de 2007.
           As metas e aspirações para o surf catarinense estão sendo tratadas seriamente e com profissionalismo todos os dias na sede da FECASURF. Procurando sempre prestar um serviço cada vez melhor para seus associados à Fecasurf mantém uma Web Page (www.fecasurf.com.br) como canal de comunicação entre a entidade, associações e surfistas. 
Leia este livro atentamente, memorize as regras e nunca se esqueça de tê-lo junto a você em todas as competições que participar em Santa Catarina,
 
Boas ondas!
 
 
Fred Leite
Elder Leão
Presidente
Vice-presidente
 
 
 
 
 
“CIRCUITO CATARINENSE DE SURF AMADOR - FECASURF 2011”
 
 
1)     Número de ETAPAS
 
O Circuito Catarinense de Surf Amador – FECASURF 2010 estará sob responsabilidade da FECASURF em parceria com as associações filiadas e/ou promotores e terá um número máximo de 08 etapas de nível A e sem limite de etapas do nível B, preferencialmente nas praias que não tem eventos de nível A.
·         etapa será promovida e realizada exclusivamente pela FECASURF.
 
A)   O atleta vencedor do Ranking Catarinense será conhecido pela soma de pontos das etapas do Circuito FECASURF 2011 do nível A (2.000 pts), com descarte de 25% arredondando o número de etapas válidas para cima, acrescidos da soma de pontos das etapas do Circuito FECASURF 2010 de nível B (500 pts), com descarte de 25% arredondados também para cima.
 
Até 02 etapas
Sem descarte
De 03 a 06 etapas
01 descarte
De 07 a 10 etapas
02 descartes
 
 
B)    O atleta vencedor do Ranking Regional será conhecido pela soma de pontos das etapas do Circuito FECASURF 2011 e etapa do nível B (500 pts) , com descarte de acordo com a tabela acima.
C)    Os primeiros quatro atletas classificados do ano anterior de cada categoria terão direito a vaga garantida até as 18h00min horas da quarta-feira anterior de cada evento; os atletas que não efetivarem suas inscrições (depósito via fax) até essa data perderão esta regalia.
D)   Os campeões de cada categoria terão premiação de final do ranking definida pela Fecasurf e vaga garantida no time Catarinense do ano posterior para o Circuito Brasileiro (o atleta perde essa vaga automaticamente se mudar de categoria no ano seguinte).
E)    As vagas seguintes aos campeões para o Circuito Brasileiro serão definidas pelo Técnico da Fecasurf através de surf treinos.
F)     O atleta descoberto com falsa identidade será punido com suspensão automática de 02 anos a partir da data da punição.
 
 
 
2)     HOMOLOGAção 2011
 
A)   O pedido de datas e homologação de eventos deve se feito através do “Sistema passo a passo para a realização de eventos homologados” OBRIGATÓRIO.
B)    A taxa de homologação terá os seguintes valores:
Eventos Amadores nível B – Fecasurf. : R$ 500,00 (Quinhentos reais).
Eventos Amadores nível A – Fecasurf. : R$ 1.000,00 (Hum mil reais).
Eventos de Longboard – R$ 400,00 (quatrocentos reais) por dia
Eventos Profissionais – Fecasurf. : R$ 3.000,00 (mil reais).
Equipes e Especiais – R$ 1.000,00 (mil reais)
Eventos Nacionais – ABRASP. :
SUPERSURF – R$ 2.400,00 (dois mil e quatrocentos reais)
SUPERTOUR – 20% das inscrições
Eventos internacionais – WQS. : R$ 1.300,00 (mil e trezentos reais) por estrela
Eventos internacionais – WCT. : R$ 20.000,00 (vinte mil reais)
C)    Nos eventos em que a FECASURF conseguir aporte financeiro a taxa de Federação sofrerá um aumento de R$ 200,00 por evento, independente do numero de dias.
D)   Nos eventos em que a ASSOCIAÇÃO LOCAL conseguir aporte financeiro a taxa de Associação sofrerá um aumento de R$ 100,00 por evento, independente do numero de dias.
E)    Não haverá inclusão de categorias que não valham pontos para o Circuito Catarinense de Surf Amador nos eventos de dois dias de duração.
F)     A inclusão de categorias que não valham pontos para o Circuito Catarinense de Surf Amador poderá acontecer somente nos eventos de três dias de duração e deverá ter a prévia autorização do Presidente da FECASURF.
G)   Serão repassados para as associações locais, que sediarem os eventos, 10% do valor arrecadado com as inscrições, desde que haja participação efetiva da mesma para realização do evento [determinada pelo relatório (súmula) oficial do evento].
H)   Não poderá haver conflitos de datas de eventos de Circuitos Oficiais FECASURF aonde houver as mesmas categorias ou participantes (exceção feita nos eventos AM nível B e circuitos locais), salvo em casos extremos de falta de datas.
 
 
 
3)     Duração dos EVENTOS
 
A duração máxima será de 02 dias, com exceção para feriados e férias escolares quando os eventos poderão ter duração máxima de até 03 dias.
 
 
4) MÁXIMO DE INSCRITOS
 
Para eventos de 02 dias, serão no máximo 136 atletas, dispostos da seguinte maneira.
 
 
 
A)   INSCRIÇÕES EVENTOS DO NÍVEL A = 02/03 dias
 
Categoria
N.o de Inscritos
Inscrição (R$)
Open
32
60,00
Junior
24
60,00
Mirim
16
60,00
Iniciantes
16
50,00
Infantil
16
50,00
Feminino
16
50,00
Master
16
50,00
Obs. Inscrições até a Quarta-feira que antecede o evento o numero de atletas inscritos em cada categoria pode sofrer aumento ou diminuição conforme a procura até quarta feira.Filiados tem que procurar suas vagas antecipadas ate no maximo quarta feira isto não quer dizer que tenha vaga garantida.
 
------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
 
B) INSCRIÇÕES EVENTOS DO NÍVEL B = 02 dias
 
Categoria
N.o de Inscritos
Inscrição (R$)
Open
32
35,00
Junior
24
35,00
Mirim
16
30,00
Iniciantes
16
30,00
Infantil
16
25,00
Feminino
16
30,00
Máster
16
30,00
 
C) VAGAS PARA EVENTOS DE 3 DIAS
 
Categoria
Máx. de Vagas (03 dias)
Baterias (03 dias)
Open
32 (32)
15 (15)
Júnior
24 (32)
12 (15)
Mirim
16 (32)
07 (15)
Iniciantes
16 (32)
07 (15)
Infantil
16 (16)
07 (07)
Petiz
---- (16)
---- (07)
Master
16 (16)
07 (07)
Feminino
16 (16)
07 (07)
TOTAL
136 (184)
62 (88)
TEMPO
 
15hs30m (22hs)
 
 
D) Em eventos de 03 dias, o limite máximo de inscrições será de 184 atletas.
 
E) O diretor de provas e o head judge poderão interromper o processo de inscrições, se considerarem que o cronograma da competição poderá ser comprometido.
 
F) Quando alguma das categorias acima não completar o número máximo de vagas será permitido o remanejamento de vagas para outras categorias, desde que nunca comprometa o cronograma do evento.
 
5)     SISTEMA DE inscriçÃO.
 
     O Procedimento para inscrição nos eventos do Circuito Catarinense de Surf Amador deverá ser o seguinte:
 
A)   O atleta obterá junto a Federação, informações sobre a conta para depósito da taxa de inscrição.
B)    Após o depósito, (FEITO APENAS DIRETAMENTE NO CAIXA, POIS NÃO SERÃO MAIS ACEITOS DEPÓSITOS REALIZADOS EM CAIXAS AUTOMÁTICAS – ENVELOPES) o comprovante deverá ser enviado via fax para a FECASURF, com nome(s) e categoria(s).
C)    Por último, o competidor telefonará confirmando o recebimento do fax e conseqüentemente a sua inscrição no evento, se houver vaga na categoria em questão.
D)   Este processo deverá ser feito apenas por essa via bancária, até dois dias anteriores ao evento, quando não serão mais aceitas inscrições. Está vetada qualquer inscrição feita em dinheiro. Ex: se o evento tem início no sábado, não serão aceitas inscrições na quinta e sexta-feira, estes dias estarão reservados para a execução e divulgação das baterias e cronograma do evento.
E)    Também poderão ser feitas inscrições via internet, no imail da fecasurf@fecasurf.com.br,o atleta atraves desta pode pedir a sua vaga  e pagar a mesma na praia.
------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
 
6) LIMITE DE IDADE para 2011
 
Categoria
Limite de Idade
Open
Sem limite de idade
Júnior
Até 18 anos (nascidos a partir de 01/01/1993)
Mirim
Até 16 anos (nascidos a partir de 01/01/1995)
Iniciantes
Até 14 anos (nascidos a partir de 01/01/1999)
Infantil
Até 12 anos (nascidos a partir de 01/01/2002)
 
 
Master
A partir de 35 anos (nascidos até 31/12/1975)
Feminino
Sem limite de idade
 
OBS: ' Os Atletas da categoria infantil poderão ser acompanhados de um Caddy em suas respectivas baterias desde que não tenham nenhum contato físico com o mesmo, e nem prejudique os demais adversários da bateria, tanto fisicamente como verbalmente.'

A) Os atletas das categorias Open, Junior, Mirim, Iniciantes, Infantil e Feminino não poderão ter filiação como profissionais junto a ABRASP e/ou ASP.
B) É vedada a participação de atletas profissionais na categoria Master pois a mesma é considerada uma categoria amadora. Ex-atletas profissionais podem competir, porém com status de atleta amador.
C) A categoria Petiz somente será realizada nos eventos de três dias de duração.
D) Em todas as categorias com limitação por idade, será obrigatória a apresentação de documento comprovando a idade antes de competir na primeira bateria do primeiro evento de cada atleta, sem este documento o atleta infelizmente será impedido de competir e não terá direito a ressarcimento de sua inscrição, já que tirou a vaga de outro atleta. O USO COMPROVADO DE DOCUMENTO FALSO SERÁ PUNIDO DE ACORDO COM OS DISPOSITIVOS CONSTANTES DO CÓDIGO BRASILEIRO DE JUSTIÇA DESPORTIVA.
E) Atleta com WO na 1ª fase pode retornar ao evento se ainda houver vaga nas baterias seguintes da 1ª fase apenas; desde que seja paga nova inscrição.
F) Atleta com WO a partir da 2ª fase ganha os pontos referentes à última posição possível na bateria.
G) Se por justa causa algum atleta for impedido de chegar à área de competição em tempo para sua bateria, então o cronograma poderá ser alterado, desde que haja um comunicado ao Gerente do Circuito ou ao Head Judge em tempo hábil para tal e todos os atletas da categoria em questão sejam comunicados.
H) Baterias com dois ou menos atletas, terão 05 (cinco) minutos quando: Na 1ª fase ou quando for comunicado ao Gerente do Circuito ou ao Head Judge da impossibilidade de atleta (s) classificado (s) em se apresentar para competir de modo que apenas dois ou menos atletas vão para a água.
 
 
7) Premiação MÍNIMA dos Eventos.
 
    A) As empresas promotoras/promoters dos eventos válidos para o Circuito FECASURF 2008 deverão oferecer premiação aos 04 (quatro) primeiros colocados de cada categoria (ou 5º e 6º colocados, em finais de cinco ou seis atletas).
 
 
b) Evento A – Premiação mínima
Categoria
1º lugar
2º lugar
3º lugar
4º lugar
Open
Prancha (*) ou
Roupa de Borracha
 Kit
Kit
Kit
Junior
Prancha (*) ou Roupa de Borracha
 Kit
Kit
Kit
Mirim
Prancha (*) ou Roupa de Borracha
Kit
Kit
Kit
Iniciantes
Prancha (*) ou Roupa de Borracha
Kit
Kit
Kit
Infantil
Pancha (*) ou Roupa de Borracha
Kit
Kit
Kit
Feminino
Prancha (*) ou Roupa de Borracha
Kit
Kit
Kit
Master
Prancha (*) ou Roupa de Borracha
Kit
Kit
Kit
 
C) EVENTO B – Premiação mínima
Categoria
1º lugar
2º lugar
3º lugar
4º lugar
Open
Prancha (*)
Kit
Kit
Kit
Junior
Prancha (*)
Kit
Kit
Kit
Mirim
Bloco (*)
Kit
Kit
Kit
Iniciantes
Bloco (*)
Kit
Kit
Kit
Infantil
Kit (*)
Kit
Kit
Kit
Feminino
Bloco (*)
Kit
Kit
Kit
Master
Bloco (*)
Kit
Kit
Kit
(*) premiação de valor igual ou superior – as pranchas serão cotadas pelo valor básico de loja.
Obs.: Os organizadores e associações ficam livres para qualquer tipo de aumento na premiação, desta maneira aumentando o prestígio de seu evento.
           Os atletas que não atenderem as entregas de premiação sem motivo justificado perderão o direito as mesmas.
------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
 
8) Pontuação: NÍVEL A
 
A pontuação adotada obedecerá ao seguinte quadro, sendo que classificados abaixo da 64a posição receberão todos 1 ponto para efeito de participação em ranking.
 
Colocação
A
 1
1000
17
185
33
34
49
06
2
900
18
167
34
31
50
06
3
810
19
150
35
28
51
05
4
729
20
135
36
25
52
05
5
656
21
122
37
23
53
04
6
590
22
109
38
20
54
04
7
531
23
98
39
18
55
03
8
478
24
89
40
16
56
03
9
430
25
80
41
15
57
03
10
387
26
72
42
13
58
02
11
349
27
65
43
12
59
02
12
314
28
58
44
11
60
02
13
282
29
52
45
10
61
02
14
254
30
47
46
09
62
02
15
229
31
42
47
08
63
01
16
206
32
38
48
07
64
01
 
Pontuação: NÍVEL B
 
A pontuação adotada obedecerá ao seguinte quadro, sendo que classificados abaixo da 64a posição receberão todos 0,5 pontos para efeito de participação em ranking.
 
 
Colocação
B
 1
500
17
92
33
17
49
03
2
450
18
83
34
15
50
03
3
405
19
75
35
13
51
03
4
364
20
67
36
12
52
02
5
328
21
60
37
11
53
02
6
295
22
54
38
10
54
02
7
265
23
49
39
09
55
02
8
239
24
44
40
08
56
01
9
215
25
39
41
07
57
01
10
193
26
35
42
06
58
01
11
174
27
32
43
05
59
01
12
156
28
29
44
05
60
01
13
141
29
26
45
05
61
01
14
126
30
23
46
04
62
0,5
15
114
31
21
47
04
63
0,5
16
102
32
19
48
03
64
0,5
 
9) Equipe Técnica:
 
A) EVENTO A
Cargo
Quantidade
Valores p/dia (R$)
Head Judge
02
400,00 (200,00 x 2)
Juizes Estaduais
04
700,00 (175,00 x 4)
Juizes Regionais
02
280,00 (140,00 x 2)
Locutor
01
200,00
Locutor Auxiliar
01
150,00
Ajudante de Juiz
02
160,00
Oficial de Praia
01
90,00
Secretário de inscrições
01
150,00 p/dia
Gerente do Circuito/Dir. Provas.
01
150,00
Obs. Deverá ser paga ajuda de custo no valor de uma passagem de ônibus intermunicipal aos árbitros de outros municípios e jantar na sexta e sábado em evento de dois dias.
 
B) EVENTO B
Cargo
Quantidade
Valores p/dia (R$)
Head Judge
02
260,00 (130,00X 2)
Juizes Estaduais
03
330,00 (110,00 X 3)
Juizes Regionais
03
255,00 (85,00 X 3)
Locutor
01
110,00
Locutor Auxiliar
01
80,00
Ajudante de Juiz
02
100,00
Oficial de Praia
01
70,00
Secretário de inscrições
01
65,00 p/dia
Gerente do Circuito/Dir. Provas.
01
150,00
 
------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
 
10) Exigências Técnicas 2011 (Eventos A, B, Feminino, Longboard, Estudantil e Universitário).
 
A) Sistema de computação obrigatório.
B) Estrutura de praia: Padrão FECASURF.
C) Equipe local mínima (OBRIGATÓRIO): 01 Locutor auxiliar, 01 Beach Marshall, 02 Spotters, 02 Seguranças, 01 Secretário (valores negociados com a associação local).
D) Obrigatoriedade do logotipo da FECASURF no pôster do evento, na mesma proporção da associação local e também na lycra de competição.
E) Obrigatoriedade do logotipo da FECASURF no palanque e podium do evento.
F) Obrigatoriedade do logotipo da FECASURF e da Associação local na camiseta do evento.
 
 
11) Filiação
 
Competidores: A filiação do atleta em 2011 deverá ser paga até 10 de janeiro de 2011, no valor da inscrição da categoria original do atleta em um evento de nível A ou Circuito de categoria e R$ 120,00 para Profissionais, tendo direito à inclução do nome no Ranking e a Premiação de final do Ano.
 
A)   Membro Residente: atletas residentes no estado de Santa Catarina por no mínimo 02 anos (04 temporadas completas) para amadores.
B)    Membro Residente: atletas residentes no estado de Santa Catarina por no mínimo 03 anos (04 temporadas completas) para profissionais.
C)    Membro Especial: atletas residentes no estado de Santa Catarina por menos de 04 anos (AM) / 04 anos (PRO), ou não residentes, não disputarão o ranking catarinense.
 
 
------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
 
12) disciplinas do circuito
 
Foram determinadas ações disciplinares para as diversas situações e outras que serão criadas à medida que surjam casos específicos.
 
A)   Todos os surfistas deverão liberar a área de competição antes do início da primeira bateria do dia, assim que solicitados para isso, ou haverá uma multa no valor de 01 inscrição e em caso de reincidência o competidor entrará na sua próxima bateria automaticamente com 01 interferência.
B) Camisetas de competição – Todos os atletas devem comparecer pessoalmente ao Beach Marshall, para retirar a camiseta de competição e deverão vesti-la no local, só retirando na área do evento, ao retornar de sua bateria e entregando-a diretamente ao Beach Marshall. O atleta não deverá em hipótese alguma, retirar a camiseta do corpo no trajeto bateria-palanque ou poderá ser penalizado com uma interferência na sua próxima bateria, independente do evento em questão.
C)    Infrações e penalidades:
Atos de indisciplina, agressões, desrespeito à comissão e qualquer outro caso que de acordo com a organização possa ser considerado atentatório à boa conduta esportiva poderá ser punido com os dispositivos constantes do Código Brasileiro de Justiça Desportiva.
D)   Os infratores e os atos que requeiram punição serão descritos em uma súmula feita pelo Diretor do Circuito baseado nos relatórios do staff técnico da prova (head judge, juízes, beach Marshall, spotters, seguranças, etc.). Serão considerados infratores: atletas, patrocinadores, técnicos, organizadores, membros do Staff, pessoas envolvidas diretamente nos eventos e imprensa.
E) Os membros da FECASURF e Atletas competidores que forem multados por qualquer motivo só poderão participar dos eventos seguintes mediante o pagamento da multa estabelecida pela entidade e cumprimento da penalidade.
F)   As reclamações exacerbadas ou atos de indisciplina de pessoas ligadas diretamente a algum atleta (técnicos, patrocinadores, parentes, etc.) poderão acarretar em punição, conforme o caso, ao atleta envolvido.
 
 
 
 
------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
 
 
13) Circuitos Internos de Associações
 
a) eventos Internos: não precisa ter especificação nenhuma. Só competem atletas locais. Homologação com custo zero, porém obrigatória.
 
B) eventos INTERNOS COM CATEGORIAs AbertAs: eventos de associação abertos à participação de atletas de outras associações. Homologação com custo zero, porém obrigatória. Se na analise da Fecasurf, esse evento exceder o padrão que o insere na categoria de evento interno, este será considerado “evento especial” e sujeito a suas especificações.
 
B. (1) O pedido de datas e homologação de eventos deve se feito através do “Sistema passo a passo para a realização de eventos homologados”.
B. (2) A FECASURF analisará o projeto e fará os ajustes, quando estes se fizerem necessários, inclusive com relação a datas.
 
OBS. OS ATLETAS, ÁRBITROS, STAFF E PROMOTORES QUE PARTICIPAREM DE EVENTOS QUE SEJAM REALIZADOS SEM A DEVIDA HOMOLOGAÇÃO DA FECASURF, SERÃO AFASTADOS DOS QUADROS DA FEDERAÇÃO CATARINENSE DE SURF POR UM ANO, SEM PODEREM COMPETIR OU REALIZAR SUAS FUNÇÕES JUNTO A ENTIDADE.
 
PORTANTO, É IMPERATIVO QUE OS ATLETAS, ARBITROS E STAFF; CERTIFIQUEM-SE JUNTO A FECASURF QUANTO A HOMOLOGAÇÃO DOS EVENTOS LOCAIS INTERNOS OU ABERTOS, QUE PARTICIPAREM.
 
AS ASSOCIAÇÕES ENVOLVIDAS NA REALIZAÇÃO DE TAIS EVENTOS, RECEBERÃO MULTA DE R$ 500, 00, DOBRANDO NA REINCIDÊNCIA.
 
 
 
 
B. (3) Quadro técnico em eventos locais abertos:
 
Equipe Técnica
Valores
01 Head Judge (escalado Fecasurf)
R$ 180,00 p/dia
01 Juiz Estadual (escalado Fecasurf)
150,00
 
 
04 Juízes locais (escalado Associação)
Negociáveis com a associação local
Observação: Recomenda-se 04 juízes julgando e 02 juízes revezando
(quadro com 06 juízes).
 
B. (4) Valor máximo de inscrição: R$ 35,00.
 
14) eventos Abertos/especiais:eventos de associação de grande porte, abertos à participação de atletas de outras associações em todas as categorias.
 
A) O pedido de datas e homologação de eventos deve se feito através do “Sistema passo a passo para a realização de eventos homologados”
B) A FECASURF analisará o projeto e fará os ajustes, quando estes se fizerem necessários, inclusive com relação a datas.
C) Deverá ser repassado para a Federação Catarinense de Surf, 20% do valor arrecadado com as inscrições.
D) O promotor/ associação fará o acerto da porcentagem devida em até 07 dias após o término do evento.
E) Quadro técnico em eventos especiais:
 
Cargo
Quantidade
Valores p/dia (R$)
Head Judge
02
400,00 (200,00 x 2)
Juizes Estaduais
04
700,00 (175,00 x 4)
Juizes Regionais
02
280,00 (140,00 x 2)
Locutor
01
150,00
Locutor Auxiliar
01
150,00
Ajudante de Juiz
02
130,00
Oficial de Praia
01
80,00
Secretário de inscrições
01
80,00 p/dia
Gerente do Circuito/Dir. Provas.
01
400,00
 
 
15) Exigências Técnicas 2008 - Eventos Especiais.
A) Sistema de computação obrigatório.
B) Estrutura de praia: Padrão FECASURF.
C) Equipe local mínima (OBRIGATÓRIO): 01 Locutor auxiliar, 01 Beach Marshall, 02 Spotters, 02 Seguranças, 01 Secretário (valores negociados com a associação local).
D) Obrigatoriedade do logotipo da FECASURF no pôster do evento, na mesma proporção da associação local e também na lycra de competição.
E) Obrigatoriedade do logotipo da FECASURF no palanque e podium do evento.
F) Obrigatoriedade do logotipo da FECASURF e da Associação local na camiseta do evento.
 
muitas Associações tem erroneamente realizado eventos com o nome de Surf Treino, quando na realidade não o são.
eventos SURF TREINO: Evento de pequeno porte realizados ou aprovados (obrigatório) por associação, abertos à participação de atletas de outras associações, desde que cumpra a sua finalidade de treino, isto é, SEM PREMIAÇÃO, e não necessitam de homologação junto a Fecasurf.
 
QUALQUER PREMIAÇÃO OFERECIDA POR UM EVENTO, O TIRA DA CONDIÇÃO DE SURF TREINO, DEVENDO SER HOMOLOGADO DE ACORDO COM RELAÇÃO ANTERIORMENTE DESCRITA.
 
 
A) O pedido de datas e homologação de eventos deve se feito através do “Sistema passo a passo para a realização de eventos homologados”
B) A FECASURF analisará o projeto e fará os ajustes, quando estes se fizerem necessários, inclusive com relação a datas.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Circuito ProFISSIONAL
 
Regras de aprovação
 
1) Responsabilidade
O Circuito Catarinense de Surf PROFISSIONAL 2011 ficará sob responsabilidade da FECASURF, com parceria ou não de Promotores e Associações, com a devida participação das associações locais.
 
2) Duração do Evento
02 dias, podendo ter no máximo 04 dias.
 
4)     soma de resultados – Pontos/descartes
 
 
A – Para efeito de ranking, caso o circuito venha a ter até 7 (sete) etapas, então serão computados os 5 (cinco) melhores resultados. Caso tenham 6 (seis) etapas, então serão somados os 5 (cinco) melhores resultados. Caso tenha até 5 (cinco) etapas, então serão somados apenas os 4 (quatro) melhores resultados. Caso forem realizadas quatro etapas, serão computados os três melhores resultados. Caso sejam realizadas três ou menos etapas serão computados 100% dos resultados. Acima de 7 (sete) etapas serão computados 75% dos resultados, considerando o valor mais baixo em caso de fração.
B – Caso haja empate no ranking final, o desempate ocorre da mesma forma do que em uma bateria, ou seja: se a princípio somam-se os cinco melhores resultados; em caso de novo empate, serão somados os quatro melhores resultados, depois os três melhores resultados, dois melhores resultados; continuando o empate será somado somente o melhor resultado; persistindo o empate, passa-se aos demais resultados (6º e 7º melhor resultado, nesta ordem) que não foram computados, até que seja desempatado. Caso não existam condições para o desempate, o atleta com a melhor colocação no ranking do Circuito Catarinense Profissional do ano anterior, será declarado vencedor.
 
 
4) Máximo de inscritos
·        Formato de até 96 inscritos: 02 dias
·        Formato de até 128 inscritos: 03 dias
 
5) Baterias Homem X Homem
A partir das quartas de final, quando houver tempo disponível.
 
 
6) Equipe Técnica
 
VALORES ESTIPULADOS PELA ABRASP EM SEU LIVRO DE REGRAS.
 
 
 
7) Premiação, e Inscrição por ETAPA.
 
a) Descrição de pontos, premiação e inscrição.
 
LIVRO DE REGRAS ABRASP
  
 
 
8) PontuAÇÃO
 
 
 
COL.
1A
2A
3A
4A
5A
6A
COL
1A
2A
3A
4A
5A
6A
250
500
1000
2000
2500
3500
86º
19
59
118
236
295
413
215
430
860
1720
2150
3010
87º
18
58
116
232
290
406
183
365
730
1460
1825
2555
88º
17
57
114
228
285
399
168
335
670
1340
1675
2345
89º
16
56
112
224
280
392
153
305
610
1220
1525
2135
90º
15
55
110
220
275
385
146
292
583
1166
1458
2041
91º
14
54
108
216
270
378
139
278
555
1110
1388
1943
92º
13
53
106
212
265
371
132
264
528
1056
1320
1848
93º
12
52
104
208
260
364
125
250
500
1000
1250
1750
94º
11
51
102
204
255
357
10º
122
244
488
976
1220
1708
95º
10
50
100
200
250
350
11º
119
238
475
950
1188
1663
96º
9
49
99
198
248
347
12º
116
231
462
924
1155
1617
97º
8
48
98
196
245
343
13º
113
225
450
900
1125
1575
98º
7
47
97
194
243
340
14º
110
219
438
876
1095
1533
99º
6
46
96
192
240
336
15º
107
213
425
850
1063
1488
100º
5
45
95
190
238
333
16º
104
207
413
826
1033
1446
101º
4
44
94
188
235
329
17º
100
200
400
800
1000
1400
102º
3
43
93
186
233
326
18º
99
198
395
790
988
1383
103º
2
42
92
184
230
322
19º
98
195
390
780
975
1365
104º
1
41
91
182
228
319
20º
97
193
385
770
963
1348
105º
1
40
90
180
225
315
21º
95
190
380
760
950
1330
106º
1
39
89
178
223
312
22º
94
188
375
750
938
1313
107º
1
38
88
176
220
308
23º
93
185
370
740
925
1295
108º
1
37
87
174
218
305
24º
92
183
365
730
913
1278
109º
1
36
86
172
215
301
25º
90
180
360
720
900
1260
110º
1
35
85
170
213
298
26º
89
178
355
710
888
1243
111º
1
34
84
168
210
294
27º
88
175
350
700
875
1225
112º
1
33
83
166
208
291
28º
87
173
345
690
863
1208
113º
1
32
82
164
205
287
29º
85
170
340
680
850
1190
114º
1
31
81
162
203
284
30º
84
168
335
670
838
1173
115º
1
30
80
160
200
280
31º
83
165
330
660
825
1155
116º
1
29
79
158
198
277
32º
82
163
325
650
813
1138
117º
1
28
78
156
195
273
33º
80
160
320
640
800
1120
118º
1
27
77
154
193
270
34º
79
158
315
630
788
1103
119º
1
26
76
152
190
266
35º
78
155
310
620
775
1085
120º
1
25
75
150
188
263
36º
77
153
305
610
763
1068
121º
1
24
74
148
185
259
37º
75
150
300
600
750
1050
122º
1
23
73
146
183
256
38º
74
148
295
590
738
1033
123º
1
22
72
144
180
252
39º
73
145
290
580
725
1015
124º
1
21
71
142
178
249
40º
72
143
285
570
713
998
125º
1
20
70
140
175
245
41º
70
140
280
560
700
980
126º
1
19
69
138
173
242
42º
69
138
275
550
688
963
127º
1
18
68
136
170
238
43º
68
135
270
540
675
945
128º
1
17
67
134
168
235
44º
67
133
265
530
663
928
129º
1
16
66
132
165
231
45º
65
130
260
520
650
910
130º
1
15
65
130
163
228
46º
64
128
255
510
638
893
131º
1
14
64
128
160
224
47º
63
125
250
500
625
875
132º
1
13
63
126
158
221
48º
62
123
245
490
613
858
133º
1
12
62
124
155
217
49º
60
120
240
480
600
840
134º
1
11
61
122
153
214
50º
59
118
235
470
588
823
135º
1
10
60
120
150
210
51º
58
115
230
460
575
805
136º
1
9
59
118
148
207
52º
57
113
225
450
563
788
137º
1
8
58
116
145
203
53º
55
110
220
440
550
770
138º
1
7
57
114
143
200
54º
54
108
215
430
538
753
139º
1
6
56
112
140
196
55º
53
105
210
420
525
735
140º
1
5
55
110
138
193
56º
52
103
205
410
513
718
141º
1
4
54
108
135
189
57º
50
100
200
400
500
700
142º
1
3
53
106
133
186
58º
49
98
195
390
488
683
143º
1
2
52
104
130
182
59º
48
95
190
380
475
665
144º
1
1
51
102
128
179
60º
47
93
185
370
463
648
145º
1
1
50
100
125
175
61º
45
90
180
360
450
630
146º
1
1
49
98
123
172
62º
44
88
175
350
438
613
147º
1
1
48
96
120
168
63º
43
85
170
340
425
595
148º
1
1
47
94
118
165
64º
42
83
165
330
413
578
149º
1
1
46
92
115
161
65º
40
80
160
320
400
560
150º
1
1
45
90
113
158
66º
39
79
158
316
395
553
151º
1
1
44
88
110
154
67º
38
78
156
312
390
546
152º
1
1
43
86
108
151
68º
37
77
154
308
385
539
153º
1
1
42
84
105
147
69º
36
76
152
304
380
532
154º
1
1
41
82
103
144
70º
35
75
150
300
375
525
155º
1
1
40
80
100
140
71º
34
74
148
296
370
518
156º
1
1
39
78
98
137
72º
33
73
146
292
365
511
157º
1
1
38
76
95
133
73º
32
72
144
288
360
504
158º
1
1
37
74
93
130
74º
31
71
142
284
355
497
159º
1
1
36
72
90
126
75º
30
70
140
280
350
490
160º
1
1
35
70
88
123
76º
29
69
138
276
345
483
161º
1
1
34
68
85
119
77º
28
68
136
272
340
476
162º
1
1
33
66
83
116
78º
27
67
134
268
335
469
163º
1
1
32
64
80
112
79º
26
66
132
264
330
462
164º
1
1
31
62
78
109
80º
25
65
130
260
325
455
165º
1
1
30
60
75
105
81º
24
64
128
256
320
448
166º
1
1
29
58
73
102
82º
23
63
126
252
315
441
167º
1
1
28
56
70
98
83º
22
62
124
248
310
434
168º
1
1
27
54
68
95
84º
21
61
122
244
305
427
169º
1
1
26
52
65
91
85º
20
60
120
240
300
420
170º
1
1
25
50
63
88

 
9) Divisão de premiação:
 
a) Tabela de Premiação para baterias de 4 competidores
 
 
 
Masculino 250 pts – 1A.
Masculino 500 pts – 2A
Masculino
1000 pts – 3A
 
R$15.000,00
R$20.000,00
R$30.000,00
$4,000
$6,000
$8,000
$2,500
$3,000
$5,000
$1,600
     $2,000
$3,200
$1,300
$1,500
$2,600
$800
$1,000
$1,600
$600
$700
$1,200
$400
$600
$800
13º
$300
$425
$600
 
10) sistema de pré – classificação
 
 

A – Para eventos até 40 inscritos
·                     08 ranking local (1o ao 8o) no segundo round,
·                     32 ranking unificado 2011 ( 30 BSP 2010 + 15 Brasil Tour 2010 + 7 classificados regionais 2010) no primeiro round, com 8 baterias
B – Para eventos de até 48 inscritos
·                     16 ranking local (1o ao 16o) no segundo round
·                     32 ranking unificado 2011 ( 30 BSP 2010 + 15 Brasil Tour 2010 + 7 classificados regionais 2010) no primeiro round, com 08 baterias
C – Para eventos de até 56 inscritos
·                     08 ranking local (1o ao 8o) no segundo round
·                     02 pelo ranking local, mais 46 ranking unificado 2011 (30 BSP 2010 + 15 Brasil Tour 2010 + 7 classificados regionais 2010) no primeiro round, com 12 baterias
D – Para eventos de até 64 inscritos
·                     16 ranking local (1o ao 16o) no segundo round
·                     02 pelo ranking local, mais 46 ranking unificado 2011 (30 BSP + 15 Brasil Tour 2010 + 7 classificados regionais 2010) no primeiro round, com 16 baterias
E – Para eventos de até 80 inscritos
·                     16 ranking local (1o ao 16o) no segundo round
·                     16 pelo ranking local, mais 48 ranking unificado 2011( 30 BSP 2010 + 15 Brasil Tour 2010 + 7 classificados regionais 2010) no primeiro round, com 16 baterias
F – Para eventos de até 96 inscritos
·                     32 ranking local (1o ao 32o) no segundo round
·                     16 pelo ranking local, mais 48 ranking unificado 2011 (30 BSP 2010 + 15 Brasil Tour 2010 + 7 classificados regionais 2010) no primeiro round, com 16 baterias
G – Para eventos de até 112 inscritos
·                     16 ranking local (1o ao 16o) no segundo round
·                     24 ranking local, mais 52 pelo ranking unificado 2011 (30 BSP 2010 + 15 Brasil Tour 2010 + 7 classificados regionais 2010), mais 20 classificados no ranking Brasil Tour 2010 no primeiro round, com 24 baterias
H – Para eventos com até 120 inscritos
·                     16 ranking local (1o ao 16o) no segundo round ,com 16 baterias
·                     30 pelo ranking local, mais 52 ranking unificado 2011 (30 BSP 2010 + 15 Brasil Tour 2010 + 7 classificados regionais 2010), mais 10 pelo ranking Brasil Tour 2010 no primeiro round, com 24 baterias, sendo realizada ainda uma triagem com doze atletas com menor pontuação entre os inscritos.
I – Para eventos com mais de 120 inscritos
·                     48 ranking local (1o ao 48o) no segundo round com 24 baterias .
·                     16 pelo ranking local, mais 52 ranking unificado 2011 (30 BSP 2010 + 15 Brasil Tour 2010 + 7 classificados regionais 2010), mais 4 pelo ranking Brasil Tour 2010 no primeiro round, com 24 baterias.
 
OBS ; Os eventos com premiação acima de 40 mil ,devem utilizar o formato do Brasil Tour acima ,onde 16 atletas locais + 32 atletas do BSP 2011 entram no segundo round .
 
J – Caso não haja no estado o número de atletas profissionais locais suficientes na respectiva fase, será seguida a ordem abaixo – Item L.
 
L – O ranking unificado para o seeding dos eventos Regionais devem obedecer a seguinte ordem: 1º. Ranking estadual; 2º. Ranking Brasil Surf Pro 2011 (30 BSP 2010 + 15 Brasil Tour 2010 + 7 classificados regionais 2010); 3º. Ranking Brasil Tour 2010; 4º. Atletas profissionais sem pontos nos rankings 2010; 5º. Atletas amadores.
  
M – Eventos do Brasil Tour, com premiação igual ou acima de R$ 40.000,00, poderão valer para os regionais, caso a federação do local onde o evento está se realizando assim o desejar .
 
11) Filiação
O valor da Taxa de Filiação no Circuito ProFISSIONAL do ano 2011 será de R$120,00 (cento e vinte reais) por atleta a ser paga até o dia 28 de fevereiro. O valor para pagamento após esta data será de R$180,00 (cento e oitenta reais) e os pontos somente serão computados a partir do pagamento da mesma. Pontos obtidos antes do pagamento da filiação não serão computados no ranking.
 
12) TAXA DE HOMOLOGAÇÃO FECASURF
 
R$ 3.000,00
 
TAXA DE HOMOLOGAÇÃO ASSOCIAÇÃO
 
R$ 1.000,00
 
 
 
13) DISCIPLINAS DO CIRCUITO:

 
 
Foram determinadas ações disciplinares para as diversas situações e outras que serão criadas à medida que surjam casos específicos.
A – Todos os surfistas deverão liberar a área de competição pelo menos cinco minutos antes do início da primeira bateria do dia, assim que solicitados para isso, ou haverá uma multa no valor de R$ 200,00 podendo até ocorrer a desclassificação do atleta reincidente ou suspensão por uma etapa, dependendo da gravidade do caso.
B – Camisetas de Competição - Todos os atletas devem comparecer pessoalmente ao Beach Marshall, para retirar a camiseta de competição e deverão vesti-la no local, só retirando na área do evento, ao retornar de sua bateria e entregando-a diretamente ao Beach Marshall. O atleta não deverá em hipótese alguma, retirar a camiseta do corpo no trajeto bateria-palanque ou receberá uma multa no valor de R$200,00.
C – Todo surfista que venha a causar danos ou destruição intencional à propriedade alheia, ou ainda danos à imagem do surf; deverá ter sua situação analisada pelo Conselho da ABRASP, quando serão determinadas as penalidades que lhe convierem. Estas podem variar entre uma multa de R$ 500,00 a R$ 2.000,00 + custos e ainda a possibilidade de desclassificação e perda dos pontos no ranking da ABRASP.
D – Algumas penalidades já estão previstas no livro de regras, e serão baseadas conforme a escala a seguir. Elas serão determinadas pelo Diretor Executivo da ABRASP em consulta ao “Tour Manager” da ABRASP presente e ao Head Judge (da ABRASP ou da Associação Estadual Filiada). O competidor terá direito de apelação da decisão, desde que estaseja feita por escrito e dentro de um prazo de 24 horas após a formalização da penalidade a ser imposta ao atleta. Esta apelação será julgada pelo Conselho Executivo. Serão considerados infratores:
·                     Atletas
·                     Patrocinadores
·                     Técnicos
·                     Organizadores
·                     Membros do Staff
·                     Pessoas envolvidas diretamente nos Eventos
·                     Imprensa
 
        Infrações e penalidades:
·                     Agressão aos juizes ou membros do staff e vice-versa: R$ 2.000,00 + suspensão automática de 6 a 24 meses
·                     Gestos de insultos aos Juizes ou membros do Staff: R$ 800,00
·                     Ofensas verbais aos juizes ou superiores: R$ 500,00 à R$ 1.000,00
·                     Ofensas verbais na área do evento: R$ 500,00 à R$ 1.000,00
·                     Ofensas verbais aos membros do staff: R$ 500,00 à R$ 1.000,00
·                     Danos à propriedade do patrocinador: R$ 2.000,00 + custos , podendo ter suspensão em casos graves
·                     Surfar na área de competição: R$ 200,00 por onda surfada
·                     Ofensas à imprensa: R$ 2.000,00
·                     Agressão à imprensa: suspensão automática de 6 a 12 meses + multa de R$ 2.000,00
·                     Não atender à imprensa quando solicitado: R$ 250,00
·                     Juizes ou membros do staff que não apresentam boa conduta: R$ 1.000,00 + advertência e/ou suspensão em caso de reincidência.
·                     Agressão entre atletas – dentro ou fora d´água: R$ 1.000,00 à R$ 2.000,00 e/ou suspensão
·                     Agressão verbal entre atletas na área do evento: R$ 500,00
·                     Não liberar a área de competição pelo menos 5 minutos antes do inicio das competições: R$ 200,00.
·                     Danos ou destruição intencional à propriedade alheia, ou ainda danos à imagem do surf: R$ 500,00 a R$ 2.000,00.
·                     Retirar a camiseta de competição no trajeto da água até o Beach Marshall: R$ 200,00.
·                     Surfar uma onda após o início da bateria seguinte ou anterior à sua, atrapalhando outro competidor e/ou aos juizes: R$ 250,00.
·                     No caso de ter cometido duas interferências em uma mesma bateria, o surfista infrator deverá sair da água imediatamente após ser informado que cometeu a sua segunda interferência, ou receberá uma multa de R$200,00 a R$500,00.
·                     Surfar ondas acima do limite máximo definido: R$ 100,00 por onda surfada
·                     Itens não providenciados pelo organizador do evento para o bom andamento da prova: R$ 500,00por item não providenciado (ver lista a Pág. 90)
 
E – Os membros da ABRASP que forem multados por qualquer motivo só poderão participar dos eventos seguintes mediante o pagamento da multa estabelecida pela entidade.
F – As reclamações exacerbadas de pessoas ligadas diretamente a algum atleta (exemplos: patrocinadores, familiares, técnicos, etc...) acarretará em multa ou outras penalidades ao atleta envolvido.
G - Será apenas permitida a presença de fotógrafos e/ou vídeo-makers dentro da água e durante as baterias com:
  • Autorização do Head Judge e do Tour Manager ABRASP;
  • Usando capacetes e
  • Cadastrados frente a assessoria de imprensa da ABRASP.
H – As multas aplicadas pelo representante da ABRASP nos eventos regionais homologados deverão ser repassadas para um fundo especial da entidade. O atleta multado, que não quitou o valor devido fica impedido de participar de qualquer evento ABRASP até o pagamento da referida dívida. A entidade filiada que autorizar a inscrição e participação de um atleta em débito com a ABRASP em seu evento, estará automaticamente assumindo esta dívida junto a ABRASP.
 
 
 
REGRAS DE COMPETIÇÃO - EVENTOS ABRASP
JULGAMENTO
 
“O surfista deverá desenvolver a sua performance nas baterias, dentro dos critérios chaves do Critério de Julgamento da ABRASP para maximizar o seu potencial de pontos.”
Os juízes analisam os seguintes conceitos chaves quanto avaliam e pontuam as ondas surfadas em uma bateria:
- Compromisso e grau de dificuldade das manobras
- Manobras inovadoras e progressivas
- Combinação das principais manobras
- Variedade de manobras
- Velocidade, pressão e fluidez
É importante notar que a ênfase em determinados conceitos deste critério depende muito do local e das condições apresentadas, bem como das mudanças nas condições do mar durante o dia.
Escala utilizada:
0,1-1,9 = Fraco
2,0-3,9 = Ruim
4,0-5,9 = Regular
6,0-7,9 = Bom
8,0-10,0 = Excelente
 
1 - FORMATO:
A – Nas baterias de 4 surfistas, 50% dos competidores avançam para a fase seguinte. Nas repescagens ou em situações extremas poderão ser classificados de 1 a 3 atletas por bateria.
 
ÁREA DE COMPETIÇÃO
A-            A área de competição estará demarcada entre as duas bóias no out-side e/ou duas bandeiras na praia. Qualquer onda surfada fora da área de competição corre o risco de não ser bem avaliada e pontuada. O surfista que optar por surfar uma onda além dessa área não terá direito de protestar.
B-            Esta demarcação (Bóias e/ou Bandeiras) também servirá para delimitar a área permitida para o Treino (Free-surf)
C-            Ondas não avaliadas fora da área determinada para a competição, não são passiveis de contestação.
2 - TEMPO DE BATERIA E REGRAS GERAIS DE COMPETIÇÃO:
A – O tempo mínimo de bateria das primeiras fases das triagens será de 20 minutos (25 minutos no Brasil Surf Pro), podendo sofrer alterações de acordo com as condições do mar, tanto para menos quanto para mais. O tempo poderá variar entre 20 e 30 minutos. Deve-se fazer um esforço para que no mínimo, as duas últimas fases das triagens sejam de 25 minutos;
B – O tempo para as baterias do Evento Principal deverá ser de 25 minutos, podendo ser alterado de acordo com as condições do mar e cronograma tanto para menos quanto para mais. Esta mesma regra se estende para as semifinais e finais, que poderão ser de 30 até 60 minutos.
C – As baterias deverão ter seu tempo marcado através de um cronômetro eletrônico e nunca por um relógio analógico.
D – A duração oficial das baterias deve ser determinada pelo Head Judge e pelo Tour Manager;
E – Todas as baterias deverão começar em frente da área do palanque ou no 'outside', ou os surfistas poderão iniciá-la na praia, mediante orientação do locutor e/ou do Beach Marshall, quando for o caso.
F – Deverá ser usada uma sirene para iniciar e terminar as baterias. Um toque para iniciar e dois toques para terminar. 
G – Deverá usar-se um sistema de placas de tempo com dimensão mínima de 2 metros quadrados. Verde para começar a bateria e amarela para indicar os seus cinco minutos finais. Vale lembrar que as placas de tempo são um sistema de auxílio visual aos atletas e que nenhum protesto será aceito por impossibilidade de visualização ou troca de cores.
H – O locutor deverá fazer uma contagem regressiva aos cinco segundos do final da bateria. Ao atingir 'zero' a mesma encerrar-se-á imediatamente, a placa amarela será abaixada e não deverá aparecer nenhuma placa. O final da bateria ocorrerá no primeiro sinal da sirene. O mesmo ocorrerá ao início de uma bateria, com o primeiro toque da buzina, onde o atleta terá que estar claramente com os dois pés sobre a prancha e com suas mãos tendo neste mesmo momento “deixado as bordas da prancha” para ter sua onda validada. Exceção a esta regra ocorrerá em situações onde as mãos nas bordas caracterizem claramente um “grab-rail” na intenção de entubar. Nesse caso mesmo sem as mãos terem “deixado as bordas da prancha” o atleta terá sua onda validada.
I – O surfista poderá descer uma onda na área de competição antes do início de sua bateria, não sendo computada esta onda;
J – No caso de um surfista pegar uma onda após o início da bateria seguinte ou anterior à sua, receberá multa no valor de R$ 200,00 por cada onda surfada, desde que não atrapalhe outro competidor ou aos juizes. Não será computada interferência nesse caso;
K – Ao final da bateria, o surfista deverá estar claramente com a posse da onda, fazendo um movimento para levantar-se e com as mãos já tendo deixado as bordas de prancha, para que a onda seja contada;
L – Não haverá prorrogação de tempo, uma vez iniciada a bateria. Se a mesma for interrompida por qualquer razão, esta deverá iniciar-se no tempo exato em que foi interrompida até o final pré-estabelecido. Exceção será possível se a bateria, ao ser paralisada estiver sem vantagem para nenhum dos competidores, e pela condição do mar, tornar-se impossível manter-se a mesma escala de notas; outra situação é quando passar mais de 10 MINUTOS do tempo da bateria e nenhum competidor tiver surfado ainda, sem haver vantagem alguma para alguém. Neste caso, poderá haver um reinício da bateria, recomeçando uma nova contagem de tempo.
M – O Diretor de Prova e o Tour Manager são as únicas pessoas que poderão dar informações oficiais sobre horários e formação das baterias. Se por acaso alguém, que não eles, passarem informações erradas que causem a perda de uma bateria a algum atleta, não será responsabilidade do evento e nem da ABRASP, ficando o atleta sem condições de protestar.
N – Em baterias de quatro competidores, em caso de ausência de um competidor no evento principal (pré-classificados), após o mesmo já ter sido iniciado, a reclassificação não ocorrerá e a bateria será disputada apenas por três surfistas. O atleta ausente terá direito à sua premiação em dinheiro e aos pontos relativos à sua colocação desde que tenha uma justificativa plausível. O atleta pré-classificado que não comparecer à sua bateria, só terá direito à premiação e aos pontos que fizer jus, caso faça o “check in” com o Beach Marshall antes da bateria e que também tenha uma justificativa convincente para o não comparecimento. Caso haja substituto “ALTERNATE” (na primeira fase apenas), o substituto “ALTERNATE” será convocado assim que a bateria em questão seja autorizada a entrar na água e o atleta anteriormente definido para esta bateria não tenha realizado o “check-in” até este momento. Nas etapas do Brasil Surf Pro, mesmo na primeira fase o atleta só será substituído caso avise pessoalmente à organização a ausência.
N1 – Os atletas pré-classificados a partir do segundo round, que faltarem suas baterias, só receberão a premiação com uma justificativa plausível, em casos extraordinários e comprovados. Para isso, o atleta deve comparecer na praia e fazer o check in até o final do dia de evento.
N2 – Em nenhuma hipótese, depois do cronograma do evento divulgado, assim como a ordem das baterias, haverá mudança em função do não comparecimento de um atleta no horário determinado.
O – O check in deverá ser efetuado até o tempo definido pelo Head Judge para a entrada no mar. Caso o mesmo não seja efetuado por um dos atletas e a bateria for autorizada a entrar na água, a bateria será iniciada naturalmente e terá seu período de tempo normal. O outro atleta poderá entrar na água em qualquer tempo da bateria. O W.O. poderá ser concretizado em situações onde haja confirmação da ausência de um dos atletas e/ou em situações onde não haja a possibilidade de substituição por atletas substitutos (alternates).
P – Caso um atleta perca por W.O. e tenha um motivo justificável, o mesmo poderá retornar ao evento pagando outra inscrição. Isto só poderá acontecer exclusivamente durante a 1a fase. Um atleta que tenha competido e perdido a sua bateria na 1a fase não poderá usufruir deste direito em hipótese alguma.
Q – Um atleta pré-classificado que perder a sua bateria, seja competindo ou por “ausência na bateria”, jamais poderá retornar a competição.
R – No caso em que as condições do mar não apresentem o tamanho mínimo exigido de 50 cm e haja um consenso entre o Conselho dos atletas, o Tour manager, o “juiz chefe” Head Judge e o Diretor de Prova, o campeonato poderá então:
I – Ser transferido para outro local (mesma praia ou outra) que ofereça melhores condições;
II – Ser transferido para outro horário ou outro dia.
III – No caso do evento ser oficialmente cancelado após esgotarem-se estas alternativas e após o inicio do evento principal, os pontos e os prêmios disponíveis deverão ser divididos entre os atletas que estiverem classificados para a respectiva fase.
S – Os atletas que se negarem a entrar na disputa por discordarem da decisão da direção de prova do evento perderão a bateria por W.O. perdendo os pontos da referida etapa e a premiação. Qualquer contestação deverá ser feita em tempo hábil – pelo menos 40 minutos - para a convocação de uma reunião para a decisão sobre a continuidade da prova.
T – Somente nos eventos do ABRASP TOUR 2011 sancionados, os resultados polêmicos, exclusivamente referentes a interferências poderão voltar atrás, desde que seja comprovado o erro através de um vídeo que o atleta deverá apresentar ao Head Judge com até, no máximo, 30 minutos após o término de sua bateria. A decisão final será do Head Judge em conjunto com o representante da ABRASP presente ao evento, mais os juízes que julgaram a bateria, sendo a decisão final irrevogável e incontestável.
U – Revisões de ondas pelo sistema de vídeo só serão permitidas em caso de ondas supostamente perdidas e não avaliadas dentro da área de competição e do tempo oficial da bateria. Nesta circunstância, o resultado ficará indefinido e a será informado oficialmente após decisão oficial dos juizes presentes e mais o representante da ABRASP no evento ao final da respectiva fase.
V – Revisão de ondas pelo sistema de vídeo para contestação de nota, só será aceita mediante protesto escrito encaminhado a direção técnica pelo atleta envolvido ou técnico devidamente filiado à entidade. Essa revisão não permite a mudança da nota e só será realizada como esclarecimento e no final do dia, conforme a disponibilidade de tempo. Apenas terão acesso a essa revisão membros do conselho dos atletas, os atletas envolvidos e o técnico dos mesmos, devidamente filiados à ABRASP.
V.1- Apenas será aceita a revisão da bateria com a presença do adversário ou representante legal (Técnico filiado a entidade);
V.2-  No caso de interferência, o atleta que interferiu terá o direito de revisão após solicitação por escrito, sendo somente revisto a situação da interferência. Caso o atleta deseje rever as ondas surfadas, deverá abrir outra requisição, obedecendo aos tópicos anteriores.
W – Se qualquer evento desejar usar palanque duplo (seja pela condição das ondas ou tempo útil para a conclusão da prova) deverá ter a aprovação do representante da ABRASP, Head Judge e Diretor de Prova, em conjunto com o realizador do evento e mais um representante do Conselho Executivo (atleta), para então fazê-lo. Eles devem ter uma área neutra de no mínimo 100 metros de intervalo entre cada uma das áreas técnicas de cada estrutura montada.
 
X – Se as condições mostram que os palanques duplos necessitam ser utilizados durante um evento, o representante da ABRASP no evento, o Head Judge, o Diretor de Prova e um Representante dos Surfistas deverá ser consultado. O não cumprimento deste item poderá resultar em multa para o evento.
 
Y – Se as condições mostrarem que os palanques duplos precisam ser utilizados, um quadro mínimo com três juizes (com toda a contagem de pontos dos juizes direcionados à média final) será utilizado.
 
Z – No caso da divisão em duas estruturas, o sistema de computação será prioritariamente utilizado no palanque principal e, caso seja possível, um sistema auxiliar também será utilizado no segundo palanque. Todos os resultados serão anunciados no palanque principal.
 
3 - MÁXIMO DE ONDAS:
 
A – O número máximo de ondas estará diretamente relacionado ao número de ondas válidas para o somatório, na seguinte proporção: 2 ondas válidas, máximo de 10; 3 ondas válidas, máximo de 15; 4 ondas válidas, máximo de 20.
O competidor deverá ser informado quando completar sua 8ª onda no caso de 10, na sua 13ª no caso de 15 e na sua 18ª no caso de 20. Se for surfada mais de 10, 15 ou 20 ondas, respectivamente, no tempo limite da bateria o atleta será penalizado com uma multa de R$ 100,00 por onda surfada além do limite estabelecido. Além disso, aquele que permanecer na água após a sua 10ª, 15ª ou 20ª onda, será penalizado com uma interferência nos casos em que:
                        l) - Desça qualquer onda extra que atrapalhe outro competidor;
                        ll) - Interfira em qualquer competidor remando ou colocando-se no outside.
 
B – O número máximo de ondas do somatório seguirá sempre a determinação do Head Judge e do Diretor de Provas antes do inicio do evento. O número máximo de ondas poderá variar entre 10 e 15 ondas.
B1 - Em condições especiais o Head Judge da ABRASP em conjunto com o Tour Manager da ABRASP e o Representante dos Surfistas podem definir o máximo de ondas a serem surfadas em detrimento das condições do Mar e do cronograma.Para esta Regra ser válida, todos os Surfistas que competirem devem ser informados da mudança antes de entrarem na água.
B2 - Os Surfistas serão informados sobre o número máximo de ondas permitido por bateria. Caso eles surfem um número maior de ondas do que o permitido, o surfista será penalizado por cada onda extra surfada conforme “item A” deste seguimento.
4 - SOMA DAS ONDAS:
 
A – A soma nas baterias do Evento Principal e nas Triagens é igual. No caso, a maior e a menor nota dada pelos juizes a cada onda são eliminadas, somando-se as três notas intermediárias. Ao final da bateria, as 2, 3 ou 4 melhores pontuações de cada surfista serão destacadas e somadas. O surfista que obtiver o maior número de pontos será o vencedor.
B – Nas finais deverão ser somadas as 2, 3 ou 4 melhores pontuações, de acordo com as condições do mar e o tempo de bateria.
 
5 - EMPATES:
 
A – Nas baterias do Evento Principal e Triagens deverão ser somadas as 2, 3 e/ou 4 melhores pontuações. Permanecendo-se o empate somam-se no caso de 2 melhores ondas, apenas a melhor nota. Se permanecer o empate somam-se as 3 melhores pontuações e assim sucessivamente até o desempate. A reciprocidade vale para o caso de se estar somando-se as 3 e/ou 4 melhores pontuações em uma bateria final de mais de 30 minutos de duração.
B – Somente baterias sem condições de desempate irão à água novamente, mediante a autorização do Diretor de Prova.
 
6 - INTERFERÊNCIA:
 
Regra Básica
A – O surfista que estiver na parte interna da onda tem o direito incondicional de surfá-la por toda sua extensão. A interferência será caracterizada se durante o seu trajeto a maioria dos juizes entenderem que um outro competidor lesou efetivamente o potencial de pontos que o surfista que tinha a posse da onda poderia obter.
B – Qualquer competidor que se levantar à frente do surfista que estiver com a posse, tem a chance de sair da onda sem estar cometendo interferência a não ser que: ele lese o potencial de pontos a ser atingido pelo surfista mais próximo do pico da onda, incluindo no caso: pressão excessiva na remada, ou mesmo quebrar uma sessão da onda, desde que lese efetivamente o potencial de pontos.
C - No caso de ter cometido duas interferências em uma mesma bateria, o surfista infrator deverá sair da água imediatamente após ser informado que cometeu a sua segunda interferência, ou receberá uma multa de R$ 500,00 a R$ 1000,00.
7 - DIREITO DE PASSAGEM EM BATERIAS DE 4 SURFISTAS E QUANDO NÃO HOUVER PRIORIDADE EM BATERIAS DE 2 SURFISTAS :
 
            A posse da onda ou direito de passagem nestas condições, vai variar de acordo com os tipos de mar a serem citados a seguir, de acordo com o local onde estiver ocorrendo à competição. É responsabilidade dos juizes e do head judge determinar quem tem a posse ou direito de passagem, baseado na formação da onda, se o maior potencial for para esquerda ou para a direita, independente de quem ficou em pé primeiro. Na maioria das situações, esta condição é que indicará a posse da onda, com exceção para a regra de múltiplos picos (beach break). Se na entrada da onda não for possível determinar o seu lado predominante, o direito de passagem será do surfista que primeiro fizer uma virada definida para a direção que escolher.
 
            l) POINT BREAK
            Quando existir apenas uma direção disponível e qualquer onda quebrar, o surfista na parte interna terá sempre o direito incondicional de surfá-la por toda sua extensão.
             
            ll) UM PICO (Fundo de areia, pedra ou coral)
            Se houver um pico único e bem definido com ambas as faces, esquerda e direita disponíveis, e no momento do “take off” da onda nem à direita, nem à esquerda puderem ser consideradas como ideal, então, a preferência irá para o surfista que primeiro fizer uma virada definida na direção escolhida (executando uma cavada clara para a esquerda ou para a direita). Um segundo surfista poderá surfar na direção oposta, na mesma onda, sem estar incorrendo em uma penalidade, desde que ele não interfira o primeiro surfista que estabeleceu a preferência.
            Ele somente poderá cruzar o caminho do primeiro surfista para ganhar o lado oposto do pico, desde que na opinião da maioria dos juizes ele o faça sem prejudicar efetivamente o potencial de pontos do primeiro surfista que tinha entrado na onda.
 
            lll) MÚLTIPLOS PICOS AO ACASO (beach break)
 
            Nestas condições, a posse poderá variar de acordo com a natureza individual de cada onda.
            1 - Com um pico (formato piramidal), o surfista terá a posse da onda desde que esteja claramente na parte mais central deste pico (topo da pirâmide).
            1.1 – Caso dois surfistas estejam claramente neste mesmo ponto (topo da pirâmide), vale a regra para UM PICO.
            2 - Com dois picos, existirão casos em que uma ondulação terá dois picos separados - definidos - que se encontrem eventualmente. Embora dois surfistas tenham a posse de seus respectivos picos aquele que ficar em pé primeiro, será considerado como tendo a posse e o segundo deverá dar passagem, saindo da onda ou não, desde que ele não atrapalhe o surfista que subiu primeiro em sua prancha.
            3 - Se dois surfistas ficarem em pé ao mesmo tempo em picos separados que se encontrarem eventualmente, então:
- se ambos derem passagem, indo reto ou saindo da onda, de forma que um não atrapalhe o outro, não haverá qualquer tipo de interferência.
- se colidirem ou atrapalharem-se, os juízes darão a interferência ao surfista que tiver sido o agressor.
- se nenhum der passagem, aliviando a trajetória ou saindo da onda e ambos assumirem a responsabilidade da colisão, será marcada uma interferência dupla.
O cruzamento de trajetória é tolerável. Se levantarem ao mesmo tempo e houver colisão, a interferência será do agressor, neste caso poderá, ainda, haver a possibilidade de dupla interferência.
O cruzamento de trajetória será apenas tolerado em situações onde:
1 – Ambos os surfistas após cruzarem-se sigam em direção oposta, sem que um não lese o potencial do outro.
2 – Caso um atleta levante-se primeiro (tirando as duas mãos das bordas) e definindo claramente uma direção (direita ou esquerda), desde que esteja ao centro de uma onda com duas direções possíveis e sem uma direção explicitamente predominante, o outro atleta poderá surfar em direção oposta àquela escolhida por seu oponente sem estar cometendo interferência, somente se no momento do cruzamento de trajetória a maioria dos juizes entenderem que o mesmo não lesou o potencial de pontuação do outro, que conquistou o direito de surfar a onda primeiro.
 
3 – Caso ambos levantem-se ao mesmo tempo (tirando as mãos das bordas) e definam direções opostas sem que haja um lado explicitamente predominante (direita ou esquerda) e nesse percurso houver uma colisão será anotada interferência DUPLA. Caso um dê passagem e o outro provoque a colisão, a interferência será anotada para o surfista agressor.
 
8 - DIREITO DE PASSAGEM EM BATERIAS DE 02 COMPETIDORES QUANDO HOUVER REGRA DE PRIORIDADE.
 
A – Nas baterias de dois competidores, o sistema de placa de prioridade irá determinar a posse da onda. O surfista com a primeira prioridade terá o direito incondicional de passagem para ambos os lados da onda que escolher.
A.1 – O surfista com a prioridade 01 não poderá ser pressionado excessivamente na remada quando estiver claramente se posicionando para escolher uma onda ou para efetivamente dropá-la.
A.2 - O surfista com a prioridade 01 não poderá ter sua trajetória interferida pelo seu oponente seja para se posicionar melhor no outside, seja para efetivamente se posicionar melhor para descer uma onda, resguardando assim seu direito incondicional de passagem e escolha de onda. Nestas situações poderá ser anotada interferência de prioridade.
O segundo surfista poderá eventualmente pegar a mesma onda daquele que tenha a prioridade, desde que haja uma distância entre ambos e os juizes entenderem que sua entrada e permanência na onda não prejudicaram o potencial de pontos do atleta com a primeira prioridade.“Nesta situação específica, os dois surfistas serão avaliados e pontuados normalmente”.
O segundo surfista poderá eventualmente pegar a mesma onda daquele que tenha a prioridade, desde que haja uma distância entre ambos e os juizes entenderem que sua entrada e permanência na onda não prejudicaram o potencial de pontos do atleta com a primeira prioridade. Nesta situação específica, os dois surfistas serão avaliados e pontuados normalmente.
 
B – Tão logo o surfista que tiver a prioridade fique em pé na onda escolhida, o segundo surfista deve parar de remar naquele ponto e dar passagem. Se o segundo surfista remar ou pegar a mesma onda do surfista com a prioridade e isso lesar o potencial de pontuação do mesmo, será então chamada interferência de prioridade.
C – O competidor que cometer a interferência perde automaticamente a prioridade.
D – Em baterias H X H em caso de interferência o atleta perderá 50% da pontuação de sua segunda melhor onda de somatório (no caso de somarem duas ondas) somente se no momento da interferência não houver prioridade alocada para nenhum dos dois competidores.
D.1 – Caso haja prioridade alocada e ocorra uma interferência de prioridade, a onda do infrator será anotada, porém, não será pontuada (0,0). A partir deste momento, o atleta infrator pontuará apenas com uma onda (caso sejam 02 no somatório), perdendo assim, 100% dos pontos em sua 2ª melhor onda pontuada.
Em situações onde o atleta tenha apenas uma onda computada e na onda posterior cometa uma interferência:
a)            Caso haja prioridade alocada neste momento da bateria, ele perderá 100% de sua única onda computada, uma vez que a onda em que cometeu a interferência não é pontuada.
b)            Caso não haja prioridade alocada, ele perderá 50% de sua única onda.
E – Se em uma situação que o surfista que não tem a primeira prioridade vier surfando uma onda e o atleta que detém a primeira prioridade remar e entrar nesta mesma onda, para o mesmo lado; então, o surfista que vinha surfando antes, mas não tinha a prioridade adquirida, deverá sair imediatamente, sem lesar em hipótese alguma o potencial de pontos daquele que tem a prioridade, caso contrário cometerá interferência.
F - Se um surfista que não tem a primeira prioridade vier surfando uma onda e o atleta que detém a primeira prioridade remar e não conseguir entrar na onda, este perderá imediatamente a primeira prioridade.
G – Se o surfista, ao se dirigir para a linha de arrebentação, ficar no caminho de um adversário e uma colisão acontecer, a decisão será dos juizes, avaliando se a colisão foi proposital ou não, ficando este surfista sujeito a cometer interferência.
 
9 - CRITÉRIO DE ESCOLHA DE DIREITO DE PASSAGEM
 
A definição do critério do Direito de Passagem será de responsabilidade do Head Judge da ABRASP.
 
10 - REGRA DE PRIORIDADE
 
A – O Juiz de Prioridade será a referência da prioridade, usando placas coloridas que correspondem às cores das camisetas usadas pelos surfistas da bateria, para a indicação da prioridade. O Sistema de Placas será o indicativo principal da regra de prioridade, sendo a locução o sistema auxiliar. Os dois atletas entram em condições de igualdade na água, prevalecendo - até que a primeira onda seja surfada na bateria - o critério normal de interferência. A partir do momento em que a primeira onda é surfada, o surfista oponente passará a ter automaticamente a primeira prioridade a não ser que um dos competidores surfe uma onda antes do início de bateria. Se isto acontecer, então seu oponente começará a bateria automaticamente com a primeira prioridade. Ao inicio de baterias onde vigorem as regras de prioridade, e nenhum dos atletas possua a prioridade um (P1), caso ambos os surfistas surfem uma mesma onda para lados opostos e ao retornarem para o outside atinjam a linha imaginária de prioridade ao mesmo tempo, a bateria poderá seguir sem prioridade, apesar de os dois atletas já terem surfado uma onda.
 
A.1 - Deverá ser colocada, sempre que possível, uma bóia no outside para que seja definida efetivamente a prioridade, caso contrário à linha de outside (imaginária) será a referência. Após ser definida a linha de outside imaginária, esta será mantida até o final da bateria. O surfista que não atingi-la, segundo determinação do juiz de prioridade, não obterá a prioridade.
A.2 – A definição dessa linha de outside imaginária será do juiz de prioridade, em conjunto com os juizes da bateria em questão e será definida pelo ponto de vista e ângulo de visão do centro técnico, sendo esta soberana.
B – A prioridade da onda é indicada pelo Juiz de Prioridade ou pelo Head Judge, levantando a placa que corresponde à cor da camiseta de competição do surfista. Se nenhum dos dois tiver a prioridade da onda, não será mostrada nenhuma placa e a regra de interferência é que determinará a posse da onda.
C – A interferência de prioridade poderá ser acionada unicamente pelo Juiz de Prioridade ou pelo Head Judge, apenas se a maioria (3 dos 5) juízes atuantes na bateria não virem o incidente. A penalidade será a perda de 100% dos pontos da 2ª melhor onda de somatório e assim subsequentemente na ocorrência de uma segunda interferência.
D – Em todos os casos que houver problemas com o sistema visual de prioridade, o Head Judge terá a responsabilidade pela interpretação de cada caso.
E – Um surfista não pode perder a segunda prioridade remando. Se o surfista conseguir pegar uma onda e suas mãos deixarem as bordas da prancha à medida que tentar ficar de pé, aí então perderá a segunda prioridade.
F – Se um surfista com prioridade estiver posicionado mais no fundo que seu oponente (outside), remar para uma onda e perdê-la, o surfista que estiver mais no raso (inside) poderá então remar para a mesma onda.
G – Se o surfista que estiver mais no raso (inside) possuir a segunda prioridade e seu oponente – que possui a prioridade um - remar para a onda e perdê-la, o surfista do inside assume automaticamente a primeira prioridade. Se este também remar na mesma onda e não conseguir surfar a onda, ele também terá perdido a prioridade. Vale dizer que ambos os surfistas terão perdido a prioridade, embora apenas uma onda tenha passado e não haja tempo suficiente para mudança de placa de prioridade.Se pararem de remar na mesma linha e ao mesmo tempo, a P1 vai para o atleta com a P2, pois o atleta com a P2 apenas a perderia surfando a onda (tirando as mãos da borda). Caso o atleta com a P2 ultrapasse de forma clara o ponto onde o atleta P1 parou de remar, ele terá também perdido a prioridade que acabara de adquirir, retornando assim para o seu oponente. A prioridade um (P1) também voltará para o surfista que a possuía anteriormente a situação de remada definida acima, desde que o juiz de prioridade, em conjunto com os juizes da bateria, definirem que esse atleta continue na linha de outside imaginária e o seu oponente ainda não a tenha atingido.. Caso contrário, a bateria ficará sem prioridade até que um dos dois atletas atinja primeiro essa linha. Lembrando que a definição dessa linha de outside imaginária será do juiz de prioridade, em conjunto com os juizes da bateria em questão e será definida pelo ponto de vista e ângulo de visão do centro técnico, sendo esta soberana.
H – Quando não houver prioridade, a regra de interferência determinará a posse da onda. Ambos os surfistas poderão surfar em direções opostas, desde que um não interfira no outro.
I – Iniciada a bateria, a bóia deverá ser usada até o seu final, a não ser que correntes ou ondas a arrastem para uma situação impraticável. Neste caso, o juiz de prioridade apontará a prioridade baseado em quem atingir primeiro a linha do outside. A definição dessa linha de outside imaginária será do juiz de prioridade, em conjunto com os juizes da bateria em questão e será definida pelo ponto de vista e ângulo de visão do centro técnico, sendo esta soberana.
J – Se os dois surfistas atingirem ao mesmo tempo a linha do outside, a prioridade será do atleta que não tinha a prioridade um (P1)anteriormente.
K – Em momento algum a regra de prioridade poderá ser suspensa da competição homem a homem, seja ela alocada pela bóia de prioridade ou linha de outside.
L – No caso em que as condições de visibilidade e do mar não permitirem ao juiz de prioridade determinar quem remou em volta da bóia de prioridade primeiro, então nenhuma prioridade será dada. E uma vez que a primeira onda dali em diante for surfada o segundo surfista terá a prioridade automática por qualquer onda que ele escolher.
M – No caso em que o head judge e os juizes da prova entenderem que o surfista que tem a prioridade Um, remou na frente do outro surfista para deliberadamente impedi-lo de pegar uma onda, ele perderá a prioridade.
M.1 - O surfista também perderá a prioridade se na opinião dos Juizes e do juiz de prioridade, ele se colocar na onda remando ou não, porém se posicionando para bloquear ou evitar que o seu oponente pegue aquela onda.
N – A Regra de Prioridade terá validade somente após um atleta ter surfado uma onda, seja no início da bateria (sinal sonoro) ou mesmo antes da mesma começar.
O – Ao término da bateria (zero da contagem regressiva) a regra de prioridade deixa de existir. Sendo assim, mesmo que um atleta que não tenha a prioridade na onda venha surfando uma onda e no percurso dessa onda, a bateria tenha terminado, vale dizer que apesar da bateria estar encerrada, o atleta tem o direito de surfar a onda até o final. E caso outro atleta entre nessa onda lesando o potencial de pontuação, mesmo que este atleta ofensor detivesse a prioridade 01 na bateria, estará cometendo interferência, pois após o término da bateria, a regra de prioridade deixa de vigorar e vale o direito de passagem para o atleta que vinha surfando anteriormente.
P – Quando não houver bóia de prioridade e a Prioridade for alocada pelo outside será de responsabilidade do Head Judge em conjunto com o Juiz de Prioridade definir esta linha imaginária, podendo, assim, a bateria ficar sem prioridade caso ambos os surfistas não atinjam esta linha.
Q – Quando o atleta que possui a prioridade 01 remar e não conseguir entrar na onda, caso seu oponente ainda não tenha obtido a prioridade 02, a prioridade 01 retorna automaticamente para o atleta que já a possuía, desde que o mesmo tenha atingido novamente a linha determinada pelo juiz de prioridade, antes de seu oponente. Exceção a esta regra ocorrerá em situações onde o surfista que não possuía a P2 já tenha atingido a Linha de Outside definida pelo juiz de prioridade e onde não tenha havido tempo hábil para a locução anunciá-la. Nesta situação, apesar de ainda não ter sido anunciada a P2, em detrimento do atleta com a P1 ter remado e perdido seu status, a prioridade segue para seu oponente.
Q1 – O Atleta que possuir a P1 tem o direito incondicional de remar para uma ondulação (onda) que escolher sem que seu adversário se posicione em sua trajetória impedindo-o de buscar o melhor posicionamento para surfar esta onda, caso isto ocorra, poderão os juizes determinar a aplicação de uma interferência de prioridade mesmo que nenhum dos dois surfem a onda.
Q2 – A prioridade (P1), delega ao atleta que a detém, o direito incondicional para a escolha de uma onda. O direito incondicional de escolha de onda (P1) torna-se nulo, quando na opinião da maioria dos juizes o atleta usa este direito para impedir que o atleta com a P2 possa escolher ondas secundárias. Nestas situações, poderá o atleta com a P1 ser penalizado com a perda de seu status.
R – Em casos onde o Head Judge, em conjunto com os juizes da bateria e o juiz de prioridade, entenderem que houve uma possibilidade de falha no sistema de alocação de prioridade, e esta possibilidade de falha tenha trazido prejuízo para algum competidor, desde que aja um protesto formal escrito pela parte que se sente lesada, o resultado oficial da bateria ficará “sob judice”, e uma comissão extraordinária, composta pelo Diretor de Prova, o representante da Abrasp e um representante dos atletas, será convocada para deliberar em conjunto com o staff técnico.
            Somente serão aceitos protestos em situações que tiverem sido registradas pelo sistema de vídeo do centro técnico e/ou outras gravações com ótima definição de imagem. Uma vez tomada a decisão pelo Staff Técnico, em conjunto com a comissão extraordinária, esse resultado será incontestável e irrevogável.
 
11. SNAKING
 
A – O surfista que estiver com a posse da onda já estabelecida, terá o direito de surfá-la durante sua extensão, mesmo que um outro atleta suba atrás dele em qualquer situação. Os juizes não penalizarão o surfista que estiver com a posse, mesmo que ele esteja na frente do outro competidor.
B – Se um surfista não estiver atrapalhando o surfista que detém a posse, então os juizes poderão optar por não penalizar nenhum deles, marcando os pontos para ambos na mesma onda, dependendo do critério adotado.
C – Se, na opinião dos juizes, o segundo surfista interferiu no que tinha a posse da onda, fazendo com que o mesmo saia ou perca a onda, então a interferência pode ser aplicada no segundo surfista, mesmo que esteja atrás do primeiro.
D – As situações acima são aplicadas em baterias sem prioridade. Nas baterias de 02 surfistas com prioridade, vigora a regra de prioridade.
 
12 - INTERFERÊNCIA DE REMADA
 
Em baterias de mais de dois surfistas ou quando não houver prioridade em baterias homem x homem, o surfista que estiver na parte interna da onda não poderá ser excessivamente pressionado por outro surfista. A interferência de remada poderá ser definida se:
A – O surfista ofensor fizer contato ou forçar ao que está na parte interna da onda a mudar sua direção na remada para pegar a onda, causando a perda de sua trajetória.
B – O surfista ofensor quebrar uma seção de onda e esta seção causar a perda do potencial de pontuação daquele que tem o direito de passagem.
C – O surfista ao retornar do inside em direção ao outside ficar no caminho de um adversário e lesar explicitamente o potencial de pontos do surfista que vier surfando ou uma colisão acontecer, devendo sempre o atleta que retorna do inside evitar uma rota de colisão.
D – Um surfista não poderá se colocar na trajetória do surfista que detém a posse da onda (mais ao centro do pico ou mais na parte interna de uma onda, onde o lado de maior potencial seja considerado aquele em que este atleta está) OBSTRUINDO sua remada e/ou forçando deliberadamente que este surfista altere sua trajetória pré-determinada.
Se na opinião da maioria dos juízes o potencial de pontuação foi lesado, poderá então ser computada interferência de remada.
E – Existem situações onde dois surfistas remam paralelos (lado a lado) em direção ao outside e/ou em busca de um melhor posicionamento no pico onde estejam as melhores ondas. Nestas situações poderá ser aplicada uma interferência de remada se:
(A)-Dupla se ambos os atletas apresentarem ação agressiva e anti-esportiva, deixando de lado o objetivo específico de buscar um melhor posicionamento para obtenção da posse da onda;
 (B) – Se houver explicitamente um agressor, este então (o agressor) poderá ser penalizado com interferência de remada.
13 - PENALIDADE DE INTERFERÊNCIA
 
A – Em situações onde não houver sistema de prioridade, se a maioria dos juizes anotarem uma interferência, então a segunda melhor onda (terceira no caso de se somarem as três melhores) do surfista infrator será dividida por dois para efeito de somatória (50%).
B – Caso este mesmo atleta cometa uma segunda interferência, será novamente penalizado com a perda de 50% agora sobre sua melhor onda (segunda no caso de se somarem as três melhores). O surfista que cometer duas ou mais interferências deverá sair da água imediatamente após ser informado, ou receberá uma multa entre R$ 500,00 e R$ 1000,00.
C – Exclusivamente em situações onde ocorrer uma interferência de remada, caso o infrator desça a onda impedindo (bloqueando) seu adversário de surfar esta onda, a penalidade será a perda de 100% dos pontos de sua melhor onda de somatório.
D – Caso haja prioridade alocada e a maioria dos juízes anotarem uma interferência, então esta onda será computada como zero. Além disso, será somada somente sua melhor nota dependendo se no caso estarem somando-se as duas melhores pontuações. Caso ele tenha somente uma onda, então não será somada nenhuma onda. No caso de estarem somando-se as 3 melhores ondas serão somadas então as duas melhores notas. Será utilizado um triângulo sobre a onda na qual o surfista cometeu interferência. Em caso de interferência de remada, o triângulo deverá ficar entre os dois quadros, entre a nota dada à última onda surfada e a seguinte. Deverá haver uma seta indicando em quem e em que onda o surfista cometeu a interferência.
E – O Head Judge poderá ser incluído para determinar uma interferência. Nesse caso, mesmo que apenas 2 juizes marquem a infração, ela será considerada.
F – O surfista que sofrer a interferência terá a permissão de surfar mais uma onda, além das 10 (ou 12), dentro do tempo normal da bateria. A exceção é um caso de interferência dupla, onde nenhum dos dois recebe a onda adicional. Uma onda extra também será dada ao surfista que for interferido por fotógrafos, seguranças ou por um banhista qualquer.
G – Caso o Head Judge, em conjunto com o Diretor de Prova, decidam por questão de segurança, que será permitida a presença de um 'caddie' (ajudante) com uma prancha extra, este ajudante não poderá surfar nenhuma onda, devendo permanecer afastado de ambos os competidores durante toda a bateria. Caso atrapalhe o outro competidor, o atleta que ele estiver ajudando receberá uma interferência.
 
14 - ÁREA DOS COMPETIDORES (PROIBIDO FUMAR E BEBER ÁLCOOL DURANTE A COMPETIÇÃO)
 
a) Todos os eventos devem ter uma área específica para os competidores bem segura e ampla para relaxamento e armazenamento do equipamento, com vista para área de competição. Deverá ser fornecido no mínimo 60 litros de água potável por dia aos atletas.
b) É atribuição dos seguranças de água, junto com os representantes da associação local fazerem todos os esforços razoáveis para limpar a área do campeonato pelo menos uma hora antes da competição começar, para uso exclusivo dos competidores.
c) A competição não pode começar antes das 07h00min ou uma hora depois da luz do dia clarear ou qual acontecer mais tarde.
 
 
15 - AVISOS
a) Os locutores devem entender as regras básicas e critérios de julgamento e nunca podem anunciar dados aproximados ou opiniões sobre julgamento.
b) O Chefe de Juizes tem o direito de ignorar o silêncio enquanto o staff de televisão estiver fazendo entrevistas e pode dizer aos locutores para fazerem a chamada de tempo e das notas obtidas, durante as entrevistas. É imperativo que os eventos forneçam áreas de entrevistas em locações com som baixo ou no caso das entrevistas na praia, que o staff de TV o façam longe dos auto-falantes. Os surfistas competindo
na água sempre terão prioridade.
c) Os resultados das baterias para os eventos do ABRASP TOUR 2010 serão anunciados em uma proporção de pontos
perdidos/ganhos, (ex.24.6 – 20.75, etc...). Durante a bateria o locutor não deve anunciar os pontos computadorizados ou a média da onda até todas as notas dos jurados entrarem no sistema.
d) Em todas as baterias, incluindo as finais, as notas computadas devem ser anunciadas durante o decorrer de toda a bateria.
e) Se o locutor der uma nota e estiver errada, tanto devido aos juizes entrarem com a nota errada ou o locutor
der a nota errada, os surfistas não terão direito a protesto.
 
15) PESSOAL SUGERIDO PARA OS EVENTOS
 
COORDENADOR DE PROVA
Para a criação e controle da prova conforme decidido pelos patrocinadores do evento; para a preparação da forma e esquema do evento e para assegurar que todos estejam contribuindo para o mesmo, procedendo às tarefas designadas. Reporta-se diretamente aos patrocinadores da prova e vincula-se ao representante da FECASURF (Gerente de prova /do Circuito).
 
GERENTE DE PROVA / DO CIRCUITO
Para assegurar o aspecto de surf e de planejamento do evento, de acordo com as regras e no sentido em que o pessoal não esteja procedendo a quaisquer erros. Supervisiona todos os aspectos técnicos e operacionais. Reporta-se ao Coordenador da Prova e trabalha em conjunto com o secretário de inscrições e o Head Judge oficial da FECASURF.
 
SECRETÁRIO DE INSCRIÇÕES / TOUR MANAGER
Para supervisionar todos os eventos da FECASURF, assegurando todos os aspectos técnicos incluídos no Livro de Regras, inscrição, pré-classificação, formação de baterias, pontuação no ranking, tratamento dado ao staff e aos atletas.
 
RELAÇÕES PÚBLICAS /ASSESSORIA DE IMPRENSA
Para uso das informações recolhidas no local, para criar, tanto quanto possíveis matérias de interesse geral para a mídia. Para seguir como elemento de ligação entre a Diretoria do Evento e suas decisões e a mídia presente.
 
HEAD JUDGE
Para reunir uma equipe de juizes locais de qualificação e para treinamento destes juizes e para operação no terminal de computação do juiz chefe da FECASURF, não podendo sobrepor-se à decisão do corpo de jurados com referência à interferência e prioridade, salvo se a maioria dos juizes não tiver visto o incidente. Reporta-se ao Diretor de Provas e trabalha em colaboração com os juizes oficiais da FECASURF e o Diretor Técnico.
 
CORPO DE JUÍZES OFICIAIS
Os juizes da FECASURF, coordenados pelo Head Judge oficial que estabelece as interpretações tanto das regras de interferência quanto dos critérios de julgamento. Proporciona uma uniformidade na tomada de decisões de evento a evento e no caso de controvérsias quanto às regras. O Head Judge oficial e um outro juiz nomeado podem atuar como referência no evento. Os juizes oficiais reportam-se ao Head Judge e ao Diretor Técnico da FECASURF.
 
CORPO DE JUIZES LOCAIS
Selecionado pelo Head Judge como os melhores talentos locais para inclusão no corpo de juizes oficiais. Reporta-se ao Head Judge e ao Diretor Técnico da FECASURF e recebe assistência dos juizes oficiais.
 
LOCUTOR CHEFE
Sua tarefa é levar as informações do evento aos espectadores em forma de entretenimento e instrução, recebendo do locutor assistente informações sobre o surf, biografia e marcação computadorizada de pontos. Reporta-se ao Coordenador de Prova e ao Gerente de Prova, trabalhando com o Representante da FECASURF para informações sobre o campeonato.
 
 
SPOTTER
Para auxiliar o quadro de juizes e o juiz chefe na chamada de ondas. Reporta-se ao Head.
 
------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
 
 
OFICIAL DE PRAIA (Beach Marshall)
Assegura que todos os competidores sejam notificados quanto às suas baterias, tenham suas cores de camisetas confirmadas e sejam informados sobre as regras da prova. Uma forma simples de assegurar que os surfistas sejam orientados com todas as regras é proporcionar ao oficial de praia um cartão detalhando as informações a seguir, que o mesmo, então, utilizará em suas orientações: tempo de bateria, número de ondas para a marcação de pontos, número máximo de ondas, descrição das cores das bandeiras e toques de sirene. Mostrar os diagramas de interferência, quando se deve remar ao outside e onde aguardar para o início de bateria. Reporta-se ao Diretor de Prova e recebe instruções quanto aos critérios e normas de arbitragem do Diretor Técnico ou do Gerente do Circuito da FECASURF.
 
CRONOMETRISTA
Para a operação do cronômetro, de acordo com o esquema de tempo estabelecido pelo Head Judge. Reporta-se ao Diretor de Prova.
 
OPERADOR DE BANDEIRA
Opera as bandeiras ou placas de tempo em coordenação com o cronometrista. Reporta-se ao Diretor de Prova.
 
EQUIPE DE PRAIA
Para ajudar e preparar o local do evento e para colocação diária da bóia de prioridade e das bóias promocionais do evento. Reporta-se ao Diretor do Circuito para ajustes e ao Coordenador de Prova para os aspectos promocionais.
 
SEGURANÇA
Para manter a área de competição e as áreas oficiais livres da entrada de pessoas não autorizadas e espectadores e para manter seguro o local. Reporta-se ao Diretor de Prova.
 
SISTEMA DE COMPUTAÇÃO
Trabalha com os terminais para digitação das notas que entram diretamente no sistema, possibilitando a divulgação das notas e médias dos surfistas após cada onda surfada; serviço de mala direta dos atletas e outros serviços prestados pelo sistema de computação da FECASURF.
 
 
------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
 
DIRETORIA FECASURF QUADRIÊNIO 2008/2011
Presidente    
Fred Leite
Vice-Presidente
Elderson Leão
Vice-Presidente Região Norte
Juliano Gleison
Vice-Presidente Região Leste
Renato Melo
Vice-Presidente Região Sul
Marcelo Massih Schultz
Diretor Técnico      
Fabiano Farias
Diretor de Comunicação
Norton Evaldt
Diretor Administrativo
Luis Pereira
Diretor Financeiro
Azor El Achkar
 
 
 
                                              
                                                          
 
 
 
                                   
 Comandante José Ricardo Nunes, 79 sala 16 – Capoeiras - Florianópolis
CEP 88070-220
Telefone e Fax: (48) 3025-1880 / 3025-1980
 
Home Page: www.fecasurf.com.br
 
Horário de atendimento
Manhãs de 09h00min as 12h00min
Tardes de 14h00min as 18h00min, de segunda à sexta-feira.

Galeria de Fotos


1 Etapa Circuito Catarinense Oceano de Surf Amador 2012


Fotos Ações Socias


Ações Sociais



FECASURF - Federação Catarinense de Surf