sábado, abril 13, 2024
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Tainá Hinckel e Mateus Herdy conquistam os títulos sul-americanos no Layback Pro

por fecasurf
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PRAIA MOLE, Florianópolis / SC (Sexta-feira, 8 de março) – O Layback Pro apresentado pela Prefeitura de Florianópolis já definiu os títulos sul-americanos da World Surf League (WSL), com três catarinenses festejando conquistas na sexta-feira chuvosa na Praia Mole. Tainá Hinckel e Mateus Herdy são os campeões da temporada 2023/2024 da WSL South America e Heitor Mueller confirmou sua classificação para o Challenger Series, o circuito de acesso para a elite mundial que disputa o Championship Tour (CT). A batalha pelas últimas vagas prossegue neste sábado, que vai começar pelas quartas de final das duas categorias, ao vivo pelo WorldSurfLeague.com.

No Dia Internacional da Mulher, as damas primeiro, então as meninas abriram a sexta-feira do Layback Pro apresentado pela Prefeitura de Florianópolis. Logo na primeira bateria do dia, Tainá Hinckel confirmava o principal título da América do Sul, se passasse para as quartas de final. Foi uma disputa de poucas ondas boas, mas Tainá avançou em segundo lugar, no confronto vencido pela cearense Yanca Costa. Elas eliminaram a argentina Vera Jarisz e outra brasileira, Gabriely VasqueTainá saiu do mar sem saber que a classificação lhe garantia o título de campeã sul-americana da temporada 2023/2024.

“Ah é? Sou campeã já? Que irado. Estou muito feliz com esse título, irado demais”, vibrou Tainá Hinckel, logo que foi informada da conquista antecipada do título sul-americano. “Esse era o meu principal objetivo nesse evento, então estou muito feliz que já consegui, amarradona mesmo. Foi uma temporada de altos e baixos, mas um ano relativamente muito bom pra mim. Eu tive bons resultados, então fico muito feliz com esse título. Estou pronta para ir pro Challenger Series, representar o Brasil esse ano”.

Tainá Hinckel (Foto: Marcio David / Layback Pro)

Tainá Hinckel já tinha sido bicampeã sul-americana da categoria Pro Junior em 2016 e 2019, agora consegue o principal título da World Surf League no continente, o de melhor surfista profissional da América do Sul. Essa conquista inédita para a sua carreira, coroou uma temporada brilhante da surfista da Guarda do Embaú. No ano passado, foi campeã brasileira da CBSurf e também do Circuito Banco do Brasil de Surfe. E neste ano, conseguiu vaga para representar o Brasil nas Olímpiadas de Paris e confirmou a classificação para o Challenger Series 2024 como campeã sul-americana.

Já o título igualmente inédito para Mateus Herdy, foi confirmado antes dele competir na sexta-feira, com as eliminações dos seus dois únicos concorrentes. O primeiro a cair foi o também catarinense Lucas Vicente, depois o pernambucano Luel Felipe. Com isso, ninguém mais poderia tirar o primeiro lugar no ranking do Mateus Herdy, que também foi campeão sul-americano Pro Junior em 2017 e em 2018 conquistou o título mundial da World Surf League nessa categoria. Ele estava concentrado para competir, quando foi avisado que já era o campeão sul-americano de 2023/2024.

“Irado, animal, caraca… não sabia. Eu tava concentradão aqui pra minha bateria. Sério mesmo que já sou campeão?”, questionou Mateus Herdy“Muito irado. Fazia muito tempo que eu não ganhava nenhum título da WSL e estou amarradão. Com certeza, vou entrar na bateria agora bem mais tranquilo. Eu vi que tinha que passar minhas duas baterias hoje pra garantir o título, estou focado nisso ainda, mas agora estou até mais leve pra surfar. Pô, irado saber disso, então agora quero ganhar o campeonato”.

Mateus Herdy (Foto: Marcio David / Layback Pro)

A sexta-feira começou com 15 surfistas tendo chances matemáticas de entrar no grupo dos 7 que se classificam para o Challenger Series, pelo ranking da WSL South America, que está sendo finalizado nesta semana no Layback Pro apresentado pela Prefeitura de Florianópolis. Todas as oito baterias da terceira fase, tinham alguém disputando classificação. Os dois últimos colocados no G-7 competiram juntos na terceira bateria e Heitor Mueller venceu, mas Lucas Vicente ficou em último. Dos 15 concorrentes deles, somente 8 avançaram para a rodada classificatória para as quartas de final.

VAGA CONFIRMADA – Foi nessa fase que fechou a sexta-feira na Praia Mole, quando Heitor Mueller garantiu sua classificação para o Challenger Series. A bateria foi tensa, com poucas ondas boas e o surfista de São Francisco do Sul estava em último lugar nos minutos finais. O também catarinense Matheus Navarro liderava, com o paraibano José Francisco, que há muitos anos mora em Florianópolis, em segundo lugar. Heitor entrou na briga com uma nota 4,97 e na última onda arriscou uma pancada muito forte de backside, que completou. 

José Francisco também surfou uma onda e ficou a expectativa pelas notas. A do Fininho, como José é conhecido, valeu 5,27 e ele ultrapassou Matheus Navarro. A do Heitor Mueller foi nota 6,43, que o levou para o primeiro lugar, com Fininho passando em segundo e Matheus sendo eliminado, junto com Felipe Oliveira. A vitória foi anunciada e Heitor Mueller ainda nem imaginava que a passagem para as quartas de final já garantia sua vaga entre os 7 indicados para o Challenger Series, pelo ranking da WSL South America.

Heitor Mueller (Foto: Marcio David / Layback Pro)

Ele só ficou sabendo quando foi entrevistado: “Sério, não, você tá de brincadeira, sério mesmo?”, vibrou Heitor Mueller“Cara, nem sei o que falar agora. Estou me tremendo todo, porque o Challenger Series, para mim, é uma conquista muito grande. Esta bateria foi alucinante, com poucas ondas, só ondas de uma manobra e acabou que deu certo. Eu pedi pra Deus, Ele me deu aquela esquerda no final e estou muito amarradão. Meu Deus, Challenger esse ano cara, não sei nem o que falar, é quase inacreditável”.

DUAS VAGAS – Os rankings da temporada 2023/2024 da WSL South America, que está sendo encerrada nessa semana no Layback Pro, classifica 7 homens e 3 mulheres para o circuito de acesso para a elite mundial do World Surf League Championship Tour. Após os resultados da sexta-feira, restam duas vagas para definir na categoria feminina e duas também na masculina. As duas que defendem vaga no G-3, a vice-líder Sophia Medina e a terceira colocada, Laura Raupp, competiram juntas com duas peruanas que brigavam por classificação, Melanie Giunta e Arena Rodriguez Vargas.

Isabelle Nalu (Foto: Marcio David / Layback Pro)

Essa bateria definiu os dois últimos nomes para as quartas de final e foi bem disputada. A Arena Rodriguez surfou a melhor onda, com a nota 6,33 recebida, garantindo a vitória por 10,93 pontos a 10,70 da Laura Raupp, que se classificou em segundo lugar. Laura precisava passar a bateria, pois Isabelle Nalu já havia tirado o terceiro lugar dela no ranking. A briga entre elas pela vaga no Challenger Series é fase a fase. A Sophia Medina terminou em terceiro na bateria, mas só sai do G-3 com uma única combinação, se a Isabelle Nalu vencer o Layback Pro numa final com a Laura Raupp.

“Eu vi que a Belinha (Isabelle Nalu) tinha passado já e eu estava bem nervosa nessa bateria, porque todas as meninas surfam muito bem”, destacou Laura Raupp“Inclusive a final que fiz aqui na Praia Mole (em 2021), quando eu ganhei meu primeiro título no QS, foi com a Melanie (Giunta). Eu já competi com a Sophia (Medina) diversas vezes, com a Arena (Rodriguez Vargas) também, então sabia que a bateria ia ser muito difícil. Nossa, estou superfeliz de ter passado. Só um pouco triste da Sophia não ter passado junto comigo, mas vamos com tudo, porque eu quero muito essa vaga no Challenger”.

Laura Raupp (Foto: Marcio David / Layback Pro)

ÚLTIMAS VAGAS – Com a derrota da Melanie Giunta, apenas Isabelle Nalu e Arena Rodriguez Vargas seguem na briga pelas duas últimas vagas femininas no Challenger Series 2024, que estão com Sophia Medina e Laura Raupp. A Bela Nalu fez a melhor apresentação entre as meninas na sexta-feira, conseguindo a maior nota desta quarta edição do Layback Pro na Praia Mole, 8,50. Ela precisa ficar na frente da Laura Raupp para se classificar para o Challenger Series, enquanto a peruana Arena Rodriguez Vargas já precisa vencer o campeonato e a final não pode ser com a Laura e nem com a Isabelle.

No ranking masculino, também só restam duas vagas a serem definidas. Os ameaçados são o paulista Edgard Groggia em penúltimo lugar no G-7 e o catarinense Lucas Vicente em último. A batalha pelas vagas masculinas foi muito mais intensa na sexta-feira, praticamente em cada bateria. Lucas Vicente deixou a porta aberta, ao ser eliminado na terceira fase. Alguns ficaram a um passo de lhe tirar da lista, mas também perdiam, como os paulistas Gabriel Klaussner na terceira fase e Rodrigo Saldanha e o saquaremense Valentin Neves na rodada que formou as quartas de final.

José Francisco, o Fininho, briga por vaga (Foto: Marcio David / Layback Pro)

ESTREIA DO CAMPEÃO – Essa terceira fase foi encerrada com Mateus Herdy vencendo a sua primeira bateria como campeão sul-americano de 2023/2024 da World Surf League. Foi uma disputa fraca de ondas, mas o catarinense conseguiu a vitória, com seu amigo, o carioca Lucas Silveira, que há muitos anos mora em Florianópolis, passando em segundo lugar na última onda que surfou. O chileno Roberto Araki tinha chance de vaga no Challenger Series, mas foi eliminado, junto com o paulista Eric Bahia.

“Eu achei que ia me ajudar saber antes que eu era campeão, mas acho que me atrapalhou, porque fiquei feliz demais e entrei querendo quebrar a bateria”, disse Mateus Herdy“Só que o mar estava bem difícil, foi uma bateria muito apertada e ficou todo mundo bem próximo nos pontos. Até foi bem massa o final da bateria, emocionante, só que as notas foram bem baixas e eu tava pensando que ia ter notas mais altas. Mas é muito irado ser campeão. Na minha carreira, um dos meus focos é sempre ganhar títulos da WSL. Eu já ganhei o Pro Junior sul-americano e mundial, então esse título agora é incrível pra mim”.

Mateus Herdy (Foto: Marcio David / Layback Pro)

A UM PASSO DA VAGA – Na sequência, foi iniciada a rodada classificatória para as quartas de final do Layback Pro apresentado pela Prefeitura de Florianópolis. Na primeira bateria, Rodrigo Saldanha, que tinha tirado a maior nota – 9,17 – do campeonato com um aéreo na terceira fase, já entraria no G-7 se passasse, tirando o Lucas Vicente da lista. Mas, ele perdeu junto com outro concorrente, Daniel Adisaka, para o já garantido no Challenger Series, Michael Rodrigues, e Igor Moraes, que não está brigando por classificação. José Francisco avançou na bateria seguinte com o Heitor Mueller e agora ultrapassa o Lucas Vicente, se vencer o Michael Rodrigues nas quartas de final.

Depois, Lucas Silveira venceu um confronto com três surfistas disputando classificação para o Challenger Series. Nele, Valentin Neves estava passando em segundo até o último minuto e entraria no G-7 se isso acontecesse. No entanto, o jovem paranaense Lukas Camargo acertou um aéreo e segue na briga por vaga no Challenger Series também. Lucas Silveira agora, assim como José Francisco, está a um passo da vaga no G-7. Ele entra na lista se passar para as semifinais, na bateria contra outro concorrente , o paulista Caio Costa.

Lucas Silveira (Foto: Marcio David / Layback Pro)

“Acho que eu não queria saber disso (risos)”, disse Lucas Silveira“Mas, não dá pra se enganar, porque o objetivo principal é a classificação para o Challenger. Eu imaginava que precisava ganhar o campeonato pra garantir, então vou manter esse pensamento de ir até a final. O negócio é continuar bateria por bateria, porque as outras foram bem tensas. Essa agora foi a primeira que fluiu um pouco melhor e a Praia Mole é incrível para campeonatos, porque é muito constante e estou amarradão por estar avançando. A previsão das ondas é boa pra amanhã e vai ser um dia decisivo para todos”.

GARANTIDOS NO CHALLENGER -Das 10 vagas para o Challenger Series, disputadas nos rankings regionais da WSL South America, 6 já estão definidas e restam 2 na categoria masculina e 2 na feminina. A lista dos confirmados começa pela nova campeã sul-americana, Tainá Hinckel, seguindo com os pernambucanos Ian Gouveia e Luel Felipe, o cearense Cauã Costa, o catarinense Heitor Mueller e o capixaba Rafael Teixeira. No momento, estão com suas vagas ameaçadas, os paulistas Edgard Groggia e Sophia Medina e os catarinenses Lucas Vicente e Laura Raupp.

Sophia Medina e Laura Raupp (Foto: Marcio David / Layback Pro)

Prefeitura de Florianópolis apresenta o Layback Pro na Praia Mole, uma realização da Agência Esporte & Arte (AEA) e Swell Eventos. A etapa do QS 3000 masculina e feminina, é licenciada pela WSL Latin America para a Layback Park fechar a temporada 2023/2024 com patrocínio da TVBShorts, Corona, Oakberry e Real Estruturas; apoio da Evoke, D´Vicz Sorvetes, MB Marketing e Eventos, Federação Catarinense de Surf (FECASURF) e Associação de Surf da Praia Mole (ASPM); parceria de mídia do site Waves.com.br e produção da FIRMA na transmissão ao vivo pelo WorldSurfLeague.com.

QUARTAS DE FINAL DO LAYBACK PRO EM FLORIANÓPOLIS:

CATEGORIA MASCULINA – 5.o lugar com 1.423 pontos: 
1.a: Michael Rodrigues (BRA) x José Francisco (BRA)
2.a: Heitor Mueller (BRA) x Igor Moraes (BRA)
3.a: Lucas Silveira (BRA) x Caio Costa (BRA)
4.a: Mateus Herdy (BRA) x Lukas Camargo (BRA)

CATEGORIA FEMININA – 5.o lugar com 1.423 pontos: 
1.a: Daniella Rosas (PER) x Yanca Costa (BRA)
2.a: Tainá Hinckel (BRA) x Isabelle Nalu (BRA)
3.a: Laura Raupp (BRA) x Juliana dos Santos (BRA)
4.a: Arena Rodriguez Vargas (PER) x Alexia Monteiro (BRA)

RESULTADOS DA SEXTA-FEIRA NA PRAIA MOLE:

SEGUNDA FASE – 1.a e 2.a passam para as quartas de final:
———-3.a=9.o lugar (945 pontos) e 4.a=13.o lugar (796 pts)
1.a: 1-Yanca Costa (BRA), 2-Tainá Hinckel (BRA), 3-Vera Jarisz (ARG), 4-Gabriely Vasque (BRA)
2.a: 1-Isabelle Nalu (BRA), 2-Daniella Rosas (PER), 3-Kalea Gervasi (PER), 4-Julia Duarte (BRA)
3.a: 1-Juliana dos Santos (BRA), 2-Alexia Monteiro (BRA), 3-Luara Mandelli (BRA), 4-Dominic Barona (ECU)
4.a: 1-Arena Rodriguez Vargas (PER), 2-Laura Raupp (BRA), 3-Sophia Medina (BRA), 4-Melanie Giunta (PER)

TERCEIRA FASE – 3.o=17.o lugar (480 pts) e 4.o=25.o lugar (400 pts):
1.a: 1-Igor Moraes (BRA), 2-José Francisco (BRA), 3-Fernando Junior (BRA), 4-Santiago Muniz (ARG)
2.a: 1-Rodrigo Saldanha (BRA), 2-Felipe Oliveira (BRA), 3-Alex Ribeiro (BRA), 4-Alejo Muniz (BRA)
3.a: 1-Heitor Mueller (BRA), 2-Daniel Adisaka (BRA), 3-Kayki Araujo (BRA), 4-Lucas Vicente (BRA)
4.a: 1-Matheus Navarro (BRA), 2-Michael Rodrigues (BRA), 3-Ryan Kainalo (BRA), 4-Messias Felix (BRA)
5.a: 1-Valentin Neves (BRA), 2-Adriano de Souza (BRA), 3-Luel Felipe (BRA), 4-Gabriel Klaussner (BRA)
6.a: 1-Lukas Camargo (BRA), 2-Thiago Camarão (BRA), 3-Marcos Correa (BRA), 4-Gustavo Henrique (BRA)
7.a: 1-Caio Costa (BRA), 2-Uriel Sposaro (BRA), 3-Wallace Vasco (BRA), 4-Anderson da Silva (BRA)
8.a: 1-Mateus Herdy (BRA), 2-Lucas Silveira (BRA), 3-Roberto Araki (CHL), 4-Eric Bahia (BRA)

QUARTA FASE – 1.o e 2.o passam para as quartas de final:
———-3.o=9.o lugar (945 pontos) e 4.o=13.o lugar (796 pts)
1.a: 1-Michael Rodrigues (BRA), 2-Igor Moraes (BRA), 3-Rodrigo Saldanha (BRA), 4-Daniel Adisaka (BRA)
2.a: 1-Heitor Mueller (BRA), 2-José Francisco (BRA), 3-Matheus Navarro (BRA), 4-Felipe Oliveira (BRA)
3.a: 1-Lucas Silveira (BRA), 2-Lukas Camargo (BRA), 3-Valentin Neves (BRA), 4-Uriel Sposaro (BRA)
4.a: 1-Mateus Herdy (BRA), 2-Caio Costa (BRA), 3-Adriano de Souza (BRA), 4-Thiago Camarão (BRA)

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João Carvalho – WSL Latin America Media Manager – jcarvalho@worldsurfleague.com

Gabriel Gontijo – WSL Latin America Communications – ggontijo@worldsurfleague.com


SOBRE A WORLD SURF LEAGUE: A World Surf League (WSL) é a casa do surf competitivo no planeta, coroando campeões mundiais desde 1976, apresentando os melhores surfistas do mundo. A WSL supervisiona o cenário competitivo global do surf e estabelece o padrão para o desempenho de alta performance no ambiente mais dinâmico de todos os esportes. Com um firme compromisso com os seus valores, a WSL prioriza a proteção do oceano, a igualdade de gêneros e a rica herança do esporte, ao mesmo tempo que destaca a progressão e a inovação.

Para mais informações, visite o WorldSurfLeague.com.


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